gosto muito deste tipo de livros , tenho alguns onde gosto de visitar aquele que foi o nosso Portugal , por acaso não quer dizer de que publicação é esta imagem ?
Não será um vidro partido mas um tambor riscado. Espero que não tenha pago a fotocópia. Boa Páscoa para sí e para os seus. Aproveite enquanto não vem o FMI. A.v.o.
...imagens assim inundam-me violentamente com uma nostalgia de lágrimas de um tempo que não vivi... que estranho... que lindo, que lindo, esse rio, esse ar despoluído, esse espaço ainda livre...
gosto muito deste tipo de livros , tenho alguns onde gosto de visitar aquele que foi o nosso Portugal , por acaso não quer dizer de que publicação é esta imagem ?
ResponderEliminarolhando melhor , deixe ver se adivinho "Lisboa à beira Tejo" 1860-2010 ?
ResponderEliminarqual é o editor ?
Não será um vidro partido mas um tambor riscado. Espero que não tenha pago a fotocópia.
ResponderEliminarBoa Páscoa para sí e para os seus. Aproveite enquanto não vem o FMI.
A.v.o.
C.M.L. e E.G.E.A.C. É um álbum duma exposição que houve há um ano.
ResponderEliminarCumpts.
Estou certo que adivinhou:
ResponderEliminarJosé Sarmento de Matos (org. e coord.), Lisboa à beira Tejo (1860-2010), [Lisboa], C.M.L./E.G.E.A.C. E.E.M., [2010].
Cumpts. :)
Ah! Ah! Ah! Foi uma partida, peço-lhe desculpa.
ResponderEliminarÉ o negativo original, em vidro, que se acha partido. A imagem foi publicada tal e qual, sem restuaro.
A legenda é Praça Duque da Terceira, [post 1877], autor desc., Col. Seixas, in Arquivo Fotográfico da C.M.L., A12924.
Mais uma vez, desculpe, e votos também de boa Páscoa, obrigado!
...imagens assim inundam-me violentamente com uma nostalgia de lágrimas de um tempo que não vivi...
ResponderEliminarque estranho...
que lindo, que lindo, esse rio, esse ar despoluído, esse espaço ainda livre...
Cuido que sei do que fala. Obrigado pelo sentido comentário.
ResponderEliminarCumpts.