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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Do furo jornalístico

 Não há agora dia em que a imprensa não descubra um maçon. Trabalho fastidioso e de pouca novidade. Notícia seria porventura darmos aí um pontapé numa pedra sem sair um maçon de baixo, muito embora furo jornalístico de nomeada fosse achar um jornalista maçon.


 


Figurões da maçonaria, Público, 12/1/2012 

4 comentários:

  1. Está explicada a defesa dos pedófilos em geral e de um dos mais conhecidos e seu cliente, em particular cuja 'inocência' este Sá Fernandes proclama à outrance. E enquanto os anos vão passando ele vai empochando milhões..., como é a norma em criaturas deste jaez.

    Sob solene juramento (com graves consequências se prevaricarem), pormenor mais do que sabido porque não só vem nos livros como tem sido afirmado por alguns deles, os 'irmãos' prometem defender-se uns aos outros quando qualquer um deles se encontrar em perigo(!) ou em sérios apertos com a justiça, por exemplo. Mesmo se a personagem em questão for um criminoso confesso ou um traficante da pior espécie. E então se se tratar de um político importante (ou de uma personagem de topo de uma empresa, dirigente desportivo famoso, etc.) então está safo.

    O resto - desde todas as áreas estratégicas do poder, com especial incidência na justiça, até à manutenção de todo um povo velada mas sàbiamente controlado para evitar revoltas - está explicado: somos um povo atado de pés e mãos porque governados por um poder oculto. Que ninguém se iluda, não são os eleitores que elegem os governantes, estes não mandam nada. É o poder maçónico por detrás deles. É isto que se passa em todas as 'democracias' do mundo.

    Para quem está possuído pela ganância e pela maldade não há obstáculos que não sejam ultrapassados, com a excepção de um: o Poder Divino. Poder que eles andam a combater há séculos sem resultado. Esta é a verdadeira Força que está acima de tudo e de todos e que os há-de varrer da face da Terra para bem da humanidade.
    Maria

    Obs.: Agora resta saber quem são os advogados, especialmente os que defendem clientes famosos (os comprovadamente corruptos, criminosos, pedófilos e ladrões de colarinho branco) que detêm e/ou detiveram altos cargos públicos - políticos ou na sociedade - para que tudo fique clarinho e transparente como água (não vá o povo pensar que há manobras de bastidores nas decisões tomadas...), conforme eles 'proclamam' aos quatro ventos e há décadas, serem estas as práticas por que se regem como profissionais 'impolutos' e cidadãos acima de qualquer suspeita...

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  2. Inspector Jaap13/1/12 23:25

    Aprecio a sua coragem e desassombro. Um assombro!
    Cumpts

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  3. Fico muito honrada e naturalmente agradecida, com as suas palavras de aprovação.
    Maria

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  4. Defendem-se uns aos outros e castigam-se entre si. O que é este espalhafato senão um ajuste de contas. Já na Moderna foi o mesmo. Fora os bens públicos que nos sugam (o cibermaçon encomendou uns artefactos para o ministério, não foi?) que havíamos nós com isso. Que se traguem uns aos outros como os bichos.
    Cumpts.

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