O Instituto da Droga e Toxicodependência (I.D.T.) vai mudar de nome e adoptar a designação de S.I.C.A.D. – Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos [?!!!] e Dependências.
Está certo: aditivo é o que se adita. E aditar é «acrescentar para completar», ou «causar a dita de, tornar feliz» (tudo do Priberam). Esqueceram-se do «adicto», palavra já dicionarizada. Creio que pretenderiam escrever «comportamentos adictos», já que adicto é um adjectivo que significa dependente. Os toxicodependentes preferem aquele termo da psiquiatria anglo-saxónica ao mais corrente usado cá. "Adito" é que não, nem sequer pelas regras da «Ortografia Brasileira para uso dos portugueses» (Obrupta). Em caso de mais dúvida perguntar como é que os brasileiros querem que digamos.
os picas da CP que na linha da Azambuja raramente aparecem até a Póvoa quando se vem de Santa Apolónia pode ser chamados de auxiliares de retenção de receta pública
Não. É o homem novo. O que não aprendeu nada, que não leu nada, que não sabe nada. Ele dita leis cosméticas sem conhecer a linguagem crendo que isso é governar. Nem lhe aflora ao bestunto que «adicto» é barbarismo inaceitável e que «adito» é estupidez manifesta. Mas não há quem lho ensine, até porque era escusado. Cumpts.
Provavelmente querem que digamos assim porque vegetam na mesma ignorância. Para tanto contribuem os dicionaristas, mormente os da internete, por cravarem nos dicionários tudo o que qualquer cavalgadura de nomeada ventile nos areópagos da moda. «Adicto», a ser dicionarizado, deveria dizer da barbaridade do seu uso e remeter imediatamente o curioso para termo em português decente. Cumpts.
Tem toda a razão, Caro Bic. É o homem novo, de sua classificação homo imbecilus (ou mesmo maximus imbecilus, pois tem «orgulho» em o ser), por oposição ao homo sapiens... Se calhar até lhe cairia melhor o epíteto que os nazis reservavam - erradamente - a outra classe de seres humanos: «untermenschen».
O meu Caro Amigo que me perdoe o azedume, mas não tenho paciência para estes verdadeiros «sub-humanos» que se julgam o super-sumo de qualquer coisa... indizível.
Acho bem. Acho até perfeitamente. A coisa estava antes incompreensível, horrorosa, pindérica até dizer chega.
Aliás, há que rebaptizar uma série de outras instituições de talqualmente obscuro significado. Seguindo a mesma lógica deste "Serviço Tal e Tal e Coisa nos Comportamentos Aditivos", prizemplos as Cadeias ou Penitenciárias, e assim, deviam levar todas com a designação adequada nas respectivas frontarias: a gente chegava ali ao Linhó, digamos, e lia em alto relevo "Estabelecimento Reservado a Pacientes de Comportamento Subtrativo ".
Certa vez recebi uma encomenda de um cliente belga que, por acaso, na altura era o meu melhor cliente. Tratava-se de traduzir uma série de entradas lexicais sistemáticas (para respostas automáticas, por exemplo); o cliente terceiro era uma instituição da UE e o ficheiro estava em Excel.
Num determinado campo (célula), onde estava "handicapped", referindo-se isto a "citizen", traduzi para "deficiente". Perdi a adjudicação e perdi o cliente. Pensei que seria talvez por ter passado de 11 para 10 caracteres mas, enfim, convenhamos que isso seria um bocadinho estúpido. Não, nada disso. A "explicação" oficial foi que deveria ter traduzido "handicapped" como "pessoa portadora de deficiência".
Em Espanha, por exemplo, é proibidíssimo dizer ou escrever "enano" (anão); tem de ser algo como "pessoa com estatura abaixo da média". Não, não estou a brincar.
Esses mentores do léxico único refundiram "as pessoas portadoras de deficiência auditiva" (soube recentemente) em "Surdos", mas com letra grande. Imagino que os eufemismos da treta sejam de desgate rápido. Ou será que é a bendita "inovação" como fim em si mesma? Cumpts.
Sempre o meu irmão quando era muito novinho era mais prático. Numa festa, a minha mãe comprou-lhe um balão e ele tinha que levantar o braço para o vendedor lho atar ao pulso. A minha mãe: vá, dá o braço ao senhor. O pivete: Oh mãe, não é um senhor, é um anão. A minha mãe ficou verde!! O senhor percebeu que era uma criança a falar e ignorou a coisa. Só que erros como estes, ditos por adultos, não têm piada nenhuma. Sei de cegos que odeiam ser invisuais, de negros que não se importam de ser pretos (e vice-versa), mas odeiam ser de cor... tanto querem ser politicamente correctos que só aditam asneira sobre asneira, com um resultado a dar asneira ao quadrado e sem qualquer salvação na prova dos nove...
Estas coisas são como cuspir para o ar pelas orelhas. Os PC (politicamente correctos) são tão congénita e militantemente estúpidos que nem se apercebem de que quanto mais empastelam a realidade com o seu arsenal palavroso mais ela lhes cai em cima, com estrondo e rindo-se ao mesmo tempo deles às escâncaras.
Basta conferir, por exemplo, além dos exemplos já aqui apontados, como se designa hoje em dia uma "contínua", um cantoneiro, um "almeida" ou uma simples enfermeira. "Os mais desfavorecidos" é talvez a mais caricata, cómica, absurda, hilariante expressão PC. Mas há disso por aí a granel, é claro. Enquanto o mundo não estiver atapetado de belas expressões para designar horríveis ou, ao menos, desagradáveis coisas, esses bacanos não descansarão jamais.
Não considero barbarismo a integração na língua de uma palavra oriunda do latim, tão próxima dele e com um significado que encaixa bem. A atitude de mudanças destas vem dos males que descreve, a palavra em si, que também me irritou quando a comecei a ouvir há uns anos, parece-me acertada, como quase tudo que vem de Inglaterra em relação ao mundo greco-romano. Devo dizer que a minha legitimidade para expender o que vai é a de falante da língua.
P.S. Fui verificar no Houaiss, que com o significado de dependente de drogas não regista adicção, mas adição. Francamente, não sei se não deveria ser antes adicção.
Do Latim tínhamo-la com sentido de afeição, somente. Com sentido de vício (ou dependência) é anglicismo recente e escusado. E tem de ser «adicto» com o cê audível à semelhança de «convicto», porque se assim não fosse a ortografia portuguesa já o suprimira, tal como nos casos de «afflicto» ou «Victor» em que o dito cê etimológico não era audível. Neste caso a confusão com «adito» instala-se por via do estúpido acordo do Malaca que arrasa com as consoares etimológicas a esmo e a eito, e como se depreende do brasileiro Houaiss que consultou. Cumpts.
Sinto que devo fazer algo. É necessário unir os esforços de quem ainda ama a língua portuguesa. Já estou farto dos «pacientes» (em vez de doentes) ou das adições. Ah, e o vil acordo. Basta.
A I.L.C. precisa de 35.000 e ainda lá não chegámos. O referendo? Talvez lá chegássemos. Bastava o sindicato dos professores, por exemplo, arregimentar a recolha de assinaturas. Vejo tanta gente contra mas de braços caídos... Cumpts.
Nos anos 60 quando andei na escola primaria, levei muitas reguadas e puxões de orelhas e até chapadas, ou seja fui vitima de agressões , físicas e psicologicas. Muitas dessas agressões eram o facto de eu cometer erros de ortográfica , tanto nos ditados como nas redaçoes. A minha ideia é que, todos aqueles que sofreram as mesmas agressões e não são tão poucos como isso, façam uma queixa por danos morais, por não terem respeitado as regras de ortográfica em vigor naquele tempo, regras que hoje foram abolidas. Portanto exige um euro de indemnização por cada reguada, levamos pancada para aprender regras que hoje aplicadas deixaram de ter valor, é a vontade do freguês , que escandalo. Cumprimentos Cabo carvoeiro
Tenho pena, mas o meu português não é muito académico, não vivo em Portugal já há décadas , a minha cultura foi adquirida , provavelmente 90% aqui, embora tenhamos o mesmo problema com a cultura, as instituições locais protegem o património , contra as invasões do pronto-a-pensar, não é fácil , mas não tanto como em Portugal . Cabo Carvoeiro
Afinal sempre lhe cobrei. Peço-lhe desculpa da indelicadeza. Agora sim - espero - estamos saldados. E tem razão sobre devermos ser indemnizados pelos maus tratos pedagógicos sofridos pois que, no fim, nos fazem uma destas. Obrigado pelo seu interesse. Cumpts.
desculpe mas , com esta parvoíce toda, criei uma sorte de anticorpos e agora é isto: letra grande? não deveria dizer antes letra maiúscula? desculpe o possível afrontamento, mas não é (seguramente) essa a intenção.
então os árbitros de futebol que fingem que não vêem passam de cegos de m... e gatunos entre outro vernáculo para Cegos de M.... e Gatunos... é bem daquilo falamos a alemã onde todos os substantvos começam por letra maíscula
Em boa verdade, os comportamentos próprios de um "adicto" serão "adictícios" (palavra já dicionarizada), de tal sorte que o dito substituto haveria de haver sido baptizado, quando muito, "Serviço de Intervenção nos Comportamentos Adictícios e Dependências." Já as substâncias causadoras de dependência seriam ditas "adictivas" (palavra que ainda não encontrei nos maiores dicionários). Como médico, embora considere escusada a importação de essa acepção do lema "adicção" (e jamais "adição", independentemente do que o Houaiss haja registado) para a língua portuguesa, devo dizer que me não repugna. O que me repugna, sim, é a ignorância de esta cáfila que, não sabendo ler nem escrever, se entretém a esbardalhar a língua e a pejar a paisagem de institutos e serviços de pouca serventia.
Tem toda a lógica, tanto o seu argumento como o corolário. Sucede que o tropical Houaiss nem o luso-acordismo submisso, não dão tréguas por nada e... vai de assassinar todo o grafema 'ct' que povoe o português. Isto mesmo quando Alencar usou «adicto» por «afeiçoado»/«dedicado»/«submisso», exactamente o mesmo sentido que Herculano lhe deu em Eurico e n' O Bobo. Pois se já nestes clássicos me cheira a neologia, a sua extensão semântica actual a viciados em drogas é claramente barbarismo importado da América. Acto típico de analfabetos traduteiros muito visto em legendas dos C.S.I. e quejandos, e propagada virulentamente por aí pelo jornaleirismo vigente. Os mesmos que depois ajudam a crismar com tais caganças serviços públicos em forma de tacho. Cumpts.
E os picas? Se calhar são auxiliares de estacionamente com remuneração flexível...
ResponderEliminarÉ a novilíngua, meu Caro Bic...
ResponderEliminarCumprimentos.
Está certo: aditivo é o que se adita. E aditar é «acrescentar para completar», ou «causar a dita de, tornar feliz» (tudo do Priberam).
ResponderEliminarEsqueceram-se do «adicto», palavra já dicionarizada. Creio que pretenderiam escrever «comportamentos adictos», já que adicto é um adjectivo que significa dependente.
Os toxicodependentes preferem aquele termo da psiquiatria anglo-saxónica ao mais corrente usado cá.
"Adito" é que não, nem sequer pelas regras da «Ortografia Brasileira para uso dos portugueses» (Obrupta).
Em caso de mais dúvida perguntar como é que os brasileiros querem que digamos.
os picas da CP que na linha da Azambuja raramente aparecem até a Póvoa quando se vem de Santa Apolónia pode ser chamados de auxiliares de retenção de receta pública
ResponderEliminarNão. É o homem novo. O que não aprendeu nada, que não leu nada, que não sabe nada. Ele dita leis cosméticas sem conhecer a linguagem crendo que isso é governar. Nem lhe aflora ao bestunto que «adicto» é barbarismo inaceitável e que «adito» é estupidez manifesta. Mas não há quem lho ensine, até porque era escusado.
ResponderEliminarCumpts.
São uma desgraça a somar (ou a aditar) aos torcionários da E.M.E.L. e a regentes no mundo da fantasia.
ResponderEliminarCumpts.
Provavelmente querem que digamos assim porque vegetam na mesma ignorância. Para tanto contribuem os dicionaristas, mormente os da internete, por cravarem nos dicionários tudo o que qualquer cavalgadura de nomeada ventile nos areópagos da moda. «Adicto», a ser dicionarizado, deveria dizer da barbaridade do seu uso e remeter imediatamente o curioso para termo em português decente.
ResponderEliminarCumpts.
Tem toda a razão, Caro Bic. É o homem novo, de sua classificação homo imbecilus (ou mesmo maximus imbecilus, pois tem «orgulho» em o ser), por oposição ao homo sapiens... Se calhar até lhe cairia melhor o epíteto que os nazis reservavam - erradamente - a outra classe de seres humanos: «untermenschen».
ResponderEliminarO meu Caro Amigo que me perdoe o azedume, mas não tenho paciência para estes verdadeiros «sub-humanos» que se julgam o super-sumo de qualquer coisa... indizível.
Cumprimentos.
isto eles saem-se com cada uma!!
ResponderEliminarAcho bem. Acho até perfeitamente. A coisa estava antes incompreensível, horrorosa, pindérica até dizer chega.
ResponderEliminarAliás, há que rebaptizar uma série de outras instituições de talqualmente obscuro significado. Seguindo a mesma lógica deste "Serviço Tal e Tal e Coisa nos Comportamentos Aditivos", prizemplos as Cadeias ou Penitenciárias, e assim, deviam levar todas com a designação adequada nas respectivas frontarias: a gente chegava ali ao Linhó, digamos, e lia em alto relevo "Estabelecimento Reservado a Pacientes de Comportamento Subtrativo ".
Não é mais lindo assim?
Certa vez recebi uma encomenda de um cliente belga que, por acaso, na altura era o meu melhor cliente. Tratava-se de traduzir uma série de entradas lexicais sistemáticas (para respostas automáticas, por exemplo); o cliente terceiro era uma instituição da UE e o ficheiro estava em Excel.
ResponderEliminarNum determinado campo (célula), onde estava "handicapped", referindo-se isto a "citizen", traduzi para "deficiente". Perdi a adjudicação e perdi o cliente. Pensei que seria talvez por ter passado de 11 para 10 caracteres mas, enfim, convenhamos que isso seria um bocadinho estúpido. Não, nada disso. A "explicação" oficial foi que deveria ter traduzido "handicapped" como "pessoa portadora de deficiência".
Em Espanha, por exemplo, é proibidíssimo dizer ou escrever "enano" (anão); tem de ser algo como "pessoa com estatura abaixo da média". Não, não estou a brincar.
Esses mentores do léxico único refundiram "as pessoas portadoras de deficiência auditiva" (soube recentemente) em "Surdos", mas com letra grande. Imagino que os eufemismos da treta sejam de desgate rápido. Ou será que é a bendita "inovação" como fim em si mesma?
ResponderEliminarCumpts.
Sempre o meu irmão quando era muito novinho era mais prático. Numa festa, a minha mãe comprou-lhe um balão e ele tinha que levantar o braço para o vendedor lho atar ao pulso. A minha mãe: vá, dá o braço ao senhor. O pivete: Oh mãe, não é um senhor, é um anão. A minha mãe ficou verde!! O senhor percebeu que era uma criança a falar e ignorou a coisa.
ResponderEliminarSó que erros como estes, ditos por adultos, não têm piada nenhuma. Sei de cegos que odeiam ser invisuais, de negros que não se importam de ser pretos (e vice-versa), mas odeiam ser de cor... tanto querem ser politicamente correctos que só aditam asneira sobre asneira, com um resultado a dar asneira ao quadrado e sem qualquer salvação na prova dos nove...
Cumpts. :)
ResponderEliminarE sai-lhes assim. Com muita naturalidade.
ResponderEliminarCumpts.
Exacto.
ResponderEliminarEstas coisas são como cuspir para o ar pelas orelhas. Os PC (politicamente correctos) são tão congénita e militantemente estúpidos que nem se apercebem de que quanto mais empastelam a realidade com o seu arsenal palavroso mais ela lhes cai em cima, com estrondo e rindo-se ao mesmo tempo deles às escâncaras.
Basta conferir, por exemplo, além dos exemplos já aqui apontados, como se designa hoje em dia uma "contínua", um cantoneiro, um "almeida" ou uma simples enfermeira. "Os mais desfavorecidos" é talvez a mais caricata, cómica, absurda, hilariante expressão PC. Mas há disso por aí a granel, é claro. Enquanto o mundo não estiver atapetado de belas expressões para designar horríveis ou, ao menos, desagradáveis coisas, esses bacanos não descansarão jamais.
Não considero barbarismo a integração na língua de uma palavra oriunda do latim, tão próxima dele e com um significado que encaixa bem.
ResponderEliminarA atitude de mudanças destas vem dos males que descreve, a palavra em si, que também me irritou quando a comecei a ouvir há uns anos, parece-me acertada, como quase tudo que vem de Inglaterra em relação ao mundo greco-romano.
Devo dizer que a minha legitimidade para expender o que vai é a de falante da língua.
P.S. Fui verificar no Houaiss, que com o significado de dependente de drogas não regista adicção, mas adição. Francamente, não sei se não deveria ser antes adicção.
ResponderEliminarDo Latim tínhamo-la com sentido de afeição, somente. Com sentido de vício (ou dependência) é anglicismo recente e escusado. E tem de ser «adicto» com o cê audível à semelhança de «convicto», porque se assim não fosse a ortografia portuguesa já o suprimira, tal como nos casos de «afflicto» ou «Victor» em que o dito cê etimológico não era audível.
ResponderEliminarNeste caso a confusão com «adito» instala-se por via do estúpido acordo do Malaca que arrasa com as consoares etimológicas a esmo e a eito, e como se depreende do brasileiro Houaiss que consultou.
Cumpts.
Exactos ambos.
ResponderEliminarA linguagem alçada como obstáculo à comunicação. Lembra aqueles desastrados que onde tocam estragam.
Cumpts.
Sinto que devo fazer algo. É necessário unir os esforços de quem ainda ama a língua portuguesa. Já estou farto dos «pacientes» (em vez de doentes) ou das adições. Ah, e o vil acordo. Basta.
ResponderEliminarReferendo ao acordo? Seria possível? São 75 000 assinaturas, certo?
ResponderEliminarA I.L.C. precisa de 35.000 e ainda lá não chegámos. O referendo? Talvez lá chegássemos. Bastava o sindicato dos professores, por exemplo, arregimentar a recolha de assinaturas.
ResponderEliminarVejo tanta gente contra mas de braços caídos...
Cumpts.
Nos anos 60 quando andei na escola primaria, levei muitas reguadas e puxões de orelhas e até chapadas, ou seja fui vitima de agressões , físicas e psicologicas.
ResponderEliminarMuitas dessas agressões eram o facto de eu cometer erros de ortográfica , tanto nos ditados como nas redaçoes.
A minha ideia é que, todos aqueles que sofreram as mesmas agressões e não são tão poucos como isso, façam uma queixa por danos morais, por não terem respeitado as regras de ortográfica em vigor naquele tempo, regras que hoje foram abolidas.
Portanto exige um euro de indemnização por cada reguada, levamos pancada para aprender regras que hoje aplicadas deixaram de ter valor, é a vontade do freguês , que escandalo.
Cumprimentos
Cabo carvoeiro
Eu indemnizo-o já. Não lhe cobro reguada pelos erros no que acabou de escrever. Ficamos saldados.
ResponderEliminarCumpts. :)
Será que a Igreja ajudaria na recolha de assinaturas?
ResponderEliminarTodos os Bispos foram individualmente contactados. Dois deles responderam ("ah, e tal, agora não dá jeito, e tal e coiso"). Dos outros, nem isso.
ResponderEliminarAlguns párocos, por exemplo, promovem por si mesmos "ações" de formação.
O clero tem destas coisas. Um aborrecimento a menos com a República jacobina.
ResponderEliminarCumpts.
Tenho pena, mas o meu português não é muito académico, não vivo em Portugal já há décadas , a minha cultura foi adquirida , provavelmente 90% aqui, embora tenhamos o mesmo problema com a cultura, as instituições locais protegem o património , contra as invasões do pronto-a-pensar, não é fácil , mas não tanto como em Portugal .
ResponderEliminarCabo Carvoeiro
Afinal sempre lhe cobrei. Peço-lhe desculpa da indelicadeza. Agora sim - espero - estamos saldados.
ResponderEliminarE tem razão sobre devermos ser indemnizados pelos maus tratos pedagógicos sofridos pois que, no fim, nos fazem uma destas.
Obrigado pelo seu interesse.
Cumpts.
Eu estou disponível para recolher assinaturas.
ResponderEliminarCaríssimo Bic:
ResponderEliminardesculpe mas , com esta parvoíce toda, criei uma sorte de anticorpos e agora é isto:
letra grande? não deveria dizer antes letra maiúscula?
desculpe o possível afrontamento, mas não é (seguramente) essa a intenção.
Com os melhores cumprimentos,
José Augusto
http://ilcao.cedilha.net/?page_id=288#5
ResponderEliminarMuito obrigado!
Concedamos esta agora à liberdade de estilo deste seu anfitrião.
ResponderEliminarNão há nada que desculpar.
Cumpts. :)
Obrigado!
ResponderEliminarDeal! (um bocadinho de cosmopolitismo fica sempre bem, não é? eh! eh!
ResponderEliminarCumprimentos e tal, tal, tal.
então os árbitros de futebol que fingem que não vêem passam de cegos de m... e gatunos entre outro vernáculo para Cegos de M.... e Gatunos... é bem daquilo falamos a alemã onde todos os substantvos começam por letra maíscula
ResponderEliminarEm boa verdade, os comportamentos próprios de um "adicto" serão "adictícios" (palavra já dicionarizada), de tal sorte que o dito substituto haveria de haver sido baptizado, quando muito, "Serviço de Intervenção nos Comportamentos Adictícios e Dependências." Já as substâncias causadoras de dependência seriam ditas "adictivas" (palavra que ainda não encontrei nos maiores dicionários). Como médico, embora considere escusada a importação de essa acepção do lema "adicção" (e jamais "adição", independentemente do que o Houaiss haja registado) para a língua portuguesa, devo dizer que me não repugna. O que me repugna, sim, é a ignorância de esta cáfila que, não sabendo ler nem escrever, se entretém a esbardalhar a língua e a pejar a paisagem de institutos e serviços de pouca serventia.
ResponderEliminarTem toda a lógica, tanto o seu argumento como o corolário.
ResponderEliminarSucede que o tropical Houaiss nem o luso-acordismo submisso, não dão tréguas por nada e... vai de assassinar todo o grafema 'ct' que povoe o português. Isto mesmo quando Alencar usou «adicto» por «afeiçoado»/«dedicado»/«submisso», exactamente o mesmo sentido que Herculano lhe deu em Eurico e n' O Bobo.
Pois se já nestes clássicos me cheira a neologia, a sua extensão semântica actual a viciados em drogas é claramente barbarismo importado da América. Acto típico de analfabetos traduteiros muito visto em legendas dos C.S.I. e quejandos, e propagada virulentamente por aí pelo jornaleirismo vigente.
Os mesmos que depois ajudam a crismar com tais caganças serviços públicos em forma de tacho.
Cumpts.