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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Da distracção

Armazém de venda de tipos, Imprensa Nacional (S.N., 1915)

 Alguém na comissão liquidatária, por caridade, sopre àquele distraído ministro efemeramente nascido no Ribatejo mas natural de Lisboa que Portugal tem uma secular imprensa nacional capaz do melhor e do pior; até de lustrosas edições nesse português de contrafacção tão apazível a nanicos ansiosos por cavalgar a História Istória. Estas distracções saem-me sempre estupidamente caras.


 A fotografia do pessoal parado no armazém de tipos da Imprensa Nacional é do Arquivo Fotográfico da C.M.L.

3 comentários:

  1. Inspector Jaap15/2/12 09:13

    E o regabofe continua...mas o que é que esperavam??? Cumpts

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  2. Não esperava nada. E nada havia de ser melhor que o pior.
    Cumpts.

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  3. João Amorim16/2/12 17:28

    Meu caro, todos se alarmam mas neste caso a coisa não é gritante. De facto pode custar 12.000 e não foi por aí além. Os custos de impressão estão relacionados com muitos factores: papel, tinta, quantidades, acabamento. Se este volume tiver 2000 páginas não foi caro, se teve 100 foi caro, se foi impresso a 2 cores foi caro, se foi a 8 cores foi barato, se foi cozido e brochado em capa mole foi assim assim, se foi com capa dura e sobrecapa com badanas foi barato. De notar que o escândalo foi por serem 100 mas se a quantidade fossem 500 pouco mais caro seria. De notar que neste preço deve estar incluído a composição/design e paginação. Se não está foi carito . Mas é necessário saber as características do espécimen. Outra coisa; de facto, para que serve hoje a INCM?? Para editar os livrinhos intelectualóides dos amigos (idos e presentes) do regime?

    abraço

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