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quinta-feira, 26 de abril de 2012

Desaparecidos

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(Público, 26/IV/2012.)


Há quem admita o mesmo sobre Rui Mateus.

2 comentários:

  1. E apregoam os hipócritas desde há 38 anos que 'isto' é uma democracia. Ah! (interjeição americana para gozar, a valer, qualquer coisa ou pessoa). 'Isto' em que vamos sobrevivendo, é uma tirania mal e porcamente mascarada de democracia em que, com uma desfaçatez assombrosa e à vista de todos, estes grandessíssimos ladrões de colarinho branco (agora lá pelos States mudaram a designação para "colarinho azul") praticaram os maiores crimes de sangue e económicos, levando um País rico à miséria quase total e uma Nação que durante 900 anos foi Gloriosa, à perda da sua Independência.

    Só este crime de lesa-pátria seria suficiente para - a semelhantes bandalhos - ser-lhes decretada prisão perpétua. Mas depois de ler o testemunho de Rui Mateus (apesar de tudo um herói por ter tido a coragem de deixar em livro para a posteridade, as mais criminosas acções que só um escroque da pior espécie é capaz de levar a efeito) o caso muda de figura, para pior. Se mais não fora, só por este acto que pode ser considerado de patriótico, Rui Mateus merece ficar na História. Sem ele, muito do carácter pútrido da personagem em questão ficaria encoberto pela poeira dos tempos e os vindouros provàvelmente considerá-lo-iam um grande português.

    Se lhe acrescentarmos o depoimento ultra-esclarecedor e verdadeiramente aterrador de um sr. Farinha Simões (está na Blogosfera para quem dele quiser tomar conhecimento), enumerando os gravíssimos conluios e as altas traições dos mandantes, afinal os verdadeiros criminosos por detrás dos operacionais - com todos os nomes e apelidos dos envolvidos, preto no branco - que tive oportunidade de ler ontem, então estamos perante a fotografia completa de seres diabólicos que mereceriam, mais do que prisão para a vida, fazer-lhes o mesmo que se fazia em pleno Rossio no século dezoito e até meados do dezanove, aos ladrões, aos criminosos violentos e aos traidores à Pátria.

    Nunca pensei dizer isto em toda a minha vida e que Deus me perdoe, mas ante canalhas desta estirpe e os criminosos (de sangue e económicos) que temos tido como governantes desde Abril, que volte a pena de morte e depressa, para eles sentirem na pele o sofrimento atroz que provocaram a milhões de seres inocentes até à sua morte física, no Ultramar e no Continente. Nesta lista terrorífica estão naturalmente incluídos os assassinatos cometidos a frio e planeados com requintes de malvadez, dos infelizes Sá Carneiro, de Amaro da Costa e de todos os outros inocentes que os acompanhavam no avião. Deste e de outros crimes sem perdão, eles riem-se que nem perdidos pela passividade dos portugueses que nunca os culparam de nada e mais ainda da Justiça (por eles cativa) que não lhes toca nem com uma pena.

    Para aqueles que mostram genuíno arrependimento, descrevem os crimes cometidos, nomeiam os implicados e, o mais importante, revelam as identidades dos MANDANTES e os países e locais da conjura e pedem desculpa aos portugueses, que Deus lhes perdoe os pecados se na Sua infinita bondade assim o entender. Os portugueses de lei jamais o farão.
    Quanto ao traidor-mor e a mais dois ou três da sua igualha, bem, a estes nem postos na roda para serem estraçalhados, como Pombal decretou aos pobres Távoras, seria punição suficiente.
    Maria

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  2. Joe Bernard27/4/12 19:52

    Caramba, mais do mesmo???
    Isto da mocinha que morreu no Algarve já fede... Aliás há muito tempo.
    Não a pobre criança mas a porca da comunicação social mais os poderes instituídos, tão ou mais fedorentos que o próprio caso em si...

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