Esta gente do jornalismo, hoje em dia, é de dó. Que os bípedes que se locomovem por aí em geral leiam pouco mais que A Bola e nada mais saibam, ainda é como o litro; que se esperaria?! Mas que uma mole acreditada em viçosas licenciaturas ressoe essa vulgar estupidez iletrada nos noticiários, Deus nos valha!
Trasanteontem uma locutora moça tão ignorante como lhe quem lhe redigiu o teleponto noticiava um acontecimento no «portão de Brademburgo» (Brá-dem-bur-go). Foi na abrasileirada R.T.P. e daí o disparatado «portão» em vez de «porta». Já Brademburgo!... Donde brotou tal coisa!?
No canal ao lado, uma mais madura -- portanto com idade de poder ter adquirido um nadinha mais de cultura geral -- chapava em cheio, não com o portão, mas com a porta, vá lá! -- Mas de quê?
De Bràdemburgo, outra vez!
Em simultâneo, a esta última, aparecia no rodapé outra rafeirice... Desgraçada língua!
Jornal da Noite, S.I.C., 13/1/15.
“Brademburgo” brada aos céus!
ResponderEliminarCá por casa sempre ouvir dizer "Portas de Bradenburgo - nunca porta, ou portão.
ResponderEliminarJá nada me admira na iliteracia e ignorância dos "doutores" da comunicação social.
ResponderEliminarNão lêem nada.
ResponderEliminarCumpts.
É Brandeburgo.
ResponderEliminarCumpts.
Pois são licenciados? Têm licença para começar a aprender.
ResponderEliminarCumpts.
Os senhores «Relvado e 44» também são licenciados, logo nada me espanta...
ResponderEliminarSabe que tenho saudades do tempo em que se gozava com o cauteleiro, culturalmente ao nível destes patetas das luminárias, quando este, já alegrete, dizia:
ResponderEliminar- O fado é qu'induca e o vinho é qu'instrói!
Todavia convém não esquecer que estamos a falar da «geração mais bem preparada de sempre», catancho!
Cumpts
Caro Orlando, não sei mesmo por que razão: então antes de «p» ou «b» não se coloca um «m»?Cumpts
ResponderEliminarMas é «portas» no plural, ou estarei enganado?
ResponderEliminarCumpts
Pois se não sabem escrever - ele agora há uma máquina que faz esse (lindo) serviço pelo seu (deles) cérebro - com o quer o caro Bic que saibam ler???? E logo com acento circunflexo, para piorar ainda mais as coisas...Cumpts
ResponderEliminarOra bem: vamos ver:
ResponderEliminarEm alemão, escreve-se “Brandenburg”, que é o nome lá do sítio.
Note-se que, no alemão, não se aplica o “m” antes do “b” e/ou do “p”.
Também em alemão escreve-se “Brandenburger Tor”, que não é “porta” nem “portas”, mas antes significa “portão”. Portanto, traduzido à letra seria “Portão de Brandenburgo”.
Porém, eu estou de acordo com Winston Churchill: “Tenho do direito de escrever os nomes estrangeiros da maneira que eu quiser”.
Por isso, se no prontuário está “Brandeburgo”, é porque está bem escrito.
Há 50 anos eu ouvia: O fado é qu'induca e o vinho é qu'instruca.
ResponderEliminarAbraços
Bom argumento.
ResponderEliminarCumpts.
A geração mais preparada de sempre, que evoluiu do vinho para a litrosa...
ResponderEliminarCumpts.
Velhos tempos em que se dizia «quem não trabuca não manduca». Vamos lá agora com o rendimento mínimo do Guterres...
ResponderEliminarCumpts.
Caríssimo Orlando: era apenas um chiste; é que estas alimárias raciocinam «à regra e ao esquadro»! Mas agradeço a sua benevolência; o humor às vezes tem destas coisas :)
ResponderEliminarCumpts
Melhor ainda!
ResponderEliminarCumpts
Mudança gramaticalmente menor: quem não trabuca é que manduca!
ResponderEliminarCumpts
E claro que Brandeburgo é que está bem escrito; isso é pacífico, pelo menos para que sabe algum a coisa.
ResponderEliminarCumpts.
Ora aí tem!
ResponderEliminarCumpts
Neste caso, se calhar, ele é mais licenciosos!
ResponderEliminarCumpts
Em português, portas, naturalmente.
ResponderEliminarCumpts.
Sempre ouvi dizer com o som en Portas de Bradenburgo - por quem falava alemão - que dantes mesmo quem ia para ciências aprendia.
ResponderEliminarBem vejo.
ResponderEliminarQuem falava alemão, falava alemão. Em português dizemos Brandeburgo.
Cumpts. :)