Há anos publiquei um gratificante comentário do Sr. Artur Goulart, autor de inúmeras chapas no Arquivo Fotográfico da C.M.L. que tanta vez aqui mostro. Foi um extraordinário encontro. Mas único e sem sequência.
Esta manhã recebi um pedido da Sr.ª Ana Saraiva, investigadora do arquivo municipal, procurando-me elementos biográficos ou alguma forma de contactar o Sr. Artur Goulart. Infelizmente não possuo nem uns nem outra. Naquela única vez que o Sr. Artur Goulart me comentou cá não deixou contacto para resposta.
Considerando o caso, o melhor que posso fazer para ajudar é publicitá-lo aqui. Oxalá haja resposta.
Rotunda, Lisboa, c. 1960.
Artur Goulart, in archivo photographico da C.M.L.
Passando de vez em quando por aqui para ver fotografias de Lisboa e por uma ou duas vezes encontrando reparos de gramática, convir-lhe-ia saber que "ínúmeros" significa "sem número", pelo que o termo que quereria usar, o correcto, é "numerosos".
ResponderEliminarInúmeras são sem conta. Como, de feito, as não contei...
ResponderEliminarCumpts.
Levado pelo seu comentário consultei o arquivo e são 7 489 fotografias. Numerosas, estamos de acordo.
ResponderEliminarContas feitas, todavia, lembra-me ainda de o adjectivo «inúmero» (ou a expressão sinónima «sem número») se haver de conformar a uma realidade finita numerosa pela corriqueira figura da hipérbole. Já a multidão de «imenso» para todo e qualquer caso numeroso ou até sem número, como se ouve copiosamente para aí, isso sim me parece incorrecto.
Obrigado de me avivar estas ideias. :)