É mais uma manifestação da miserável e bacoca colonização «amaricana» a que estamos sujeitos, em prejuízo da nossa própria língua – dentro de pouco tempo esta expressão será, disso estou certo, substituída definitivamente pelo barbarismo "Halloween", que será, como muito justamente diz o caro Bic no verbete seguinte, uma canga decorada que junge os bovídeos, mas esta, invisível, por destinada aos de 2 patas que por aí pululam - e dos nossos costumes, usos e tradições. Só uma nota bem a propósito: há menos de meia hora, tomei conhecimento pela senhora de que a entrada do prédio onde a mãe habita estava totalmente conspurcada de farinha, entre outras coisas; inquirida uma vizinha, foi-lhe respondido que era do…”dia das bruxas”; mais palavras para quê? Moderniza-te, pá, moderniza-te! Cumpts
Estas festividades halloweenianas são uma parvoíce pegada. Trata-se de mais uma macacada ridícula, importada dos States. Os países católicos, com a excepção da Irlanda - donde aliás ela provém, mas onde nunca foi celebrada como hoje o é nos E.U. - jamais tiveram semelhante tradição. O que estes países celebram desde há séculos, segundo alguns estudiosos já desde a idade média mas com resquícios pagãos adaptados, neste primeiro e segundo dias de Novembro, é o Dia dos Mortos e o Dia de Todos os Santos. Esta imitação algo macabra e despropositada e que é relativamente recente nos países católicos, foi muito alterada em relação às festividades irlandesas, as quais perduram tal e qual desde a sua origem.
A emigração dos irlandeses em massa para os E.U. iniciada no séc. dezanove e levando consigo esta tradição especìficamente irlandesa, tornou-se sobretudo naquele país uma prática corrente. Porém com tantas e tão estranhas alterações nela introduzidas pelos emigrantes protestantes, que igualmente se estabeleceram em elevada percentagem no Novo Mundo, tornou-se obsoleta por nada ter que ver com o genuíno Halloween. Excepto para os norte-americanos que lhe fazem uma publicidade gigantesca e, à força desta, exportam-na para todo o mundo com um retorno nada despiciendo... Além de quererem à força que o modelo de regime de todos os países que tiveram ou irão ter o azar de lhes cair na alçada, seja tirado a papel químico do deles.
Possìvelmente terá sido pelo enorme fluxo de emigrantes protestantes para os E.U., a maioria originária dos países nórdicos, que estas festividades foram totalmente adulteradas, emprestando-lhes uma auréola aterradora em todos os aspectos.
Já se pensou no terror que é incutido nos cérebros das crianças norte-americanas (e que lhes fica para a vida) quando começam de pequeninas a ver e a serem incitadas pelos pais e/ou parentes, a participar em tão estrambólicas 'festas', envergando as mais apavorantes máscaras?
Mas lá está, talvez o facto dos protestantes odiarem os católicos de morte, uns a partir de Lutero, outros de Henrique VIII, faça com que uma tradição católica simples e bela, alegremente celebrada por estes povos, tenha sido fortemente adulterada, tendo aqueles transmudando-a propositadamente numa horrenda bambochata, qual caricatura dela própria. Basta atentar nas imagens de um inacreditável mau gosto que anualmente, por estas alturas, são passadas à saciedade nas várias TV's nacionais e estrangeiras.
Ah, e não esquecer: todos estes rituais norte-americanos assaz doentios - e que lhes rendem uns bons milhões em todo o mundo - que vêm sendo instilados pelos protestantes nos países católicos, já vêm de muito longe. No nosso, só desde há trinta e tal anos. E com a benção dos traidores que venderam a nossa soberania ao grande capital por dez reis de mel cuado, varrendo num ápice todas as nossas tradições de séculos que tanta alegria e paz nos transmitiam como povo, veio para ficar. E daí talvez não. Maria
Obs.: As desconchavadas halloweenadas provocaram em Espanha cinco vítimas, três mortos e dois em estado crítico. Todos com idades entre os 18 e os 25 anos. Dramas terríveis como estes reforçam a ideia da completa inutilidade destas 'festas'. Mas para quem as promove, mais morto, menos morto, é igual ao litro.
É mais uma manifestação da miserável e bacoca colonização «amaricana» a que estamos sujeitos, em prejuízo da nossa própria língua – dentro de pouco tempo esta expressão será, disso estou certo, substituída definitivamente pelo barbarismo "Halloween", que será, como muito justamente diz o caro Bic no verbete seguinte, uma canga decorada que junge os bovídeos, mas esta, invisível, por destinada aos de 2 patas que por aí pululam - e dos nossos costumes, usos e tradições.
ResponderEliminarSó uma nota bem a propósito: há menos de meia hora, tomei conhecimento pela senhora de que a entrada do prédio onde a mãe habita estava totalmente conspurcada de farinha, entre outras coisas; inquirida uma vizinha, foi-lhe respondido que era do…”dia das bruxas”; mais palavras para quê? Moderniza-te, pá, moderniza-te!
Cumpts
Estas festividades halloweenianas são uma parvoíce pegada. Trata-se de mais uma macacada ridícula, importada dos States. Os países católicos, com a excepção da Irlanda - donde aliás ela provém, mas onde nunca foi celebrada como hoje o é nos E.U. - jamais tiveram semelhante tradição. O que estes países celebram desde há séculos, segundo alguns estudiosos já desde a idade média mas com resquícios pagãos adaptados, neste primeiro e segundo dias de Novembro, é o Dia dos Mortos e o Dia de Todos os Santos.
ResponderEliminarEsta imitação algo macabra e despropositada e que é relativamente recente nos países católicos, foi muito alterada em relação às festividades irlandesas, as quais perduram tal e qual desde a sua origem.
A emigração dos irlandeses em massa para os E.U. iniciada no séc. dezanove e levando consigo esta tradição especìficamente irlandesa, tornou-se sobretudo naquele país uma prática corrente. Porém com tantas e tão estranhas alterações nela introduzidas pelos emigrantes protestantes, que igualmente se estabeleceram em elevada percentagem no Novo Mundo, tornou-se obsoleta por nada ter que ver com o genuíno Halloween. Excepto para os norte-americanos que lhe fazem uma publicidade gigantesca e, à força desta, exportam-na para todo o mundo com um retorno nada despiciendo... Além de quererem à força que o modelo de regime de todos os países que tiveram ou irão ter o azar de lhes cair na alçada, seja tirado a papel químico do deles.
Possìvelmente terá sido pelo enorme fluxo de emigrantes protestantes para os E.U., a maioria originária dos países nórdicos, que estas festividades foram totalmente adulteradas, emprestando-lhes uma auréola aterradora em todos os aspectos.
Já se pensou no terror que é incutido nos cérebros das crianças norte-americanas (e que lhes fica para a vida) quando começam de pequeninas a ver e a serem incitadas pelos pais e/ou parentes, a participar em tão estrambólicas 'festas', envergando as mais apavorantes máscaras?
Mas lá está, talvez o facto dos protestantes odiarem os católicos de morte, uns a partir de Lutero, outros de Henrique VIII, faça com que uma tradição católica simples e bela, alegremente celebrada por estes povos, tenha sido fortemente adulterada, tendo aqueles transmudando-a propositadamente numa horrenda bambochata, qual caricatura dela própria. Basta atentar nas imagens de um inacreditável mau gosto que anualmente, por estas alturas, são passadas à saciedade nas várias TV's nacionais e estrangeiras.
Ah, e não esquecer: todos estes rituais norte-americanos assaz doentios - e que lhes rendem uns bons milhões em todo o mundo - que vêm sendo instilados pelos protestantes nos países católicos, já vêm de muito longe. No nosso, só desde há trinta e tal anos. E com a benção dos traidores que venderam a nossa soberania ao grande capital por dez reis de mel cuado, varrendo num ápice todas as nossas tradições de séculos que tanta alegria e paz nos transmitiam como povo, veio para ficar. E daí talvez não.
Maria
Obs.: As desconchavadas halloweenadas provocaram em Espanha cinco vítimas, três mortos e dois em estado crítico. Todos com idades entre os 18 e os 25 anos. Dramas terríveis como estes reforçam a ideia da completa inutilidade destas 'festas'. Mas para quem as promove, mais morto, menos morto, é igual ao litro.