Isto faz-me lembrar aquelas interpretações hollywoodescas dos sinais à entrada dos lugarejos do Faroeste. Não ficaram aqui salvaguardados os parentes e afins.
Aqui há uns anos encontrei um sinal (cuja fotografia se extraviou) de sentido proibido entre as 7:30 e as 7:45. Calculei na altura que fosse o horário em que circularia em sentido contrário o autocarro escolar, que o caminho era estreito. No entanto, não fazia menção a dias úteis, tanto quanto me lembro. Abraço
Não percebo o problema. Sou lisboeta de gema. Vivo no exílio. Quando vou à terra, sou um natural, mas não um residente e acharia muito normal que, como natural de Lisboa tivesse algumas benesses.
Já tinha pensado nisso quando surgiu o pagamento. Seria uma questão de discutir o assunto em tribunal. Se os residentes podem visitar, qual a razão pela qual o não podem fazer aqueles que em Lisboa nasceram? A lei pode discriminar, quando tal se justifique, mas não criar distinções caprichosas.
Levar o caso nessa maneira ao foro seria dar o esbulho da cobrança de ingressos como legítimo. Ora se não há memória nunca de tal cobrança, nem pelas obras de restauro dos Monumentos Nacionais, nem durante o Estado Novo, nem em 31 anos da III.ª República, o úncio caso a arguir é o da ilegitimidade da própria cobrança de ingressos, que dará por nulo que se conceba sequer a cobrança selectiva segundo a morada ou a cor da camisa do visitante. Cumpts.
naturais ou naturalistas?
ResponderEliminarEu leio lá naturais. Por essa via de interpretação porque não ler então naturistas?
ResponderEliminarCumpts.
Isto faz-me lembrar aquelas interpretações hollywoodescas dos sinais à entrada dos lugarejos do Faroeste.
ResponderEliminarNão ficaram aqui salvaguardados os parentes e afins.
Aqui há uns anos encontrei um sinal (cuja fotografia se extraviou) de sentido proibido entre as 7:30 e as 7:45.
Calculei na altura que fosse o horário em que circularia em sentido contrário o autocarro escolar, que o caminho era estreito. No entanto, não fazia menção a dias úteis, tanto quanto me lembro.
Abraço
Devo-lhe em boa medida a atenção que dou a estes sinais.
ResponderEliminarEssoutro que se lhe extraviou apanha-se-lhe melhor o sentido do que a este.
Cumpts.
Não percebo o problema. Sou lisboeta de gema. Vivo no exílio. Quando vou à terra, sou um natural, mas não um residente e acharia muito normal que, como natural de Lisboa tivesse algumas benesses.
ResponderEliminarDeviam ter escrito «indígenas».
ResponderEliminarEstá certo. Experimente dizê-lo à entrada do castelo de Lisboa a ver se lhe perdoam o conto de réis do bilhete.
ResponderEliminarCumpts.
Gentios.
ResponderEliminarCumpts.
Já tinha pensado nisso quando surgiu o pagamento.
ResponderEliminarSeria uma questão de discutir o assunto em tribunal. Se os residentes podem visitar, qual a razão pela qual o não podem fazer aqueles que em Lisboa nasceram?
A lei pode discriminar, quando tal se justifique, mas não criar distinções caprichosas.
Levar o caso nessa maneira ao foro seria dar o esbulho da cobrança de ingressos como legítimo. Ora se não há memória nunca de tal cobrança, nem pelas obras de restauro dos Monumentos Nacionais, nem durante o Estado Novo, nem em 31 anos da III.ª República, o úncio caso a arguir é o da ilegitimidade da própria cobrança de ingressos, que dará por nulo que se conceba sequer a cobrança selectiva segundo a morada ou a cor da camisa do visitante.
ResponderEliminarCumpts.
Não sei se o pagamento será ilegal. Invoca o uso do não pagamento, mas não é fonte de lei.
ResponderEliminarÉ desagradável que seja pago.
Disse ilegítimo, não ilegal. Há leis iníquas.
ResponderEliminarCumpts.
Sim. Mas pode ser legítimo. A legitimidade não é sinónimo de bondade das soluções. É - ou devia ser -um pressuposto.
ResponderEliminar