E.N. 270, km 18, Poço de Boliqueime, 2013.
Este marco rodoviário tem história comigo. Na minha primeira vez ao Algarve -- primeira em carro meu, eu ao volante; houve outra antes, à pendura... -- dei boleia a um magala. Apanhei-o em Setúbal. Tinha viva a minha tropa e as boleias de tantos automobilistas que me não custou nada dar boleia àquele.
Pois bem, larguei o magala por aqui porque ia eu para Loulé e ele mais para o Sotavento. A estação de Boliqueime era a um passo e a Nacional 270 só me servia a mim, não a ele. Larguei-o, pois, e fiz-me à 270. Andados uns metros, porém, vi o marco a anunciar-me 12 kms até Loulé. Um passinho, depois dos duzentos e tal palmilhados. Ia eu com tempo ao que ia e era hora de jantar. Tornei atrás logo ali, ao entroncamento com a 125 e parei num restaurante. Antes telefonei duma cabina a avisar de que ia jantar e não tardaria.
E assim foi. Comi lulas à sevilhana.
Foi no tempo do meu carro preto. O restaurante fechou.
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Loulé 12
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Oh Afonso
ResponderEliminarQue quere dizer?
ResponderEliminarOh Afonso - seria o nome do restaurante, ficava em Boliqueime mesmo em frente das bombas de gasolina da BP (que são ou foram do Cavaco).
ResponderEliminarNão percebi.
ResponderEliminarFoi numa casa de pasto logo no desvio para Loulé.
As bombas foram do velho Teodoro da Silva. Não sei de que o rapaz, o Aníbal, se lhes tenha dedicado. Ele andou a estudar.
Cumpts.
Então não será o mesmo restaurante (é mais um...), o que eu refiro é mesmo na EN 125, à passagem por Boliqueime, ao pé dos sinais (semáforos luminosos) em frente à bomba da gasolina da BP, já referida anteriormente.
ResponderEliminar