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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Deputado maçon investiga superespião maçon

 A ver se entendi bem...
 Os jornalistas andam a dizer que um deputado investigador é tão maçon como o super ex-espião investigado. O filme parece ao contrário, mas não é bem isso. O deputado respondeu que os jornalistas sabem mais da maçonaria do que ele. Não negou. Disse que os jornalistas sabem mais da maçonaria do que ele.
 Pois é! Calhando sabem... Ou, como dizia o cigano, isto agora é tudo uma raça pegada.

Raça pegada
(Imagem da Internete. Verbete revisto às dez para o meio-dia de 4.)

7 comentários:

  1. Quem se deve estar a rir baixinho é a Maria... Vêem como eu tinha razão...Cumpts

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  2. estão todos informados, mas ninguém sabe.

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  3. Anónimo4/1/12 19:42

    E estou mesmo, mas isto não é para rir é para chorar lágrimas de sangue.
    Razão tinha Salazar que os tinha controlados (os que deixava viver em Portugal) e quanto à seita pròpriamente dita, era completamente proibida. Salazar sabia o que ela fazia nos países em que era permitida a sua existência: açambarcar e invadir todas as áreas mais importantes dos Estados e ser ela a governar os países por detrás dos dirigentes pretensamente eleitos pelo "povo".
    Se dúvidas houvesse no que a ela é atribuído de MAL, basta verificar o que se passa nos países onde a mesma se movimenta livremente e é raínha. Tudo o que há de humanamente mais horrendo e a que, incrédulos, temos vindo a assistir no nosso país, foi cá introduzido, incentivado e consentido após o 25/4, com a seita a comandar as hostes. Os fantoches que ela nomeou - em conclaves secretos, realizados em Paris um ano antes - como governantes desde então, pertencem quase todos à seita ou jamais chegariam aos opíparos cargos que têm vindo a desempenhar desde Abril. É bom não esquecer que eles se protegem e defendem uns aos outros por mais crimes, de sangue e políticos, que cometam, os quais aliás têm toda a liberdade de o fazer (quando não são mesmo obrigados a isso). E se pensarmos que eles dominam com mãos de ferro todas as áreas sensíveis e mais importantes do poder, influenciando toda a política criminosa que se vem praticando desde Abril que, dentre outras consequências terrìvelmente gravosas, nos conduziu a três bancarrotas, temos o quadro perfeito do inferno em caímos que nem patinhos.

    Sem esquecer, horror dos horrores, os piores crimes que um ser humano mìnimamente decente é capaz de suportar e muito menos de aceitar: a introdução em Portugal, com a chegada da ignóbil "democracia", de todas as redes de tráfico do mais degradante que habita ao cimo da terra e que proliferam em todas as "democracias" e anteriormente inexistentes em Portugal.
    Por tudo e isto e muito mais, este regime está podre desde o seu início e condenado a desaparecer. Quando? Não se sabe. Mas quanto mais depressa melhor. O que, sim, se sabe, é que esse dia chegará para bem de Portugal e da saúde mental e física dos portugueses.

    Afinal Salazar, apesar de todas as suas limitações pessoais e políticas, foi um mestre ao detectar com muitos anos de antecedência os nomes e apelidos daqueles que viriam a ser os verdadeiros coveiros de Portugal. E, sabendo a massa pútrida de que são feitos, foi sábio o suficiente para mantê-los bem longe do país. Com tudo o que fez em benefício do país e dos portugueses e nada em seu proveito próprio, Salazar foi um Grande Governante, um Grande Português e um Grande Patriota. Mesmo que os coveiros de Portugal, possessos e possuidores de inveja e ódio, andem a berrar há quase quatro décadas hipócrita e cìnicamente o contrário. Pudera!, enquanto o Estadista existiu os criminosos e traidores não puderam apossar-se das enormes riquezas do país (que os faziam salivar e como abutres ansiosamente à espera de lhes cravar as garras) e destruir a paz e alegria dos portugueses. Era pois natural que o odiassem e desejassem a sua morte. A mesma que por razões inversamente opostas os portugueses desejam a todos eles com carácter de urgência.

    Os países permanecem, os pulhíticos passam.
    Maria

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  4. Bic Laranja6/1/12 23:52

    Parece bem que sim.
    Cumpts.

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  5. Bic Laranja6/1/12 23:57

    Calhando é verdade. O esquema daquela seita danada é em pirâmide. Só um dos lojistas conhece o chefe para receber as ordens. Os outros são para os trabalhinhos que houver.
    Cumpts.

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  6. Bic Laranja7/1/12 00:12

    Quando lhes dá para o espalhafato é porque se zangaram as comadres. Já foi assim no caso da Moderna. É mais do mesmo. Estes irmãos por certo andavam a galgar mais do que lhes competia e precisavam de ser arrumados. São subversivos como o eram os comunistas e Salazar não os topava por isso; eram eles ou Portugal. Não são de fiar e por isso se mordem. Andam todos ao mesmo, à cata do poder, por isso se confundem tanto as agremiações aventaleiras com os partidos políticos.
    Cumpts.

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  7. Anónimo7/1/12 02:34

    Mas não é só por isso que descreve, que eles são maléficos para os povos. O pior é o que se passa dentro de portas e em secretísmo absoluto.

    Vi há cerca de dois ou três anos um programa, creio que da Oprah W. (tenho quase a certeza que foi num programa dela), em que uma rapariga nova com uma filha ainda bebé, descrevia com quase todos os pormenores o que se passava/passa dentro dessas reuniões secretas de seitas tipo 'Skull and Bones' (uma das principais lojas maçónicas lá do sítio) e outras. Contava ainda que em as todas reuniões secretas se passava o mesmo: os bebés (e crianças de tenra idade) eram torturados até à morte. Fazia parte do ritual e ela presenciava mas não podia fazer nada. Disse que ninguém - os que pertenciam a essas seitas e os convidados a frequentar essas reuniões - estranhava o que acontecia, fazia parte do ritual. Ao ser-lhe perguntado porquê que ia a reuniões onde cruéis torturas em seres humanos indefesos se praticavam secretamente, designadamente na sua própria bebé, ela respondeu que era assim naquela e noutras seitas e que ninguém estranhava. É claro que pela estranhíssima tranquilidade com que a rapariga descreveu o seu caso, só se pode deduzir que entrava para as reuniões drogadíssima e delas saía de igual modo, sem sequer se aperceber o que se estava a passar diante dos seus olhos - como aliás todos os fortemente drogados o afirmam quando cometem actos criminosos ou de loucura. Como de resto ela deu a entender.

    Este programa foi passado em directo na televisão norte-americana e se não foi censurado (visto lá também haver censura e da grande ou não fosse ela 'a maior democracia' como se auto-proclama e o país 'mais progressista do mundo' como se auto-define...) ainda por lá deve existir para quem o quiser ver.
    Maria

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