Aquele ministro, que em tempos menos estéreis seria do fomento e agora é da economia, faz inteiro jus ao ar de tonto que Deus lhe deu e à pasta do governo que lhe saiu na rifa. Tão virtuosa economia de inteligência naquela cachola havia só de dar no que dá. Na milagrosa salvação nacional fomentando o trabalho em dias feriados que hão, afinal, de calhar no fim-de-semana.

(«Público», 10/V/12.)
De facto, é confrangedor verificar que o dito confunde produção com produtividade…
ResponderEliminarE, com o desemprego a subir em flecha, cá vai mais uma acha para a fogueira: assim, já é possível despedir mais meia-dúzia deles… e, para isso, nada melhor do que acabar com feriados como o 1º de Dezembro (é mesmo gentinha).
O que irão fazer os 17% ou mais, de desempregados – para quem é sempre feriado - nesses dias? Ir aos centros de emprego, talvez… que indigência! Merecemos nós mais????
Duvido!
Cumpts
Confunde tudo. Como governante merecíamos. Como pai não fará melhor. E pais assim não se desejam a ninguém.
ResponderEliminarCumpts.
«Confunde tudo», o pastel de nata, nada doutras confusões.
ResponderEliminarCumpts.