« O Governo acompanhará a adopção do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa garantindo que a sua crescente universalização constitua uma oportunidade para colocar a Língua no centro [...] tanto interna como externamente.»
PORTUGAL. Presidência do [duma espécie de] Conselho de Ministros, Programa do XIX Governo Constitucional [da XIX.ª comissão liquidatária], 2011, p. 121.
(Parente do Pernalonga achado no Telegraph sem saber onde meter a língua.)
Adenda (as 5h00 da tarde do dia de S. Pedro):
O secretário da Çultura, não se conteve um dia depois de empossado que não botasse também a língua no tal centro, o lambão (cf. Sol, 29/VI/2011). Lambeu à uma os documentos oficiais e as escolas. Tem mais pastas que esses novos ministros.
mandamos com o coelho para o tacho, coelho a caçador e para a cabidela um branco palmela ou praias do sado de 2001
ResponderEliminarNão aprecio coelho.
ResponderEliminarCumpts.
Sweet Jesus!
ResponderEliminarComo lhe parecer.
ResponderEliminarCumpts.
Humor que não nos falte. Como um certo anuncio antigo, de um determinado creme:-))
ResponderEliminarA Língua Portuguesa está (felizmente) descentralizada.
Já a língua de alguns portugueses deveria estar ...sempre recolhida.
Neste caso, ainda bem que não e que faz uso da escrita :-))
Cumprimentos
:) Cumpts.
ResponderEliminarQue inclemência, Caríssimo Bic! Então não é evidente que se trata duma confissão de culpa? A de que os próceres do regime deixaram a língua à banda. Daí a preocupação de recentrá-la.
ResponderEliminarAbraço
Não no centro, mas no epicentro. Mas estes políticos claudicam, têm medo... E o AO não morre como deveria.
ResponderEliminarDesculpe-me o tom, mas salivam de mais. São um nojo.
ResponderEliminarCumpts.
Não morre com deveria. Má sina a nossa. Triste fado.
ResponderEliminarCumpts.