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terça-feira, 28 de junho de 2011

Meter a língua no centro...

« O Governo acompanhará a adopção do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa garantindo que a sua crescente universalização constitua uma  oportunidade para colocar a Língua no centro [...] tanto interna como externamente.»


PORTUGAL. Presidência do [duma espécie de] Conselho de Ministros, Programa do XIX Governo Constitucional [da XIX.ª comissão liquidatária], 2011, p. 121.




(Parente do Pernalonga achado no Telegraph sem saber onde meter a língua.)

Adenda (as 5h00 da tarde do dia de S. Pedro):


 O secretário da Çultura, não se conteve um dia depois de empossado que não botasse também a língua no tal centro, o lambão (cf. Sol, 29/VI/2011). Lambeu à uma os documentos oficiais e as escolas. Tem mais pastas que esses novos ministros.

10 comentários:

  1. mandamos com o coelho para o tacho, coelho a caçador e para a cabidela um branco palmela ou praias do sado de 2001

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  2. Humor que não nos falte. Como um certo anuncio antigo, de um determinado creme:-))

    A Língua Portuguesa está (felizmente) descentralizada.
    Já a língua de alguns portugueses deveria estar ...sempre recolhida.

    Neste caso, ainda bem que não e que faz uso da escrita :-))
    Cumprimentos

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  3. Que inclemência, Caríssimo Bic! Então não é evidente que se trata duma confissão de culpa? A de que os próceres do regime deixaram a língua à banda. Daí a preocupação de recentrá-la.

    Abraço

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  4. Não no centro, mas no epicentro. Mas estes políticos claudicam, têm medo... E o AO não morre como deveria.

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  5. Desculpe-me o tom, mas salivam de mais. São um nojo.
    Cumpts.

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  6. Não morre com deveria. Má sina a nossa. Triste fado.
    Cumpts.

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