Se me bem lembro, a sistèmicoisabilidade do B.P.N. começou por constar custar ao pagode 2 400 000 000,00 € (lê-se dois vir'la quatro mil milhões d’ éros).
Ao depois agora acaba sempre mais caro.
Banco Espírito Santo e Comercial de Lisboa, Rua Alexandre Herculano, 1971.
Nuno Barros Roque da Silveira, in Arquivo Fotográfico da C.M.L.
Mas pagam os mesmos à mesma.
Bem me lembro destas instalações, perto do Rato. Era como quem entrava numa Igreja...
ResponderEliminarE agora deitamos-lhe água benta.
ResponderEliminarAmen!
Que rezem ou não tem que pagar!Os erros que os inteligentes cometeram...lá diz o vélho provérbro que quem dá aos padres emprèsta a deus;mas numca mais vê um toste.Cumprimentos
ResponderEliminarNão muito longe havia uma Sinagoga...ainda existe??
ResponderEliminarCumprimentos.
Existe. É por trás desta que se vê.
ResponderEliminarCumpts.
Muito bem dito. A padralhada agora são os banqueiros e os corretores da bolsa. Seus sacristães os ministros.
ResponderEliminarCumpts.