Para que conste. Em esquinas, diametralmente opostas, do cruzamento da Av. 5 de Outubro com a Rua Visconde Valmor, em Lisboa, coabitavam uma mercearia de contas feitas a lápis em papel almaço e um supermercado com pagamentos em caixa registadora eléctrica. Atentem bem, isto nos anos de 1962 a 1965, em que por ali vivi. Como é possível na longa noite de todas as faltas e todas as carências ? Acrescento que o dito supermercado tinha talho e bar-restaurante incluídos. Que horror ! Só pode ser mentira !
Secos e molhados do Comendador Dinis de saudosa memória, chamo a atenção para a coluna da direita - "Fim de tarde em São Bento". É curioso reparar que durante a "longa noite fascista" um deputado - sim: um deputado - tinha liberdade para protestar contra ... a falta de liberdade. Abraço amigo.
Para que conste. Em esquinas, diametralmente opostas, do cruzamento da Av. 5 de Outubro com a Rua Visconde Valmor, em Lisboa, coabitavam uma mercearia de contas feitas a lápis em papel almaço e um supermercado com pagamentos em caixa registadora eléctrica. Atentem bem, isto nos anos de 1962 a 1965, em que por ali vivi. Como é possível na longa noite de todas as faltas e todas as carências ? Acrescento que o dito supermercado tinha talho e bar-restaurante incluídos. Que horror ! Só pode ser mentira !
ResponderEliminarE ai de se juntarem mais de dois frequeses no super (que não existia)! Vinha a P.I.D.E. e era cacetada e todos para o Tarrafal.
ResponderEliminarCumpts.
Secos e molhados do Comendador Dinis de saudosa memória, chamo a atenção para a coluna da direita - "Fim de tarde em São Bento". É curioso reparar que durante a "longa noite fascista" um deputado - sim: um deputado - tinha liberdade para protestar contra ... a falta de liberdade.
ResponderEliminarAbraço amigo.
Sim, Pinto Leite. O mais capaz da «ala liberal» segundo Marcello Caetano. Mas, que é lá isso...?
ResponderEliminarCumpts.