Conjecturo eu que este local seria próximo da Ribeira de Alcântara. O edifício à esquerda, junto ao grupo de pessoas, parece, a ajuizar pelas janelas, por exemplo, uma instalação fabril, coisa comum nessa zona e de que ainda lá se encontram alguns já raros exemplares, mais ou menos degradados. A.v.o.
Segundo uma inscrição no original 8141, do fotógrafo Paulo Guedes, "o local da situava-se na junção das actuais ruas de Alcântara e do Prior do Crato, na perpendicular à linha férrea que vai da estação de Alcântara-Terra para a de Alcântara-Mar. As cancelas da passagem de nível marcam aproximadamente o vão de um dos arcos da ponte." Vem no Arquivo Fotográfico da C.M.L.. Cumpts.
Na verdade ficava a montante. Ao fundo da Rua do Arco deo Carvalhão; ao cimo da Rua da Fábrica da Pólvora; ambas se encontravam no Largo da Ponte Nova, na margem direira da ribeira, num lugarejo chamado Vila Pouca. Consegue-se imaginar uma aldeia ali? Cumpts.
Não, na verdade não se consegue imaginar uma aldeia alí. Nem aldeia nem coisa nenhuma. Não tenho raízes no local, mas passava (e passo) por alí com frequência e, à vista dos cada vez menos restos de outros tempos, bem mais bucólicos, dáva-me para tentar imaginar como tería sido o sítio umas boas dezenas de anos antes. A tal ponte que estaría no lugar da passagem de nível do Largo de Alcântara era uma outra que ostentava uma estátua de S. João Nepomuceno e da qual existem desenhos. Parece, também, que tería sido uma sua antecessora a dar o nome ao local. Boa continuação das férias nos Algarves de Aquém-Mar. A.v.o.
aqui eu nasci en 1957 este sitio avia muitas barracas en frente avia un campo d futebol que se chama_va alexivia que saudades toda minha familia morava la
Isto é que era autódromo! E não obrigava a milhões dissipados em construções e manutenções.
ResponderEliminarAbraço, Meu Caro Bic
Conjecturo eu que este local seria próximo da Ribeira de Alcântara. O edifício à esquerda, junto ao grupo de pessoas, parece, a ajuizar pelas janelas, por exemplo, uma instalação fabril, coisa comum nessa zona e de que ainda lá se encontram alguns já raros exemplares, mais ou menos degradados.
ResponderEliminarA.v.o.
É verdade!
ResponderEliminarCumpts. :)
Segundo uma inscrição no original 8141, do fotógrafo Paulo Guedes, "o local da situava-se na junção das actuais ruas de Alcântara e do Prior do Crato, na perpendicular à linha férrea que vai da estação de Alcântara-Terra para a de Alcântara-Mar. As cancelas da passagem de nível marcam aproximadamente o vão de um dos arcos da ponte."
ResponderEliminarVem no Arquivo Fotográfico da C.M.L..
Cumpts.
Na verdade ficava a montante. Ao fundo da Rua do Arco deo Carvalhão; ao cimo da Rua da Fábrica da Pólvora; ambas se encontravam no Largo da Ponte Nova, na margem direira da ribeira, num lugarejo chamado Vila Pouca.
ResponderEliminarConsegue-se imaginar uma aldeia ali?
Cumpts.
Não, na verdade não se consegue imaginar uma aldeia alí. Nem aldeia nem coisa nenhuma. Não tenho raízes no local, mas passava (e passo) por alí com frequência e, à vista dos cada vez menos restos de outros tempos, bem mais bucólicos, dáva-me para tentar imaginar como tería sido o sítio umas boas dezenas de anos antes. A tal ponte que estaría no lugar da passagem de nível do Largo de Alcântara era uma outra que ostentava uma estátua de S. João Nepomuceno e da qual existem desenhos. Parece, também, que tería sido uma sua antecessora a dar o nome ao local.
ResponderEliminarBoa continuação das férias nos Algarves de Aquém-Mar.
A.v.o.
Essa de Alcântara é justamente como diz.
ResponderEliminarObrigado! Igualmente.
aqui eu nasci en 1957 este sitio avia muitas barracas en frente avia un campo d futebol que se chama_va alexivia que saudades toda minha familia morava la
ResponderEliminarGrato por saber. Obrigado pelo seu comentário.
ResponderEliminarEu tamben me chamo Rodrigues se calhar somos primos nasci na ponte nova en 1957
ResponderEliminarAbracos a todos en especial a todos que nasceran là
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