« E ante huũ pouco espaço q̃ se a batalha começasse : vinte ou trinta homẽs de pee portugueses : com grande medo se sayrõ dãtre a carriagẽ hõde estauã pera fugijr: pera Porto de Moos. E os ginetes de Castella q̃ ja andauam darredor da carriagẽ de Portugal os vyrem : e forom a elles : e elles se colherom a huũs vallados de siluas que eram contra Porto de Moos pera hõde elles fugiam. E como porcos aa calcada os matarom todos aas lãçadas que nom ficou nenhuũ. A qual cousa cõ a graça de Deos esforçou mujto aos portugueses que jamais nẽ huũ nom olhou pera fugir : ante dezião que todos queriã morrer como homẽs que morerem como porcos como aquelles que fugiram morrerom. E seendo oras de noa pouco mais ou menos se começou a batalha mortall (...) »
Belíssimo!
ResponderEliminarVivesse hoje o Grande Santo "Condestabre", não conseguiria ir descansar para o Carmo, tal a quantidade de porcos a abater... São Nuno, rogai por nós!
Abraço amigo.
Os meus calorosos cumprimentos por ter tido o patriotismo de assinalar uma data tão importante para os Portugueses (que ainda os há, pode crer) e de o ter feito tão original e vernaculamente.
ResponderEliminarAqui atrasado, este era o dia da Infantaria; e hoje??? Bem, hoje, temo bem que as apagadas e vis gentes que ocupam o rectângulo, que disso não passa, na verdade, sejam os descendentes desses de que fala esse notável trecho que fugiram (ou tentaram) para Porto de Mós e com infantaria a condizer; só espero que o nosso fim colectivo não venha a ser o mesmo, mesmo que com diferentes lanças: as da 5ª coluna que nos sufoca.
Cumpts
Isso é verdade.
ResponderEliminarCumpts.
Ainda é celebrado. É feriado municipal em Mafra, onde está a Escola Prática. Mas hoste que governa é formada de infantarocos da raça dos porcos de Aljubarrota, isso é verdade.
ResponderEliminarCumpts.