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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Do agá de «húmido»

 


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 A forma singela como os acorditas não resolveram o caso de húmido/úmido, connosco/conosco e comummente/comumente demonstra à saciedade que o objectivo da coisa não era mais do que arrumar com as consoantes ditas «mudas» para fazer o frete ao Brasil. O artigo «A Falácia» de Fernando Venâncio (*) no n.º de Setembro da «Ler» corrobora-o em cheio. O resto do «Acordo» são adornos para distrair. Sobra como corolário que se o tresmalho brasileiro do cânone português neste caso pode (descartando o objectivo que acima lhe descubro) ser resolvido não resolvendo nada, para quê tanto trabalho a produzir asneira? (**)


 




Notas:
(*) Reitero aqui publicamente a generosa referência a este blogo pelo escritor Fernando Venâncio no dito artigo, com humilde pedido de desculpas de o não haver feito mais cedo.
(**) Para esclarecimento da índole trapalhona do frete acordita ao Brasil a partir do exemplo do desprezado caso húmido/úmido, &c. remeto o benévolo leitor para um interessante debate luso-brasileiro sem necessidade «acordos» (v.comentários).

2 comentários:

  1. Caro Bic,
    Você já o tinha feito, e bem cedo (no blogue Linguagista do Helder Guégués). É de simples justiça destacar o que aqui, no Bic Laranja, tem vindo a fazer.

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  2. Faltava fazê-lo aqui. Mais uma vez obrigado!

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