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quinta-feira, 10 de maio de 2012

Para arquivar em «pastéis de nata»

Aquele ministro, que em tempos menos estéreis seria do fomento e agora é da economia, faz inteiro jus ao ar de tonto que Deus lhe deu e à pasta do governo que lhe saiu na rifa. Tão virtuosa economia de inteligência naquela cachola havia só de dar no que dá. Na milagrosa salvação nacional fomentando o trabalho em dias feriados que hão, afinal, de calhar no fim-de-semana.

Bartoon (Luís Afonso, 10/5/12)
(«Público», 10/V/12.)

3 comentários:

  1. Inspector Jaap11/5/12 12:02

    De facto, é confrangedor verificar que o dito confunde produção com produtividade…
    E, com o desemprego a subir em flecha, cá vai mais uma acha para a fogueira: assim, já é possível despedir mais meia-dúzia deles… e, para isso, nada melhor do que acabar com feriados como o 1º de Dezembro (é mesmo gentinha).
    O que irão fazer os 17% ou mais, de desempregados – para quem é sempre feriado - nesses dias? Ir aos centros de emprego, talvez… que indigência! Merecemos nós mais????
    Duvido!
    Cumpts

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  2. Confunde tudo. Como governante merecíamos. Como pai não fará melhor. E pais assim não se desejam a ninguém.
    Cumpts.

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  3. «Confunde tudo», o pastel de nata, nada doutras confusões.
    Cumpts.

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