E aqui mandou fazer o Engª. Santos e Castro, digníssimo presidente da edilidade lisboeta, uma passagem superior provisória... que dura há 45 anos!!! Ainda me lembro do saudoso Armando Marques Ferreira, da Rádio Renascença, quando dizia: Vivemos no país do provisório, no tempo do definitivo! E não é que ele continua a ter razão?
A Ponte Salazar, o policia sinaleiro, passagem de nível com guarda, autocarros de dois andares, as longas chaminés de uma Alcântara fabril. Detalhes de uma Lisboa que deixou de existir...
Eh! Eh! Eh! Cliquei na fotografia e apreciei o pormenor constante do lado esquerdo da mesma, mais ao menos seu meio.
ResponderEliminarNa parte final da frase, pretendia dizer "mais ou menos ao seu meio".
ResponderEliminarPormenor fâchista, não se pode dizer.
ResponderEliminarCumpts.
E aqui mandou fazer o Engª. Santos e Castro, digníssimo presidente da edilidade lisboeta, uma passagem superior provisória... que dura há 45 anos!!!
ResponderEliminarAinda me lembro do saudoso Armando Marques Ferreira, da Rádio Renascença, quando dizia: Vivemos no país do provisório, no tempo do definitivo!
E não é que ele continua a ter razão?
É verdade. Mas dá-se o caso de não haver nada mais definitivo que o provisório.
ResponderEliminarCumpts.
Não se pode sequer admitir que lá tenha estado, não vá causar brotoeja a alguém.
ResponderEliminarÉ verdade.
ResponderEliminarno bom! :)
Ano bom, digo!
ResponderEliminarA Ponte Salazar, o policia sinaleiro, passagem de nível com guarda, autocarros de dois andares, as longas chaminés de uma Alcântara fabril. Detalhes de uma Lisboa que deixou de existir...
ResponderEliminarPassagem de nível, portanto.
ResponderEliminarAno bom!
Um bom ano também para si caro Bic .
ResponderEliminarObrigado! :)
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