A S.I.C. de notícias antecipou o expresso da meia-noite esta semana? Pôs hoje ali o Ricardo Costa a chocalhar sobre a Grécia. Vá então daqui mais um postalinho.
Templo de Zeus (Olimpieu) e vista da Acrópole, Atenas, 2007.
Belíssimo, Caro Bic! Toda esta questão recorda-me aquela cena do filme «300», em que o Rei Leónidas dá um pontapé ao emissário persa, lançando-o para dentro do poço sem fundo, enquanto gritava »This is Sparta!». Apetece gritar: «Isto é a Grécia!». Ou, ainda com mais força e convicção: «Isto é Portugal!», e enviar todos os emissários internos e externos do império maléfico da UE e dos globalistas para o poço sem fundo...
Não deixa de ser quase elegíaco, mais do que de vibrante resistência, o conteúdo dos dois comentários anteriores (os dois primeiros, no momento em que escrevo). Sim, é certo, a Grécia é o nosso berço civilizacional - pelo menos é geralmente aceite como tal, e veja-se no que deu... - e sim, é certo, entristece, dói, ver a nossa soberania reduzida a pouco mais do que simbolismo.
Mas nada disso afasta uma ou duas verdades cristalinas e duríssimas. Anos e anos a fio entretivemo-nos a usar de forma longe de edificante somas astronómicas que nos foram confiadas como devedores de bem; anos e anos a fio criámos uma economia que depende, no mais fundo de si mesma, do financiamento externo e permitimos que o estado (o "e" minúsculo não é inocente) adoptasse reiterada e impunemente práticas que a uma família ou a uma empresa, desde que não encostadas a esse estado, teriam há muito levado à falência, à desonra, à prisão, à indigência.
Acontece que aqueles que nos emprestam esse dinheiro, em cuja disponibilidade nos viciámos, perderam a confiança em nós. Acontece que a "Europa", essa mítica figura de onde sempre vinha a solução para as nossas aflições, sem grande incómodo para nós (parece que um nosso idolatrado político tinha e tem o hábito de afirmar que o dinheiro aparece sempre; o que para ele é absolutamente verdadeiro), também a perdeu. E não nos compete reconhecer-lhes razão?
E agora? Agora continuamos a precisar desesperadamente desses dinheiros e quem os tem impõe-nos condições draconianas para lhe acedamos. Culpa desses nosso credores e financiadores? Será solução moder a mão que nos dá de comer? Estamos conscientes das consequências de nos condenarmos a viver em autarcia, entregues apenas a nós próprios?
Verdadeiramente insuportável é o facto de que quem nos trouxe a este abismo se mantenha impune, ufano e confortável nas suas prebendas e sinecuras, seja "estudando" em Paris, seja arrogantemente vomitando barbaridades insultuosas do alto da sua impunidade parlamentar, para onde incrivelmente voltou a ser eleito, ou nos seus altos cargos de direcção empresarial ou partidária, ou aos microfones de uma comunicação dita social que adora abjectamente essa gente. Enquanto assim for, e ainda que em consequência de medidas tecnicamente impecáveis e verdadeiramente inevitáveis, um cêntimo que levem dos nossos salários, um átomo cortado aos serviços públicos, um minuto a mais aplicado aos horários de trabalho, um qualquer aumento de impostos, o que seja a que se possa chamar "austeridade", é coisa de uma injustiça, de uma iniquidade, de uma imoralidade verdadeiramente criminosas.
Se as "frauleins" frequentarem Atenas nas suas férias, ao menos deixarão lá algum dinheiro. E, para que lá vão, aquilo terá que estar, presume-se, minimamente preservado. Tudo visto, nem é mau. Nem que seja em nome da História... A ver se nós arranjamos por cá coisa similar.
Culpa, não direi. Eu não votei neles e muito menos o fiz da segunda vez, por exemplo, quando só um absoluto boçal não entenderia o rumo que as coisas tomavam.
Mas pagar, todos o temos. Empobrecer penosamente, enfrentar miséria que julgávamos de vez remetida ao passado, abandonar ilusões ou até projectos que se tinham como consideravelmente seguros e fundamentados, temer - e muito - pelo nosso futuro e o dos nosso filhos.
Isso todos teremos que fazer e enfrentar. Agora é escolhermos a forma menos dolorosa de fazer algo que causará, sempre, muita dor.
Casa onde não há pão..., isto só para dizer só duas palavras. A falta de pão deve-se aos usurários, que depois de nos terem roubado e espoliado as riquezas vêm com essas mais valias extorquir o pouco que ainda nos resta, seguramente não vai ficar mais nada para roubar, e o dinheiro não se come.
Caro Costa: inútil seria dizer que subscrevi inteiramente o teor das suas declarações acima, as quais, se me é permitido, enfermam apenas de uma pequena imprecisão: o nosso regime político só tem um nome: cleptocracia. Cump.
Se lhe parece. Eu, por mim, nunca avalizei usurpadores infames trajados de democratas. Mas uma coisa é medir-lhes a pinta, outra é travar-lhes o passo. Se havia maneira disso então deitem-me as culpas. Caso contrário... Cumpts.
Desmandos temos aí muitos. E ganância há de sobra. Quereriam os donos da massa receber quando, ingénua ou estupidamente financiavam uma trupe de comediantes como a que sabemos? Ou o fito era outro?... Eis a onde chegámos, pois.
Empobrecer já empobrecemos vai para 40 anos. Há muita riqueza não remível a cifrões que nem entendida é por venais contabilistas. Mas não entender que prescindir de receitas alfandegárias e torrar meios de produção valiosos à conta disso nem de merceeiro é. Só pode ser de gente que o elementar decoro tolhe de dizer o nome. Cumpts.
Eu não ralho. Mas pergunto se é de gente honrada emprestar dinheiro a quem não dá garantia de poder pagar. Que razão lhe assiste ao depois para exigir que honradamente devedores assim lhe paguem. Cumpts.
O Soares, além de ser o mais oportunista, cínico e aldrabão de todos quantos levaram este país à ruína, é seguramente o maior culpado do estado de penúria e pré-bancarrota em que o país se encontra. Foi ele que à revelia dos portugueses nos enfiou à pressa na 'Europa'. Foi ele que só dizia a torto e a direito, em tudo o que era comício, manifestação ou discursata , que era do nosso máximo interesse aderirmos o mais depressa possível à União Europeia. Foi ele que, por interpostos negociadores europeus mundialistas , mas com ele sempre na retaguarda como não poderia deixar de ser, nos enfiou com o euro pelo país adentro, destruíndo propositada e malèficamente uma das moedas com maior cotação e valor nominal a nível mundial, como foi o escudo, a troco de outra que não só nos roubou brutalmente o poder de compra como nos empobreceu miseràvelmente. Estes foram actos políticos criminosos praticados com segundas intenções e todos nós sabemos quais. Uma delas foi enriquecer obscenamente bem como os seus apaniguados mais os seus milhares de fiéis servidores, à custa dos biliões que jorravam no país - metade deles voaram para os respectivos off-shores .
Era ele que nos matraquiava sistemàticamente que uma vez 'na Europa' Portugal tornar-se-ia da noite para o dia num país progressivo, desenvolvido, moderno e ... muito rico! Um país onde a miséria, a imigração, o desemprego e a pobreza desapareceriam num ápice e para todo o sempre. Nunca houve tantos emigrantes como nos últimos anos e os político até os incentivam a partir, imagine-se a hipocrisia! Hoje sabe-se que toda a sua verborreia foi a mais monstruosa mentira embrulhada em falinhas mansas e doses de bonomia q.b., a que este pobre país jamais assistiu. Mentiras descaradas em que o povo acreditou religiosamente e engoliu como verdades inquestionáveis, contudo mais não eram do que frases venenosas e mortais.
O nosso país nunca foi tão mal gerido e o nosso povo nunca se sentiu tão infeliz, triste e desesperado por não vislumbrar uma saída consequente para alterar o estado deplorável em que se encontra, como no presente. Portugal tem sido governado desde Abril por ladrões, delinquentes e psicopatas. Tudo o que nos foi prometido por esta máfia, pior do que a siciliana, não teve outro fim senão enganar os portugueses para, por interposta U.E . e seus governantes-fantoches a mando do capital, satisfazer os desígnios obscuros e secretos dum punhado de mundialistas diabólicos que, a partir da casa-mãe situada em Filadélfia, dominam o globo e cujo único propósito é a pouco e pouco e através de todos os meios ao seu alcance (medicamentos alterados que originam doenças terríveis e mal-formações em fetos, alimentos genèticamente modificados que provocam o cancro, células de animais repugnantes (ratos) injectadas noutros (porcos e vacas) cujas consequências gravíssimas irão chegar não tarda muito, vacinas que matam, água com quantidades elevadas de fluor (isto nos E.U., mas e será só lá?) que causam danos irreversíveis no ser humano, acidentes rodoviários e ferroviários, naufrágios, terramotos, maremotos, quedas de aviões quase diárias causando a morte a milhares de pessoas inocentes, etc., tudo isto para reduzir a população mundial em metade até, segundo dizem, 2025.
Todos estes actos de sacrificar populações inteiras e Nações, traduzem a maldade no seu mais elevado grau e os pseudo políticos que nos trouxeram a malfazeja democracia, a começar por esse grandessíssimo traidor que foi e é Soares, personificam o diabo tal como ele nos é descrito nos textos sagrados. A maldade em todas as suas formas mais elaboradas está excelentemente representada nos espíritos intrìnsecamente maus de todos aqueles que estão a destruir os países ditos democráticos e até os que o não são. A maldade mais não é do que o diabo em figura de gente. E temos todos os dias constantes e flagrantes exemplos disso. O diabo e a crueldade gratuita, são uma e a mesma coisa. O diabo é sinónimo da mais genuína maldade e um não pode viver sem a outra. Se os homens justos e bons não a des
É capaz de ser bom ir dando umaa vista de olhos enquanto aquilo não se torna tudo numa colónia balnear de frauleines...
ResponderEliminarBelíssimo, Caro Bic!
ResponderEliminarToda esta questão recorda-me aquela cena do filme «300», em que o Rei Leónidas dá um pontapé ao emissário persa, lançando-o para dentro do poço sem fundo, enquanto gritava »This is Sparta!».
Apetece gritar: «Isto é a Grécia!».
Ou, ainda com mais força e convicção: «Isto é Portugal!», e enviar todos os emissários internos e externos do império maléfico da UE e dos globalistas para o poço sem fundo...
Cumprimentos.
Não deixa de ser quase elegíaco, mais do que de vibrante resistência, o conteúdo dos dois comentários anteriores (os dois primeiros, no momento em que escrevo). Sim, é certo, a Grécia é o nosso berço civilizacional - pelo menos é geralmente aceite como tal, e veja-se no que deu... - e sim, é certo, entristece, dói, ver a nossa soberania reduzida a pouco mais do que simbolismo.
ResponderEliminarMas nada disso afasta uma ou duas verdades cristalinas e duríssimas. Anos e anos a fio entretivemo-nos a usar de forma longe de edificante somas astronómicas que nos foram confiadas como devedores de bem; anos e anos a fio criámos uma economia que depende, no mais fundo de si mesma, do financiamento externo e permitimos que o estado (o "e" minúsculo não é inocente) adoptasse reiterada e impunemente práticas que a uma família ou a uma empresa, desde que não encostadas a esse estado, teriam há muito levado à falência, à desonra, à prisão, à indigência.
Acontece que aqueles que nos emprestam esse dinheiro, em cuja disponibilidade nos viciámos, perderam a confiança em nós. Acontece que a "Europa", essa mítica figura de onde sempre vinha a solução para as nossas aflições, sem grande incómodo para nós (parece que um nosso idolatrado político tinha e tem o hábito de afirmar que o dinheiro aparece sempre; o que para ele é absolutamente verdadeiro), também a perdeu. E não nos compete reconhecer-lhes razão?
E agora? Agora continuamos a precisar desesperadamente desses dinheiros e quem os tem impõe-nos condições draconianas para lhe acedamos. Culpa desses nosso credores e financiadores? Será solução moder a mão que nos dá de comer? Estamos conscientes das consequências de nos condenarmos a viver em autarcia, entregues apenas a nós próprios?
Verdadeiramente insuportável é o facto de que quem nos trouxe a este abismo se mantenha impune, ufano e confortável nas suas prebendas e sinecuras, seja "estudando" em Paris, seja arrogantemente vomitando barbaridades insultuosas do alto da sua impunidade parlamentar, para onde incrivelmente voltou a ser eleito, ou nos seus altos cargos de direcção empresarial ou partidária, ou aos microfones de uma comunicação dita social que adora abjectamente essa gente. Enquanto assim for, e ainda que em consequência de medidas tecnicamente impecáveis e verdadeiramente inevitáveis, um cêntimo que levem dos nossos salários, um átomo cortado aos serviços públicos, um minuto a mais aplicado aos horários de trabalho, um qualquer aumento de impostos, o que seja a que se possa chamar "austeridade", é coisa de uma injustiça, de uma iniquidade, de uma imoralidade verdadeiramente criminosas.
Se as "frauleins" frequentarem Atenas nas suas férias, ao menos deixarão lá algum dinheiro. E, para que lá vão, aquilo terá que estar, presume-se, minimamente preservado. Tudo visto, nem é mau. Nem que seja em nome da História... A ver se nós arranjamos por cá coisa similar.
Saudações,
Costa
há um expressão na minha língua " temos todos manteiga na cabeça "o que significa" temos todos culpa da situação "
ResponderEliminarCulpa, não direi. Eu não votei neles e muito menos o fiz da segunda vez, por exemplo, quando só um absoluto boçal não entenderia o rumo que as coisas tomavam.
ResponderEliminarMas pagar, todos o temos. Empobrecer penosamente, enfrentar miséria que julgávamos de vez remetida ao passado, abandonar ilusões ou até projectos que se tinham como consideravelmente seguros e fundamentados, temer - e muito - pelo nosso futuro e o dos nosso filhos.
Isso todos teremos que fazer e enfrentar. Agora é escolhermos a forma menos dolorosa de fazer algo que causará, sempre, muita dor.
Saudações,
Costa
Casa onde não há pão..., isto só para dizer só duas palavras. A falta de pão deve-se aos usurários, que depois de nos terem roubado e espoliado as riquezas vêm com essas mais valias extorquir o pouco que ainda nos resta, seguramente não vai ficar mais nada para roubar, e o dinheiro não se come.
ResponderEliminarCaro Costa:
ResponderEliminarinútil seria dizer que subscrevi inteiramente o teor das suas declarações acima, as quais, se me é permitido, enfermam apenas de uma pequena imprecisão: o nosso regime político só tem um nome: cleptocracia. Cump.
Melhor deixar a poeira assentar primeiro.
ResponderEliminarCumpts.
Pois a esta hora notam-se mais emissários «persas» camuflados em Esparta. Muitos mais. E nada espartanos, antes pelo contrário.
ResponderEliminarCumpts.
Se lhe parece. Eu, por mim, nunca avalizei usurpadores infames trajados de democratas. Mas uma coisa é medir-lhes a pinta, outra é travar-lhes o passo. Se havia maneira disso então deitem-me as culpas. Caso contrário...
ResponderEliminarCumpts.
Desmandos temos aí muitos. E ganância há de sobra. Quereriam os donos da massa receber quando, ingénua ou estupidamente financiavam uma trupe de comediantes como a que sabemos? Ou o fito era outro?...
ResponderEliminarEis a onde chegámos, pois.
Empobrecer já empobrecemos vai para 40 anos. Há muita riqueza não remível a cifrões que nem entendida é por venais contabilistas. Mas não entender que prescindir de receitas alfandegárias e torrar meios de produção valiosos à conta disso nem de merceeiro é. Só pode ser de gente que o elementar decoro tolhe de dizer o nome.
ResponderEliminarCumpts.
Eu não ralho. Mas pergunto se é de gente honrada emprestar dinheiro a quem não dá garantia de poder pagar. Que razão lhe assiste ao depois para exigir que honradamente devedores assim lhe paguem.
ResponderEliminarCumpts.
O Soares, além de ser o mais oportunista, cínico e aldrabão de todos quantos levaram este país à ruína, é seguramente o maior culpado do estado de penúria e pré-bancarrota em que o país se encontra. Foi ele que à revelia dos portugueses nos enfiou à pressa na 'Europa'. Foi ele que só dizia a torto e a direito, em tudo o que era comício, manifestação ou discursata , que era do nosso máximo interesse aderirmos o mais depressa possível à União Europeia. Foi ele que, por interpostos negociadores europeus mundialistas , mas com ele sempre na retaguarda como não poderia deixar de ser, nos enfiou com o euro pelo país adentro, destruíndo propositada e malèficamente uma das moedas com maior cotação e valor nominal a nível mundial, como foi o escudo, a troco de outra que não só nos roubou brutalmente o poder de compra como nos empobreceu miseràvelmente. Estes foram actos políticos criminosos praticados com segundas intenções e todos nós sabemos quais. Uma delas foi enriquecer obscenamente bem como os seus apaniguados mais os seus milhares de fiéis servidores, à custa dos biliões que jorravam no país - metade deles voaram para os respectivos off-shores .
ResponderEliminarEra ele que nos matraquiava sistemàticamente que uma vez 'na Europa' Portugal tornar-se-ia da noite para o dia num país progressivo, desenvolvido, moderno e ... muito rico! Um país onde a miséria, a imigração, o desemprego e a pobreza desapareceriam num ápice e para todo o sempre. Nunca houve tantos emigrantes como nos últimos anos e os político até os incentivam a partir, imagine-se a hipocrisia!
Hoje sabe-se que toda a sua verborreia foi a mais monstruosa mentira embrulhada em falinhas mansas e doses de bonomia q.b., a que este pobre país jamais assistiu. Mentiras descaradas em que o povo acreditou religiosamente e engoliu como verdades inquestionáveis, contudo mais não eram do que frases venenosas e mortais.
O nosso país nunca foi tão mal gerido e o nosso povo nunca se sentiu tão infeliz, triste e desesperado por não vislumbrar uma saída consequente para alterar o estado deplorável em que se encontra, como no presente. Portugal tem sido governado desde Abril por ladrões, delinquentes e psicopatas. Tudo o que nos foi prometido por esta máfia, pior do que a siciliana, não teve outro fim senão enganar os portugueses para, por interposta U.E . e seus governantes-fantoches a mando do capital, satisfazer os desígnios obscuros e secretos dum punhado de mundialistas diabólicos que, a partir da casa-mãe situada em Filadélfia, dominam o globo e cujo único propósito é a pouco e pouco e através de todos os meios ao seu alcance (medicamentos alterados que originam doenças terríveis e mal-formações em fetos, alimentos genèticamente modificados que provocam o cancro, células de animais repugnantes (ratos) injectadas noutros (porcos e vacas) cujas consequências gravíssimas irão chegar não tarda muito, vacinas que matam, água com quantidades elevadas de fluor (isto nos E.U., mas e será só lá?) que causam danos irreversíveis no ser humano, acidentes rodoviários e ferroviários, naufrágios, terramotos, maremotos, quedas de aviões quase diárias causando a morte a milhares de pessoas inocentes, etc., tudo isto para reduzir a população mundial em metade até, segundo dizem, 2025.
Todos estes actos de sacrificar populações inteiras e Nações, traduzem a maldade no seu mais elevado grau e os pseudo políticos que nos trouxeram a malfazeja democracia, a começar por esse grandessíssimo traidor que foi e é Soares, personificam o diabo tal como ele nos é descrito nos textos sagrados. A maldade em todas as suas formas mais elaboradas está excelentemente representada nos espíritos intrìnsecamente maus de todos aqueles que estão a destruir os países ditos democráticos e até os que o não são. A maldade mais não é do que o diabo em figura de gente. E temos todos os dias constantes e flagrantes exemplos disso. O diabo e a crueldade gratuita, são uma e a mesma coisa. O diabo é sinónimo da mais genuína maldade e um não pode viver sem a outra. Se os homens justos e bons não a des
Leia-se "matraqueava", não matraquiava.
ResponderEliminarMaria
Descontada uma ou outra hipérbole, "chapeau"! Cump.
ResponderEliminarRais'Esparta o azar!
ResponderEliminarA.v.o.
Os meus redobrados agradecimentos, Alves Pereira.
ResponderEliminarMaria
:) Cumpts.
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