Um cabeçudo da Porto Editora (uma que publicou ao Casteleiro um vocabulário da língua portuguesa que este, com fundos públicos de vulto, nunca levou a cabo na Academia das Sciencias) desaguou ontem no «Público» a queixar-se de Portugal estar a meio duma «ponte» entre Angola e o Brasil.
Não está.
A «ponte» é metáfora de engenharia domingueira com cálculos da treta.
Este ganancioso viu-se agora aí na margem com um corso de dicionários que não consegue vender ao Brasil e insinua-se, descarado, pela diplomacia portuguesa (e brasileira) para impingir o seu carnaval a Angola e Moçambique?!
O gajo está de tanga. Ele que se jogue ao rio com os dicionários ao pescoço. A ponte é uma miragem.
Adenda:
O artigozinho do tratante tem nove parágrafos. Tirando dois introdutórios (mas que desperdício!), o vocabulário de merceeiro do idioma (assinalado em azul) espraia-se desenvolto nos restantes sete. Rica gramática...
Nem mais!
ResponderEliminarÉ assim mesmo!!!
Boa... e obrigado.
De nada! Obrigado eu.
ResponderEliminarLi esse artigo. Não lhe parece que é bastante ambíguo? Dá uma no cravo, outra na ferradura e "espera que esta história tenha um final feliz"... para os seus negócios, obviamente.
ResponderEliminarO "final feliz" da história é facílimo: SUSPENSÃO; ponto final e acabou.
Tenho apreciado as suas fotografias "de época". Muito interessantes.
Cumprimentos
Alda Maia
E logo a Porto Editora que tanto apreço merecia aos portugueses por ter sido sempre uma Editora de referência, isto até recentemente (não sei exactamente em que altura da 'democracia' ela mudou de agulha) e tudo por puro oportunismo. Que tristeza.
ResponderEliminarLouvados sejam os dois países, Angola e Moçambique, por não terem adoptado e menos ainda ratificado o aborto ortográfico.
Maria
A ambiguidade deslinda-se logo que dá o primeiro erro de português por via do «acordo». Também logo que escoe para Angola (para o Brasil está de chuva!) a tralha que tem encalhada no armazém não nos havemos de admirar que venha dizer que sempre disse que foi tudo uma precipitação.
ResponderEliminarO final feliz é não se acabar isto.
Grato pelo apreço!
Provavelmente mudou a agulha quando Portugal acabou. Sentiu-se livre para agadanhar as sobras.
ResponderEliminarCumpts.
Mais um invertebradozeco que caiu na esparrela de pensar que os antigos colonizados só serviam para engrossar este rebanho de acéfalos que por aqui anda a reboque do Brásiu , essa potência cultural (os 170 milhões de analfabetos, é propaganda maldosa dos anti-acorditas )… cheira-me que , se as coisas correrem bem para o nosso lado, esse, ainda vai ter que utilizar esse material na lareira para aquecer a sala.
ResponderEliminarAté ia a Fátima a pé…Cumpts
Tomo a liberdade de vos remeter para esta ligação, sem quaisquer comentários adicionais
ResponderEliminar.
http://www.franceinter.fr/emission-ailleurs-la-reforme-de-l-orthographe-passe-mal-au-portugal
Cumpts
Com a devida vénia ao blogo "perspectivas"
ResponderEliminarNa lareira? Um 'esperdício. Nos lombos do tratante, bem amarrados para se não perder mem um.
ResponderEliminarCumpts.
Grato pela remissão.
ResponderEliminarCumpts.
Eh, eh, eh!Como sempre, incisivo, ácido e certeiro.
ResponderEliminarCumpts
Perdão. Com a devida vénia à colega francesa de Maria José Abranches, activista da ILC: http://www.facebook.com/JPFMG/posts/246824035410045
ResponderEliminarGrato pela correcção.
ResponderEliminarCumpts.
Grato pela correcção; fui apenas coerente com a minha fonte.
ResponderEliminarCumpts