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sábado, 1 de março de 2014

Echos do chi (ki) grego

... Ou a anecdotica simplificação orthographica como assumpção de inconseguimento nas lettras


N'uma bibliotheca alguem perdido:
-- Procuro as «Chronicas» de Pinheiro Chagas...
-- «Kronicas», não quererá dizer...?!
-- Sim, procuro as «Kronicas» de Pinheiro Kagas.


Chi (ki) grego
(Nova Grammatica Portugueza Compilada dos Nossos melhores Auctores e Coordenada para Uso das Escholas por Bento José de Oliveira, 8.ª ed. Coimbra, J. A. Orcel, 1874, pp. 130-131.)




Devo a anecdota á Srta. Carmen, cujo pae conta historias que já não lembram.
(Revisto.)

3 comentários:

  1. Inspector Jaap1/3/14 14:12

    Ora aí está uma das muitas anedotas de salão que já foram apanágio de cultura em tempos idos; mais uma para estes anormais acorditas tentarem perceber a sua (deles) insanidade intelectual:
    Na padaria:
    - Bom dia! Meu senhor quero 3 “pões”.
    - Meu menino, não é “pões” que se diz, é “pães”!
    - É “pões” e não admito que se meta nas minhas “opiniães”.
    - Meu menino, não é “opiniães”, é “opiniões”!
    - Ai é? Então quem tinha razão era eu: dê-me 3 "pões"
    Cumpts

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  2. O raciocínio do menino da anecdota parece que pegou; seguir-se-ha a «unificação» dos «-ões» com o Brasil, será?
    Cumpts.

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  3. Inspector Jaap3/3/14 19:22

    Sem dúvida, que aqueles simiescos bestuntos não dão para mais; daí aos grunhidos cultos de uma vintena (se tanto) de sons, será um (curto) passo.
    Cumpts

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