Tempos houve em que o Exército era o espelho da Nação, pelo menos até Mouzinho, que depois, já não garanto. Agora também é verdade mas numa variante minimalista: O exército é o espelho da nação. Que raio de tempos estes... Cumpts
Quanto à força temos o R.I. de Beja com 36 homens (Ten.-Cor. Brandão Ferreira, «O último discurso do ministro tido como sendo da Defesa Nacional», in O Diabo, 14/II/2012. Das armas nem sei... Cumpts.
Caro Bic: Já li o art.º, notável, como seria de esperar do seu autor; pena foi não ter criado uma ligação directa para ele, para facilitar o seu conhecimento. Quanto à força, fiquei até aliviado, pois se esses valorosos rapazes se dedicarem mesmo ao plantio de batatas, até pode ser que salvem o que resta da Agricultura portuguesa. Quanto às armas, andam por aí, escondidas desde a abrilada à espera de melhores dias para "fazer triunfar a revolução operária... se esses esquerdistas da treta "os" tivessem... Cumpts
Tempos houve em que o Exército era o espelho da Nação, pelo menos até Mouzinho, que depois, já não garanto.
ResponderEliminarAgora também é verdade mas numa variante minimalista:
O exército é o espelho da nação.
Que raio de tempos estes...
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E quanto ao titulo do verbete, caro Bic , pois nem uma coisa, nem outra.
ResponderEliminarCumpts
Quanto à força temos o R.I. de Beja com 36 homens (Ten.-Cor. Brandão Ferreira, «O último discurso do ministro tido como sendo da Defesa Nacional», in O Diabo, 14/II/2012.
ResponderEliminarDas armas nem sei...
Cumpts.
Caro Bic:
ResponderEliminarJá li o art.º, notável, como seria de esperar do seu autor; pena foi não ter criado uma ligação directa para ele, para facilitar o seu conhecimento.
Quanto à força, fiquei até aliviado, pois se esses valorosos rapazes se dedicarem mesmo ao plantio de batatas, até pode ser que salvem o que resta da Agricultura portuguesa.
Quanto às armas, andam por aí, escondidas desde a abrilada à espera de melhores dias para "fazer triunfar a revolução operária... se esses esquerdistas da treta "os" tivessem...
Cumpts