Realmente é uma vergonha o que se passa neste país. Mas o que mais me impressiona é a impunidade desta gente: O Governo determina e cada um faz o que quer!!! A perfeita balda. Pior, como o exemplo demonstra, é uma empresa do Estado!!! Tanho muitas saudades de um país que era ordeiro e em contínua evolução. Sim, podem-me chamar saudosista, fascista, salazarista... Eu assumo!
Caro Joe Bernard , também não vejo mal nenhum na sua auto-adjectivação; todavia, sempre lhe digo que o que me admira é que haja coisas que nos continuem a admirar... a infinita capacidade de resistência do cérebro humano? Cumpts
Há muito que autarquias, empresas públicas ou universidades não respeitam nem governos nem o interesse público. Quando me falam em mais descentralização de poderes até me arrepio. Cada um cuida dos seus interesses e está-se a borrifar para o resto. O regabofe continua e só um Primeiro Ministro mais forte e com outro conhecimento da realidade nacional poderá pôr termo à bandalheira. Lamentavelmente, o último que conhecia a «alma» da nação saiu a 25 de Abril de 1974...
Pois saiu. Diziam que era fascista mas todos sabemos que nesse tempo fascistas eram os que não davam lugar às grávidas no eléctrico. Por acaso ele até era dos que dava. Cumpts.
Realmente é uma vergonha o que se passa neste país.
ResponderEliminarMas o que mais me impressiona é a impunidade desta gente: O Governo determina e cada um faz o que quer!!! A perfeita balda.
Pior, como o exemplo demonstra, é uma empresa do Estado!!!
Tanho muitas saudades de um país que era ordeiro e em contínua evolução.
Sim, podem-me chamar saudosista, fascista, salazarista...
Eu assumo!
Fascista não é de certeza. E o resto não lhe vejo mal.
ResponderEliminarCumpts.
Caro Joe Bernard , também não vejo mal nenhum na sua auto-adjectivação; todavia, sempre lhe digo que o que me admira é que haja coisas que nos continuem a admirar... a infinita capacidade de resistência do cérebro humano?
ResponderEliminarCumpts
Há muito que autarquias, empresas públicas ou universidades não respeitam nem governos nem o interesse público. Quando me falam em mais descentralização de poderes até me arrepio. Cada um cuida dos seus interesses e está-se a borrifar para o resto. O regabofe continua e só um Primeiro Ministro mais forte e com outro conhecimento da realidade nacional poderá pôr termo à bandalheira. Lamentavelmente, o último que conhecia a «alma» da nação saiu a 25 de Abril de 1974...
ResponderEliminarPois saiu. Diziam que era fascista mas todos sabemos que nesse tempo fascistas eram os que não davam lugar às grávidas no eléctrico. Por acaso ele até era dos que dava.
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