O secretário Viegas foi anteontem à feira dos livros.
O secretário Viegas zurrou dali à imprensa que «não haverá qualquer revisão do acordo ortográfico» (Lusa, 24/IV/2012) depois de asnear há mês e tal que «íamos aperfeiçoar» o denominado Acordo Ortográfico (TVI 24, 28/II/2012). — Como se o esterco se pudesse aperfeiçoar.
O secretário Viegas percebeu em tempos um verbete meu em que dizia que os mentecaptos comprovadamente já redigem leis («Legislador mentecapto», 25/I/2008). Deu-me razão e destaque (v. «Revista de blogs. Escrever bem», Origem das Espécies, 27/1/2008.). — Referia-me em concreto à lei do fumo, mas o tratado do Acordo Ortográfico afina pelo mesmo diapasão.
O secretário Viegas deixou de perceber o que é claro. Comprovadamente o secretário Viegas tornou-se um mentecapto. É um asno. Bem se vê o trabalho que o levou à feira do livro.
(Imagem: The Lycée Times)
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Dum asno
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Eu não compro livros editados em Portugal depois do Aborto Ortográfico e algumas revistas de ciências já vêem contaminadas com este micróbio e só as compro para o meu afilhado que é deficiente estar entretido porque se só fosse por mim só comprava revistas francesas e o meu último elemento é editado em Inglaterra porque o preço que me pedia em Portugal é estupdamente proibitivo para os tempos que correm e se for a mesma mixórdia que foi publicado no site pt.scribd.com (partilha de textos) os 17 euros que pedem pelo livro "Uma Breve História do Tempo" de Stephen Hawking é um assalto enquanto a edição original num inglês britânico, mas não fleumático custou-me apenas 8,50 e veio importado da velha Albion.
ResponderEliminarE no meu blog Com a Cabeça nas Estrelas onde faço traduções de astronomia e ciências relacionadas não uso nem nunca usarei o Aborto Ortográfico sempre condenado pelo Gato Fedorento Ricardo Araújo Pereira
Eu também proscrevi as novas edições em brasileiro. Há muito que ler sem contágio de tamanho esterco.
ResponderEliminarCumpts.
Uma boa forma de se comprar lvros sem ser com o vírus são as vendas de livros manuseados no Metro de Lisboa e CP ou os alfarrábios no último Sábado de cada mês no Príncipe Real ou junto a centenária Bertrand
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