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domingo, 20 de novembro de 2011

A base única do acordo ortográfico

 Uma Teresa Domingos tradutora da Traduprime empenhou-se muito em decepar «detectives» nas legendas do Castle, mas o modo como se aprimorou em acentuar o ditongo em «super-heróis» prova o que se já sabia. A grafia macaca‑casteleira fez-se apenas para mutilar as consoantes etimológicas que o Brasil abomina, nada mais.


 


Compendio de Orthografia (Fr. Luís de Monte Carmelo, 1767)
Fr. Luís do Monte Carmelo, Compendio de Orthografia &c, Lisboa, 1767.

17 comentários:

  1. Isso não dá no AXN? Eu já deixei de ver essa cloaca faz algum tempo... a propósito da "infelizmência" da "tradutora" e da respectiva empregadora: no seu "sítio" pode ver-se

    Para, logo a seguir:


    Que tal a salgalhada?
    De que se admira? Se calhar não sabem mesmo mais…
    Cumpts.

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  2. diacho! as imagens perderam-se...

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  3. é, seguramente pessoal que tinhas umas luzes (de candeia a petróleo, provàvelmente, de Português e agora, é isto: nada é erro...
    mas o acento é (mesmo) delicioso, lá isso é...
    cumpts

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  4. Joe Bernard21/11/11 18:03

    A-D-O-R-E-E-I- a grafia macaca-casteleira.
    Parabéns pela observação!

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  5. Bic Laranja21/11/11 20:55

    Acho que sei a que se refere. Aquilo não presta para nada. Bárbaro por bárbaro melhor é ver em alemão.
    Cumpts.

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  6. Bic Laranja21/11/11 20:56

    Pois é. É do cânone de 1945.
    Cumpts.

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  7. Bic Laranja21/11/11 20:57

    Obrigado!
    Cumpts.

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  8. A palavra super-heróis não muda com o Acordo Ortográfico. Questione-se, mas com propriedade.

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  9. Bic Laranja23/11/11 12:27

    Um herói que permanece super-heróico, portanto.

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  10. Meus caros,

    Agradecemos a vossa atenção.

    Só uma nota: Erros acontecem. E quem não os dá, ou mente, ou não sabe o que diz.

    Em muitas horas de emissão, se esse é o único erro/lapso/gralha a apontar, muito obrigado!

    Só nos dá a certeza de estar entre as melhores empresas de tradução.

    Continuem a acompanhar as emissões dos canais de TV para os quais trabalhamos com orgulho e continuem a dar conta das nossas falhas, que também as temos...

    Temos sobretudo a humildade de reconhecer as nossas falhas.

    Não nos revemos, porém, nos comentários absurdos, despropositados e de pobre escolha de quem usa termos como "grafia macaca‑casteleira " quando apenas comenta desconhecendo, talvez, por completo o trabalho que está por detrás de uma tradução e legendagem.

    Cumprimentos e parabéns ao Blog!

    NS

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  11. Respondo-vos só agora porque só agora dei conta de que cá andastes. Escusado era pordes-vos em bicos com afirmações de humildade, especialmente se logo em seguida descaís em adjectivação sobranceira ao estilo do autor. Soubésseis ler e interpretar o que se diz e veríeis que o remoque é a venda apressada do idioma ao interesse estratégico do Brasil e aos idiotas úteis, como a traduprime, que sem espinha nem brio pátrio se vergam à mutilação macaca-casteleira do português. Para gente que se vangloria do labor esforçado que põe nas traduções havia de se vos perceber a correspondente responsabilidade em não abastardar um idioma secular e tão rico que vos dá sustento. É isso que não vos noto. Podeis morrer de trabalho que não passais de mercenários.
    Ide!

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  12. Obrigada por escrever de uma maneira tão correcta!!! O uso do VÓS está vivo e recomenda-se, ao contrário do que fazem crer na televisão e gramáticas de ensino de português para estrangeiro!!
    Uso sempre o pronome pessoas VÓS e nunca "vocês", palavra que abomino!
    Obrigada e um bem-haja!!

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  13. E no ensino oficial da instrução primária. Soube há dias do caso e fiquei abismado. Não se ensina a conjugação da segunda pessoa do plural às nossas crianças. Porque se não usa, dizem. Ensina-se em lugar disso a conjugação da terceira do plural, com "vocês", como se fosse um pronome. Andará tudo doido no ministério da Educação Nacional?!
    Obrigado pelo apreço. Bem-haja igualmente.

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  14. Paulo Moreira18/2/13 22:30

    Antes defendêsseis o digno trabalho dos tradutores, com condições de trabalho adequadas ao seu esforço, e vinculação laboral além do miserável recibo-verde.

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  15. Não é doidice. Trata-se de estupidificar e empobrecer.

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