Sua Exc.ª lá se submeteu a receber os matraquilhos no paço de ao pé da fábrica dos pastéis de nata. Dizem os publicitários destes solenes «eventos» que proclamou sem «mínima dúvida [...] que todos os portugueses estão ao vosso [dos matrecos] lado».
Pois eu 'tou-me portuguesmente cagando p'rà selecção. A minha pátria não é Boliqueime.
Imagem na T.S.F.
E vão dois, Amigo!
ResponderEliminarO.
Devemos ser só nós. Paciência.
ResponderEliminarCumpts.
Calma aí. Esta manhã, fui saudar a Selecção e o Futebol com uma valente cagada!!!
ResponderEliminarE vão 3!
A vós me junto, senhores, e também no sentido literal (e matinal) do decurso da fisiologia!
ResponderEliminarAliás esse colectivo de entes de neurónio no pé, já chamados, em torrentes de panegíricos boçais, "heróis" (ainda serviço algum foi apresentado; e vê-se mal que feito desinteressado e com risco para lá do dever poderão eles fazer), parece que é tratado por "seleção". E isso não sei, nem quero saber o que seja!
Costa
Costa
A selecção merece. Ahahaha!
ResponderEliminarPois «seleção» não é coisa alguma. Quanto a «heróis» por feitos não cometidos, ainda por cima de teor futeboleiro, é coisa que nem se concebe segundo os cânones da heroicidade.
ResponderEliminarCumpts.
...e vamos 3.Que me importa estas "fantochadas"?..são uns meninos mimados...numa feira de vaidades!!
ResponderEliminarEntão acham que uma coisa que dá pelo nome de Raul Meireles (já viram bem o nojo do bicho-tatuado por tudo quanto é sítio, uma figura que a quem não será permitido entrar num cemitério que não seja iluminado) poderá representar os portugueses - vergonha!
ResponderEliminarExactamente.
ResponderEliminarCumpts.
Quem se vê pintado e cravado de adornos na pele são os povos primitivos: papuas, tupinambás, caçadores de cabeças do Bornéu ou canibais dessa sorte. Realmente se isto é representação de portugueses «pugredimos» muito. Mas ali está o primeiro representante de Boliqueime a caucionar tal embaixada...
ResponderEliminarCumpts.
caro Bic
ResponderEliminarSó de ler os jornalecos com o "patriotismo" futebolístico fico com uma espécie de azia que chega ao vómito. A selecção não é Portugal mas o negócio não pode parar e a adesivagem faz aumentar o lucro, seja em meias, seja na cerveja. Todavia, quero fazer uma confissão pública, se a "selecção" jogar com o equipamento alternativo (azul e branco) vou gravar e guardar, não pelo "futebol" mas para mostrar aos meus próximos como as cores de Portugal são mais apelativas do que o verde-tinto imposto a ferros.
Quando era moço tenho vaga ideia de ter lido que o equipamento aletrnativo das selecções portuguesas (não só a de futebol) era branco e azul e que isso estava regulamentado num decreto ou despacho qualquer.
ResponderEliminarConfesso que na época me escapva a razão do branco e azul em alternativa ao verde e encarnado e fiquei intrigado.
Foi antes do tempo em que as cores de equipamentos alternativas serem ao capricho descricionário de cervejeiros ou da mulher das meias.
Cumpts.
Boa tarde sr. Bic Laranja.
ResponderEliminarA fotografia revela o desnorte que assolou este país. A selecção passou a ser o único assunto relevante para os meios de comunicação. Ao sr. de Boliqueime falta a fatia de bolo-rei, ao sr. Meireles faltam a lâmina de barbear e lixívia para tirar as nódoas de tinta da pele. Aos restante membros do grupo falta-lhes crescer e tornarem-se homens. Sois uma tristeza!!
Tudo verdade. Mas reformule lá aquele «sois...» porque a falta de tino, sendo nacional, não é nossa aqui.
ResponderEliminarCumpts. :)