Testes de laboratório o comprovam; o mero enunciar do nome de Salazar provoca reflexos condicionados numa vasta legião de primatas. -- Faxismo! e o desfiar de chavões antifaxistas primários assimilados como as morcelas assimilam o sangue e a gordura do porco são o urro pavloviano feito lugar comum que dali resulta.
O que novos testes de laboratório têm vindo a provar é que já nem é preciso enunciar o nome de Salazar, basta insinuar obra da sua época.
Nesta imagem da abertura do troço inferior da Rua Alexandre Herculano em Lisboa, em 1940, mal houve alguém louvando o novo asfalto de 1940 (por acaso era empedrado) bem assente e sem crateras, não tardou a desencabrestar-se o pide antifaxista de serviço...
Ferrei-lhe lá uma garrochada na cernelha, rematada com adorno à C.M.L. que se quis fazer desentendida da lide, talvez por se livrar de coices dalguma cavalgadura que lá presida...
A imagem em boa resolução da abertura do troço inferior da Rua Alexandre Herculano em 1940 para desfrute do leitor inteligente e interessado. Prima para fazer zum ampliar, s.f.f.
Rua Alexandre Herculano, Lisboa, 1940.
Eduardo Portugal, in Archivo Photographico da C.M.L.
(Gralhas revistas às dez para as cinco da tarde.)
Não acha extraordinária a quantidade de asneiras (factuais) por metro quadrado que esta gentinha escreve?
ResponderEliminarAbraço
Temo que o que parece extraordinário seja de facto ordinário. Assustador!
ResponderEliminarCumpts.
Caro MCV:
ResponderEliminarNão, de todo!
pense só nas asneiras (factuais) por centímetro quadrado que esta gentinha escreve e o estupor desaparecer-lhe-á de imediato.
Cumpts