Alguém na comissão liquidatária, por caridade, sopre àquele distraído ministro efemeramente nascido no Ribatejo mas natural de Lisboa que Portugal tem uma secular imprensa nacional capaz do melhor e do pior; até de lustrosas edições nesse português de contrafacção tão apazível a nanicos ansiosos por cavalgar a História Istória. Estas distracções saem-me sempre estupidamente caras.
A fotografia do pessoal parado no armazém de tipos da Imprensa Nacional é do Arquivo Fotográfico da C.M.L.
E o regabofe continua...mas o que é que esperavam??? Cumpts
ResponderEliminarNão esperava nada. E nada havia de ser melhor que o pior.
ResponderEliminarCumpts.
Meu caro, todos se alarmam mas neste caso a coisa não é gritante. De facto pode custar 12.000 e não foi por aí além. Os custos de impressão estão relacionados com muitos factores: papel, tinta, quantidades, acabamento. Se este volume tiver 2000 páginas não foi caro, se teve 100 foi caro, se foi impresso a 2 cores foi caro, se foi a 8 cores foi barato, se foi cozido e brochado em capa mole foi assim assim, se foi com capa dura e sobrecapa com badanas foi barato. De notar que o escândalo foi por serem 100 mas se a quantidade fossem 500 pouco mais caro seria. De notar que neste preço deve estar incluído a composição/design e paginação. Se não está foi carito . Mas é necessário saber as características do espécimen. Outra coisa; de facto, para que serve hoje a INCM?? Para editar os livrinhos intelectualóides dos amigos (idos e presentes) do regime?
ResponderEliminarabraço