Até há dias, para as bandas da R.T.P., o 'p' do 'Egipto' era dito por todos. Orelhas moucas ou de burro o não captariam, mas ele soava em bom português do Minho a Timor. Nestes dias, os novos escribas brasileiros da R.T.P. parece que deram subliminarmente em convencer-me que numa terra com nome impronunciável há uma grande revolta de egícios. EGÍCIOS. Não cuido que tenham ficado aqueles escribas (mais) burros. Cuido mais que o 'p' do Egipto lhes deva estar guardado para algum pontapé no traseiro caso não verguem a espinha, por isso — lindos meninos — vamos lá a toque de caixa.
Que a bota cardada do poder os não calque demais.

Escriba egípcio em pose canónica, Paris, Museu do Louvre.
Caro Bic:
ResponderEliminarEsta canalha quer institucionalizar a imbecilidade, a estupidez e a incultura para que a população se reduza a povoléu e seja mais facilmente dominável. Chegam ao ponto de quererem obrigar os professores de Português a alterarem não só a grafia de muitas palavras para «brazuquês» como também a sua pronúncia (!). Assim, já alguns se queixam de que os querem obrigar a ministrar aos alunos a imbecilidade que é escrever e dizer «hormônio» em vez de hormona, e muitas calinadas semelhantes.
O problema é que se queixam e nada fazem, nem sequer ridicularizar junto dos alunos a incultura desta cambada desgovernativa, fazendo-os comparar as grafias - dizendo que, como ministros, secretários de estado, «boys» e políticos em geral são pouco mais do que analfabetos, querem que todos também o sejam por decreto, para a sua insuficiência crassa não avultar tanto.
Os meus filhos, por exemplo, já fizeram constar aos respectivos docentes que escreverão sempre em Português, e não na «novilíngua» importada das favelas.
Enfim, tempos bem tristes estes, Caro Amigo...
Cumprimentos.
São uns completos idiotas, além de patéticos subservientes. Mas as negociatas com as "conversões", re-impressões, cursos, colóquios, etc., serão uma maravilha. Vamos resistir com todas as "letras"!
ResponderEliminarAbraço amigo.
Bem verdade.
ResponderEliminarCumpts.
Conto que acerte em cheio nos queixos dessa alvar deputação em S. Bento a I.L.C. contra o aborto gráfico, com a tonelagem completa das 35.000 assinaturas de eleitores nacionais, em papel, em tantas folhas A4. É assim que eles exigem. É assim que eles merecem.
ResponderEliminarCumpts.
Tal e qual, meu caro. Eu resisto e resistirei. Abraço.
ResponderEliminarConfesso que o "p" de Egipto, na oralidade, vai e vem conforme as pessoas que me rodeiam. Ainda não percebi o fenómeno, simplesmente me apercebi dele há pouco tempo e não consigo dominá-lo. Já egípcio é sempre egípcio, seja na escrita, seja na oralidade. Quando li a palavra não a reconheci, apesar de ter a verdadeira mesmo ao lado!!!!
ResponderEliminarEsta gente quer fazer tanto que só faz porcaria, para não dizer outra palavra mais forte...
Quanto àa pronúcia (algo dito num comentário) e ao hormônio só digo uma coisa: medo!! Onde vamos parar??
Cada vez que penso que trabalho com brasileiros e eles não têm grandes problemas (e estes são a nível de vocabulário!) a entender-me, pergunto-me se os senhores à frente deste projecto (estúpido) saberão escrever o seu nome...
Cara Luísa:
ResponderEliminarNão sabem... Mandam o secretário escrever por eles...
Estamos em plena Era da Ignomínia...
Cumprimentos.
Querem legar o nome para a posteridade. Se possível carregado de consoantes etimológicas, que sempre é marca de pergaminhos.
ResponderEliminarQue corja!
Cumpts.
Haja Deus!
ResponderEliminarValha-nos a blogosfera enquanto frente de resistência.
Era apelar a um boicote geral a toda esta horda de vendilhões da banha da cobra que nos quer forçar a meter o brasileirês casa adentro, isso é que era!
Canais de informação?
Temos a net e os canais anglófonos, francófonos, hispanófonos e do que mais nos possamos valer. Livros?
Temos os clássicos e tudo quanto foi publicado até há chegar este embuste do (des)acordo. Hão-de chegar-nos por muitos e bons anos.
Tudo o demais é só pegar no lápis e rasurar cada erro, cada falta, cada omissão. Nem mais, nem menos.
Ceder mais um milímetro de terreno a esta chusma é que não!
Nem uma consoante que seja nos hão-de tirar.
Com os meus amigáveis cumprimentos,
do Japão,
Luís Filipe Afonso
Já subscreveu a ILC?
ResponderEliminarCreio que sim.
ResponderEliminarMas se for caso, subscrevo 2ª vez!
Já me ocorreu o que diz. Continuaríamos como dantes. Todos - escritores, leitores, livreiros, professores, redactores, jornaleiros, revisores, publicitários -, todos na maior indiferença à afronta. A assembleia resolvendo, o governo decretando, e o Diário da República inalterado (ah! nobres portugueses da Imprensa Nacional). Para vergonha da medrosa R.T.P. e do espesso saco de plástico.
ResponderEliminarCumpts.
Nós precisamos de uma profunda regeneração em todas as vertentes da vida nacional. Precisamos de uma radical alteração deste regime sem prejuízo dos direitos civis consagrados na Constituição. "Isto" não é Portugal.
ResponderEliminarEu acho que os os tinham mais a ver com o roubo do P, que com o Mubarak.
ResponderEliminarhttp://novafloresta.blogspot.com/2011/02/indignacao-no-egipto-e-contra-o_04.html
Isto é o que sobrou de Portugal. Um dejecto.
ResponderEliminarCumpts.
Ora bem! E a 'mídia' mostra tudo como é.
ResponderEliminarCumpts. :)