O acordo ortográfico deveria ter um maior número de palavras a mudar, de forma a haver uma certa coerência no seu todo.
É inevitável que a língua falada deixe de corresponder à escrita, logo, a escrita é que deve acompanhar o falante, sem cair no absurdo.
Descarregar o descontentamento em pessoas que, muito provavelmente, são obrigadas a escrever assim não contribui para nada a não ser uma felicidade mesquinha.
É que uma coisa posso garantir: essa subgerente não foi a causa desta mudança.
Na minha ignorância, quando se quer mudar uma coisa tem que se acertar no alvo. Distribuir insultos aleatoriamente nunca foi a melhor arma (duvido mesmo que resulte, mas lá está, quem sou eu).
Continuamos a gastar cera com maus defuntos. Quanto ao tal (de) fusível, haverá muito que está fundido, se é que alguma vez chegou a funcionar, coisa dúbia, atendendo ao parco nº de neurónios que povoam aquele bestunto, como se comprova pela pobreza de conteúdo e de forma da sua “intervenção”… Quanto à subgerente: está na cara que não passa de mais uma pobre alma que, assim lhe fora ordenado, passaria a andar a quatro… que eu saiba, (ainda) ninguém foi preso por escrever em Português e a caixadireta ” que eu saiba, não existe, de facto… a ser assim, teríamos o Milenium e por aí afora; que Deus tenha piedade. Cumpts
Eu cada vez menos vejo televisão porque não estou para aguentar com a bosta do aborto ortográfico e para mm ver TV ou ler um jornal que venha escrito nesta aberração para mim é um exercício de tradução, mas nunca me vão ver nem a escrever nem a falar como querem porque eu falo o meu português com as letras todas e com algumas palavras de calão lisboeta porque além de português sou sobretudo lisboeta e tenho que defender a minha língua
O acordo ortográfico deveria ter um maior número de palavras a mudar, de forma a haver uma certa coerência no seu todo.
ResponderEliminarÉ inevitável que a língua falada deixe de corresponder à escrita, logo, a escrita é que deve acompanhar o falante, sem cair no absurdo.
Descarregar o descontentamento em pessoas que, muito provavelmente, são obrigadas a escrever assim não contribui para nada a não ser uma felicidade mesquinha.
É que uma coisa posso garantir: essa subgerente não foi a causa desta mudança.
Provavelmente não foi. Foi alguém servil como ela e ignorante como vossemecê.
ResponderEliminarPassar bem.
Na minha ignorância, quando se quer mudar uma coisa tem que se acertar no alvo. Distribuir insultos aleatoriamente nunca foi a melhor arma (duvido mesmo que resulte, mas lá está, quem sou eu).
ResponderEliminarÓ sua cavalgadura. Os insultos não são aleatórios. São bem dirigidos. Não vê o seu caso?
ResponderEliminarContinuamos a gastar cera com maus defuntos.
ResponderEliminarQuanto ao tal (de) fusível, haverá muito que está fundido, se é que alguma vez chegou a funcionar, coisa dúbia, atendendo ao parco nº de neurónios que povoam aquele bestunto, como se comprova pela pobreza de conteúdo e de forma da sua “intervenção”…
Quanto à subgerente: está na cara que não passa de mais uma pobre alma que, assim lhe fora ordenado, passaria a andar a quatro… que eu saiba, (ainda) ninguém foi preso por escrever em Português e a caixadireta ” que eu saiba, não existe, de facto… a ser assim, teríamos o Milenium e por aí afora; que Deus tenha piedade.
Cumpts
Esta colecção de atrasados mentais é uma praga. Que foi feito do Shelltox, caramba!
ResponderEliminarCumpts.
Eu cada vez menos vejo televisão porque não estou para aguentar com a bosta do aborto ortográfico e para mm ver TV ou ler um jornal que venha escrito nesta aberração para mim é um exercício de tradução, mas nunca me vão ver nem a escrever nem a falar como querem porque eu falo o meu português com as letras todas e com algumas palavras de calão lisboeta porque além de português sou sobretudo lisboeta e tenho que defender a minha língua
ResponderEliminarO que matava que se farta, não é? Que falta, de facto!
ResponderEliminarCumpts
Também proscrevi a televisão de cá por causa do brasileiro em vigor.
ResponderEliminarCumpts.