HALO-UÍNO
Pela mão de muitas professorazinhas que conspurcam a escola pública, as criancinhas do Minho ao Corvo andam hoje a celebrar a histórica e portuguesa festividade de umas bruxas americanas que vieram para Portugal durante o reinado de D. Dinis. Foram elas (está tudo na Torre do Tombo) que o ensinaram a escrever as cantigas de amigo à luz de velas metidas em abóboras. Diz também a História que D. Fuas Roupinho casou com uma delas, quando fazia surf na Nazaré e que o Professor Karamba vai candidatar-se à compra de 3 escolas. Tens razão, Almada, «isto não é um país, é um sítio e ainda por cima mal frequentado».
João Roque Dias (Livro das Fuças, 31/X/13).
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Exposição «30 Anos de Cultura Portuguesa: 1926-1956» [Henriquina]. Lisboa, c. 1957 [1960].
Estúdio de Mário de Novais, in Bibliotheca d' Arte da F.C.G.
Só uma pergunta: o que se diz acima acontece mesmo????Cumpts
ResponderEliminarCaro "BIC"
ResponderEliminarPermita-me a correcção ...
A FCG erradamente incluíu esta foto no lote da Exposição "30 Anos de Cultura Portuguesa".
Esta foto, alusiva à "Sala do Renascimento" é da "Exposição Henriquina" que teve lugar no Museu de Arte Moderna, e inaugurada em 9 de Agosto de 1960.
Os meus cumprimentos
José Leite
Acontece. Tive ontem deante umas mamãs impantes de orgulho exibindo os amorosos rebentos no telemóvel a caminho da escola mascarados de drácula -- ou de abóbora, já não sei. Diziam que as professorinhas sugeriram e incentivaram assaz. E todos os que víamos as figurinhas dissemos «Ah! que bem, que bem! Tão giros os pequenos.»
ResponderEliminarNão é extraordinário?
Cumpts.
Obrigado. Emendá-lo-ei.
ResponderEliminarCumpts.
Caro "Bic"
ResponderEliminarEu a corrigir "os outros" e enganei-me também ...
Escrevi Museu de Arte Moderna e errei!
A "Exposição Henriquina" teve lugar no Museu de Arte Popular.
Peço desculpa
Cumprimentos
José Leite
É-o, de facto! E estava capaz de apostar que se lhes (às inefáveis progenitoras) fosse perguntado se sabiam do S. Martinho… aos costumes diziam nada. E isso também era extraordinário; já não existimos, de facto, como muito justamente o Bic diz amiúde.
ResponderEliminarCumpts
Obrigado!
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