Pela ponte ferroviária que atravessa a estrada e pelo modelo do autocarro da Carris, tudo me leva a indicar que esta fotografia foi tirada na Estrada de Chelas, onde terminava a carreira n.º 13 (na altura Chelas-B.º da Serafina), na velha zona do Bairro de Chelas.
Mas eu lembro-me destes célebres autocarros pintados de verde. E lembro-me de, nesta carreira, ao subir a Rua do Quelhas, os passageiiros saírem, subirem a pé, o autocarro subia vazio e lá em cima, os passageiros apanhavam de novo o autocarro... Enfim, outros tempos.
Sucedia o mesmo com o 55. O relevo de Lisboa era um desafio para aquela máquinas. E andam agora aí uns evangelistas a prègar a bicicleta. Safa! Cumpts.
Grande foto. Autêntico regresso ao passado, quando os autocarros davam a volta no Largo de Chelas, enfiando a traseira para a azinhaga que foi "comida" pela Avenida Santo Condestável. A porta aberta, esconde o velho chafariz de que hoje pouco resta e poderá indiciar que o motorista e, quem sabe, também o cobrador, se preparavam para ir matar a sede à tasca que se vê ao fundo do lado esquerdo, coisa que o políticamente correcto vigente considerará escandalosa, mas que na altura era banal, talvez porque houvesse menos gente a armar ao pingarelho. A.v.o.
Pela ponte ferroviária que atravessa a estrada e pelo modelo do autocarro da Carris, tudo me leva a indicar que esta fotografia foi tirada na Estrada de Chelas, onde terminava a carreira n.º 13 (na altura Chelas-B.º da Serafina), na velha zona do Bairro de Chelas.
ResponderEliminarOs meus melhores cumprimentos!
Tenho muitas recordações deste "velho" sítio de Chelas!
ResponderEliminarEsta foto é linda!
ResponderEliminarExactìssimamente. Diante do Convento de Chelas.
ResponderEliminarCumpts.
Ver esta imagem do fundo do tempo e da memória faz-nos reviver o lugar. Por instantes.
ResponderEliminarCumpts.
Também acho.
ResponderEliminarCumpts.
Mas eu lembro-me destes célebres autocarros pintados de verde.
ResponderEliminarE lembro-me de, nesta carreira, ao subir a Rua do Quelhas, os passageiiros saírem, subirem a pé, o autocarro subia vazio e lá em cima, os passageiros apanhavam de novo o autocarro...
Enfim, outros tempos.
Sucedia o mesmo com o 55. O relevo de Lisboa era um desafio para aquela máquinas. E andam agora aí uns evangelistas a prègar a bicicleta. Safa!
ResponderEliminarCumpts.
Tem carradas de razão.
ResponderEliminarJá imaginou ir de "bicla" do rossio até ao castelo?
Está tudo doido!
:) Cumpts.
ResponderEliminarGrande foto. Autêntico regresso ao passado, quando os autocarros davam a volta no Largo de Chelas, enfiando a traseira para a azinhaga que foi "comida" pela Avenida Santo Condestável. A porta aberta, esconde o velho chafariz de que hoje pouco resta e poderá indiciar que o motorista e, quem sabe, também o cobrador, se preparavam para ir matar a sede à tasca que se vê ao fundo do lado esquerdo, coisa que o políticamente correcto vigente considerará escandalosa, mas que na altura era banal, talvez porque houvesse menos gente a armar ao pingarelho.
ResponderEliminarA.v.o.
Só bebiam gasosa. Mas davam conversa ás vizinhas.
ResponderEliminarCumpts.