Querem fazer da Ginga heroína e por pouco uma benemérita. É sempre a velha história do bom selvagem, do indígena em estado puro até à chegada dos portugueses...
Cá por mim, aconselho o mariola a mudar de língua, pois que lhe pode provocar aftas na dita (espero que (ele) perceba o trocadilho)e, por maioria de razão, a mudar de nome, que ainda se sujeita a levar alguma catanada dos que tenta doutrinar com o ódio racial contra os Portugueses. Cumpts
Uma coisa só (ou, enfim, também), é pena: é ver em Angola, e no Jornal de Angola (dando corpo, ainda por cima, a violentíssimos ataques a Portugal e ao governo português, coisa de antigo colonizado repentinamente cheio de dinheiro, perante antigo colonizador falido) o exercício da escrita no mais escorreito e límpido português europeu.
Já por cá, é o que se sabe... Logo seria aos angolanos que caberia defender - ser pelo menos os portadores, com indisfarçado orgulho revanchista - da boa ortografia portuguesa. Diz muito desta gente do rectângulo.
Os tratantes do portugalinho são serviçais, meros joguetes, se tanto. Serviram a uns tropicais como logo se agacharão a outros. O caso é que estes outros de Angola os desprezam com tal arrogância que lhes esfregam nos focinhos o próprio idioma. Quere-se maior humilhação? Que gente!... Cumpts.
Não precisa. O ó é que precisa. Precisaria, que agora já todos lêem exdrùxulamente à amaricana. Amanhãs que cantam hoje, livres do analfabetismo fachista... Cumpts.
Cá por mim, aconselho o mariola a mudar de língua, pois que lhe pode provocar aftas na dita (espero que (ele) perceba o trocadilho)e, por maioria de razão, a mudar de nome, que ainda se sujeita a levar alguma catanada dos que tenta doutrinar com o ódio racial contra os Portugueses.
ResponderEliminarCumpts
O Bruno no seu melhor, como sempre. Parabéns a ele por este acutilante e não menos brilhante pedaço de prosa.
ResponderEliminarMaria
Uma coisa só (ou, enfim, também), é pena: é ver em Angola, e no Jornal de Angola (dando corpo, ainda por cima, a violentíssimos ataques a Portugal e ao governo português, coisa de antigo colonizado repentinamente cheio de dinheiro, perante antigo colonizador falido) o exercício da escrita no mais escorreito e límpido português europeu.
ResponderEliminarJá por cá, é o que se sabe... Logo seria aos angolanos que caberia defender - ser pelo menos os portadores, com indisfarçado orgulho revanchista - da boa ortografia portuguesa. Diz muito desta gente do rectângulo.
Costa
Gostei. Mesmo!
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ResponderEliminarAté já há um filme:
http://youtu.be/PZUhKL-J83U
Njinga? E o Agualusa escreve Ginga, mais à maneira colonial. Ah, gingão das letras!... Nobel com ele.
ResponderEliminarCumpts.
:)
ResponderEliminarCumpts.
Os tratantes do portugalinho são serviçais, meros joguetes, se tanto. Serviram a uns tropicais como logo se agacharão a outros. O caso é que estes outros de Angola os desprezam com tal arrogância que lhes esfregam nos focinhos o próprio idioma. Quere-se maior humilhação? Que gente!...
ResponderEliminarCumpts.
Sim senhora.
ResponderEliminarCumpts.
Não lhe acontece nada. Está devidamente ungido pelo poder vigente.
ResponderEliminarCumpts.
Para evitar confusões, que disso já temos que chegue, sugiro-lhe respeitosamente que acentue o "é" do "Nobél", não vá o diabo tecê-las.
ResponderEliminarCumpts
Não precisa. O ó é que precisa. Precisaria, que agora já todos lêem exdrùxulamente à amaricana. Amanhãs que cantam hoje, livres do analfabetismo fachista...
ResponderEliminarCumpts.
Se o livro for como a crónica, é uma trampa.
ResponderEliminarA ver se nos entendemos: como a crónica, não; como diz a crónica .
ResponderEliminarCumpts.