« Por motivo de reconstrução de pavimentos, a partir do dia 24 de Junho de 1957 (segunda-feira) (*) está encerrado à circulação automóvel o troço da Avenida Rio de Janeiro entre a Rua Maria Amália Vaz de Carvalho e a Avenida da Igreja pelo período previsto de vinte dias. Assim, a partir daquela data a carreira 17 circula provisoriamente em ambos os sentidos pela Avenida dos Estados Unidos da América, Avenida de Roma e Avenida da Igreja.»
C. Filipe, A minha página Carris.
Av. dos Estados Unidos da América, Lisboa, 1957.
Imagem: fotograma dum fillme que me não lembra agora; o autocarro parece-me que é o nº 301 da frota da Carris.
(*) Os meus pais casaram no dia de S. João de 1956 (um domingo); fariam, portanto, em qualquer caso, anos de casados...
Ora aí estão uns verdadeiros arranha-céus da época. Quando então por aí passava, pela mão dos meus Pais, ficava sempre impressionado pela altura e ainda me lembro que ao olhá-los para o cimo, pareciam inclinar-se na minha direcção, dando a ideia de se irem despenhar.
ResponderEliminarJulgo que eram os mais altos de Lisboa na década de 50.
Estas fotografias são brutais!
ResponderEliminarAdoro-as.
Obrigado!
Ver os reclames dos filmes em cartaz...Muito bom!
Ainda não era nascido em 57, mas estas imagens trazem-me recordações da minha infância , no tempo em que Lisboa era uma cidade limpa sem buracos nos ruas.
ResponderEliminarTalvez a torre N do Areeiro não seja maior...
ResponderEliminarCumpts.
Cuido que «brutal» seja um predicativo bom, pese embora derive de «bruto»...
ResponderEliminarCumpts
A cidade era melhor, sim. Os anos 70 marcam a fronteira, a meu ver.
ResponderEliminarCumpts.
Sim, seria nesse sentido, mas posso refazer a frase, dizendo que estas fotos são um verdadeiro achado, um legado dos tempos que não voltam mais.
ResponderEliminarObrigado mais uma vez por nos permitir visualiza-las.
Obrigado eu!
ResponderEliminarque lindo, Lord Bic...; ainda há dias ali estivemos, eu e a minha mãe, a matar saudades do tempo (precisamente por alturas desta foto) em que trabalhou nesse prédio...; nessa época os meus pais viviam na João XXI, nº 8 - 3ºA...
ResponderEliminarfoi uma bonita romagem de saudade, embora a minha mãe não se canse de repetir que agora está tudo 'tão diferente' e que nesse tempo 'é que era', não se cansando de fazer comparações... (e de fazer apelos a alguém que já cá não está e sob cuja regência, digamos assim, as coisas -pessoas e tudo - eram completamente diversas...)
tenho de compreender certos saudosismos, é facto; também eu me sinto deslocada de tanta ignomínia em todos os sentidos, que perpetraram ao nosso Portugal.
em tempo: se quiser enviar-me um endereço de e-mail, terei gosto em fazer-lhe o convite de acesso ao blogue, que teve de ficar restrito.
em querendo, p.f. dirija-o a
maggie.pereira@sapo.pt
Obrigado.
ResponderEliminarJá tinha visto que passou a reservado. Até fiquei em cuidados se foi dalguma cousa que lhe lá disse. Enviarei o pedido, sim.
Cumpts.
Por quem é! De forma alguma.
ResponderEliminarQuando quiser.