Uma Teresa Domingos tradutora da Traduprime empenhou-se muito em decepar «detectives» nas legendas do Castle, mas o modo como se aprimorou em acentuar o ditongo em «super-heróis» prova o que se já sabia. A grafia macaca‑casteleira fez-se apenas para mutilar as consoantes etimológicas que o Brasil abomina, nada mais.
Fr. Luís do Monte Carmelo, Compendio de Orthografia &c, Lisboa, 1767.
Isso não dá no AXN? Eu já deixei de ver essa cloaca faz algum tempo... a propósito da "infelizmência" da "tradutora" e da respectiva empregadora: no seu "sítio" pode ver-se
ResponderEliminarPara, logo a seguir:
Que tal a salgalhada?
De que se admira? Se calhar não sabem mesmo mais…
Cumpts.
diacho! as imagens perderam-se...
ResponderEliminaré, seguramente pessoal que tinhas umas luzes (de candeia a petróleo, provàvelmente, de Português e agora, é isto: nada é erro...
ResponderEliminarmas o acento é (mesmo) delicioso, lá isso é...
cumpts
A-D-O-R-E-E-I- a grafia macaca-casteleira.
ResponderEliminarParabéns pela observação!
Acho que sei a que se refere. Aquilo não presta para nada. Bárbaro por bárbaro melhor é ver em alemão.
ResponderEliminarCumpts.
Pois é. É do cânone de 1945.
ResponderEliminarCumpts.
Obrigado!
ResponderEliminarCumpts.
A palavra super-heróis não muda com o Acordo Ortográfico. Questione-se, mas com propriedade.
ResponderEliminarAi não?
ResponderEliminarUm herói que permanece super-heróico, portanto.
ResponderEliminarMeus caros,
ResponderEliminarAgradecemos a vossa atenção.
Só uma nota: Erros acontecem. E quem não os dá, ou mente, ou não sabe o que diz.
Em muitas horas de emissão, se esse é o único erro/lapso/gralha a apontar, muito obrigado!
Só nos dá a certeza de estar entre as melhores empresas de tradução.
Continuem a acompanhar as emissões dos canais de TV para os quais trabalhamos com orgulho e continuem a dar conta das nossas falhas, que também as temos...
Temos sobretudo a humildade de reconhecer as nossas falhas.
Não nos revemos, porém, nos comentários absurdos, despropositados e de pobre escolha de quem usa termos como "grafia macaca‑casteleira " quando apenas comenta desconhecendo, talvez, por completo o trabalho que está por detrás de uma tradução e legendagem.
Cumprimentos e parabéns ao Blog!
NS
Respondo-vos só agora porque só agora dei conta de que cá andastes. Escusado era pordes-vos em bicos com afirmações de humildade, especialmente se logo em seguida descaís em adjectivação sobranceira ao estilo do autor. Soubésseis ler e interpretar o que se diz e veríeis que o remoque é a venda apressada do idioma ao interesse estratégico do Brasil e aos idiotas úteis, como a traduprime, que sem espinha nem brio pátrio se vergam à mutilação macaca-casteleira do português. Para gente que se vangloria do labor esforçado que põe nas traduções havia de se vos perceber a correspondente responsabilidade em não abastardar um idioma secular e tão rico que vos dá sustento. É isso que não vos noto. Podeis morrer de trabalho que não passais de mercenários.
ResponderEliminarIde!
Obrigada por escrever de uma maneira tão correcta!!! O uso do VÓS está vivo e recomenda-se, ao contrário do que fazem crer na televisão e gramáticas de ensino de português para estrangeiro!!
ResponderEliminarUso sempre o pronome pessoas VÓS e nunca "vocês", palavra que abomino!
Obrigada e um bem-haja!!
E no ensino oficial da instrução primária. Soube há dias do caso e fiquei abismado. Não se ensina a conjugação da segunda pessoa do plural às nossas crianças. Porque se não usa, dizem. Ensina-se em lugar disso a conjugação da terceira do plural, com "vocês", como se fosse um pronome. Andará tudo doido no ministério da Educação Nacional?!
ResponderEliminarObrigado pelo apreço. Bem-haja igualmente.
Antes defendêsseis o digno trabalho dos tradutores, com condições de trabalho adequadas ao seu esforço, e vinculação laboral além do miserável recibo-verde.
ResponderEliminarMuito bem.
ResponderEliminarCumpts.
Não é doidice. Trata-se de estupidificar e empobrecer.
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