Tripulação completa (e bem disposta) da linha imperial à partida de Lisboa em 1947. Notai como o radiotelgrafista Serpa foi pôr a orelha justamente entre o polegar e o indicador do mecânico de voo Moura. A legenda é do próprio punho do Sr. C.te Amado da Cunha, único tripulante desta tripulação ainda entre nós.
A fotografia é do fotógrafo Carneiro, da TAP, gentilmente cedida pelo Sr. António Fernandes. Doc. manuscrito apenso também da colecção do Sr. António Fernandes.
Ainda voei com os comandantes Henrique Maya e Amado da Cunha.
ResponderEliminarLeio-o aqui e ainda agora o meu estimado amigo Fernando C. me comentava que conheceu todos os da fotografia. O mundo é pequeno.
ResponderEliminarCumpts.
Alertaram-me esta tarde de que o Cte Henrique Maya de que fala era filho do Cte. Enrique Maya da foto. Estamos em face de pergaminhos.
ResponderEliminarCumpts.
Tem razão. Escrevi com agá e devia tê-lo omitido.
ResponderEliminarRealmente o Henrique, bem como o Pedro, são filhos do comandante Henrique Maya.
Mais, um filho do Henrique, que foi primeiro comissário de bordo, já tem também um filho a voar como piloto.
:)
ResponderEliminarCumpts.
Este avião era por acaso um Super Constellation? Pena não se ver toda a fuselagem.
ResponderEliminarMaria
Este avião era um DC-3, vulgo Dakota,construido pela Douglas Aircraft Co.Fernando C.
ResponderEliminarO avião é um «Douglas» DC-3 "Dakota", com que foi iniciada a "Linha Aérea Imperial" iniciada em 31 de Dezembro de 1946.
ResponderEliminarPercorria a distância, entre Lisboa e Lourenço Marques, de 12.585 Kms com 11 escalas, em cerca de 45 horas.
Mais tarde seriam substituídos, nesta ligação, pelos «Douglas» DC-4, já com 4 reactores.
Os meus cumprimentos
José Leite
A quem interessar aprofundar este tema o prezado José Leite tem publicada curiosíssimas noviades antigas nos seus Restos de Colecção. Só por modéstia o não terá aqui referido.
ResponderEliminarUma precisão sem beliscar a nada. Os motores do Skymaster (DC-4 ou C-54) eram de hélice, não motores de reacção.
Obrigado!
Do cotejo de mais algumas fotografias da colecção do Sr. António Fernandes pude conjecturar que o Dakota aqui fosse o CS-TDD. Mas não posso afiançar.
ResponderEliminarCumpts.
Segundo li algures o CS-TDD passou à F.A.P. em 25/11/1958 e despenhou-se em Cabo Verde precisamente passado um ano, em 25/11/1959.
ResponderEliminarCumpts.
Já houve quem respondesse.
ResponderEliminarCumpts. :)
A propósito do grave acidente de um Dakota da Força Aérea em 1959 e que é referido nos comentários, é possível alguém contar algo sobre o mesmo? Talvez o ilustre comentador José Leite? É que houve sobreviventes e é do meu conhecimento que pelo menos um destes esteve 14 horas no mar até ser salvo. Sei ainda que o comandante (ou o co-piloto?) também sobreviveu mas morreu anos depois num outro acidente aéreo. Nas palavras de minha Mãe (eu não estava em Portugal nessa altura) "foi um acidente terrível."
ResponderEliminarAntecipadamente agradecida por alguma informação.
Maria
Caro "Bic Laranja"
ResponderEliminarUps ! É caso para dizer "Abaixo a reaccção" viva a hélice... :)
Tem toda a razão !!
Grato pela sua indicação, mas nunca utilizaria o seu blog, ou outro, para publicitar o meu.
Os meus cumprimentos
José Leite
Sim, mas e o que é feito dos sobreviventes? Decerto que alguns deles ainda estão vivos. Seria interessante, para lá do sofrimento e pânico por que garantidamente terão passado, descrever como tudo aconteceu. Apesar de tudo há algo de que nos devemos orgulhar, os pouquíssimos (três?) acidentes aéreos que, entre a Força Aérea e a própria T.A.P., ocorreram em Portugal comparativamente com o que se tem passado com outras companhias de aviação das milhares que existem no mundo.
ResponderEliminarSei que houve outro gravíssimo acidente com um Hidro-Avião, aí pelos anos 1954/55. Este acidente foi estranhíssimo porque o avião desapareceu no Oceano a meio caminho da Madeira e nunca mais se soube o que verdadeiramente aconteceu. Fazia parte da tripulação uma hospedeira filha de uns amigos dos meus Pais.
Maria
Eis um bom quebra-cabeça. Com tempo ainda havemos de achar algo a respeito.
ResponderEliminarCumpts.
ResponderEliminarCumpts.
De certeza. Depois dir-lhe-ei por que o afirmo. Entrementes pode ser que apareça algum leitor a esclarecer-nos.
ResponderEliminarMaria