Estava há pedaço em conversa com o meu bom amigo Sr. V. quando me ele perguntou se vira os prós e os prós ontem, sobre a T.A.P.. Respondi-lhe que nunca via esse programa, por ser, justamente, só de prós e prós. Ora sendo eu do contra...
Ele não se desconcertou e cá me veio até dizendo que estava muito preocupado com a T.A.P. e que lá viu, no programa, e apreciou ouvir, um economista, duns que fazem previsões macroeconómicas; do que dizia e afirmava, pareceu-lhe (ao meu bom Sr. V.) dava a entender ser um entendido com uma boa cabeça...
Pois eu -- atalhei-lhe -- desses das previsões macroeconómicas tenho ideia de algo assim entre os magos da Idade Média (o Merlin do Rei Artur) e uns que ainda agora lêem o futuro nas folhas de chá. Com a diferença de que a macroeconomia é ciência porque se estuda na Universidade; é uma vantagem...
E com isto sempre lhe disse que a birra (em democracia diz-se greve) dos aviadores, segundo leio eu próprio nas folhas de chá, apenas há-de ter dois desfechos, que acabarão por ser o mesmo: ou a greve é desconvocada com anúncio na imprensa de um arranjo qualquer para todos salvarem a face; ou a greve se mantém mas poucos ou ninguém na há-de fazer.
A/B Margarida Rouillé com 6.º uniforme da T.A.P. na entrada de ar do reactor dum Boeing 707.
Aeroporto da Portela, 1968.
Estilista: Sérgio Sampaio.
Fotografia: Dante Vacchi, in Museu da T.A.P., 122FOTG.
Que engraçado! Parabéns pela interessantíssima foto. E parabéns ainda pela oportuna tese que desenvolve acerca desta greve dos pilotos um tanto ou quanto destemperada. Para dizer o mínimo.
ResponderEliminarMaria
Bom dia achei curioso ao ler o bar do justo pois falou em pessoas que conheci bem o cara de homem e o galvão tb eu nasci nos embraichados o meu pai era o dado e o meu tio o titas o meu pai jogava no vitoria .
ResponderEliminarAmbos ja falecidos .
Obrigado! :)
ResponderEliminarEscrever no Bar do Justo foi um passatempo engraçado. Obrigado pelo seu comentário.
ResponderEliminarJa agora so uma pergunta para falar no cara de homem no galvão de certo que os conheceu ou e filho de alguem que era da criacao deles certo?
ResponderEliminarConheci os Cara de Homem, o Galvão &c. Da quinta dos Embrechados ainda me lembro de muitos: o Tó Quim (ou Toqui), os Cabritas e gente mais antiga como o Manel da Burra, o Quim, cortador no talho do Chico e da mãe, a D. Judite que vendia na praça e que teve dois cães, o Salvaterra e o Caneças; lembro-me o Zé Careca mai-la capoeira do perus, o 27, dois Mané-Manés, eu sei lá...
ResponderEliminarMas, lamento, não me recordo de si nem do seu pai.
Cumpts.
Olhe! E lembrei-me agora do Blé, filho do Sabastião.
ResponderEliminarCumpts.
Sabe, conheci algumas moças da TAP, a cara desta não me é estranha, mas o apelido não me diz nada. Curioso. Hei-de indagar perguntando a outras minhas amigas desta altura.
ResponderEliminarUma vez mais, que beleza de fotografia.
Maria
A foto é, de facto, sedutora; repentinamente veio-me à mente uma comparação:
ResponderEliminarAs entradas de ar dos reactores são cada vez maiores; a beleza sentada que nos delicia as «vistinhas» poderia estar confortavelmente de pé sem perda de "charme" num reactor moderno; por antinomia, as mentes deste rebanho estão cada vez mais estreitas; vingança da Mãe-Natureza?
Cumpts
Um paradoxo da técnica ante os crânios.
ResponderEliminarCumpts.