Essa espécie de exército profissional que agora temos, soube hoje pelas notícias que está mesmo madurinho para as Bósnias, para os Líbanos, ou para os Afeganistões da virtuosa 'comunidade internacional'. Calhando o armamento ir parar só (só!) às mãos de gatunos de ourivesarias e podem os políticos regentes ir respirando de alívio. Já se calha a cair nas mãos de gente mais subversiva, com uma tropa assim para guardar o regime...

Revolta de 26 de Agosto de 1931, Lisboa.
Horácio de Novais, in Biblioteca de Arte da F.C.G..
O melhor é a marinha guardar bem o submarino. E o exército, bem... que contrate a Sonasa.
Curiosa foto. A tropa pousou para o fotografo empunhando as suas Mauser (ainda não eram as G3 ). Veja-se o pormenor do magala sentado e perna cruzada. Isto sim é de atirador especial, valente! Qual seria o local de tão intrépida barricada?
ResponderEliminarA mim, a pose de tão belicosos revolucionários, faz-me lembrar a barraca dos tiros da falecida Feira Popular: "Ó freguês, vai um tirinho?"
ResponderEliminarA.v.o.
Não. As G3 são do tempo da guerra do Ultramar (parece-me que a Guarda Republicana ainda usa as Mauser na ordem unida).
ResponderEliminarAqui cuido ser tropa de Caçadores 5 (de acordo com uma fotografia duma rua que parece ser a mesma, in Mattoso, História de Portugal, vol. VII, Círculo de Leitores, imp. 1994, p. 226) cujo quartel era em Campolide e que saiu para atacar os revoltosos (Metralhadoras 1 e Artilharia 3) no Parque. O local será porventura uma das ruas do Parque.
Cumpts.
Ou como alguém disse: «estes não foram à guerra; mas leram no jornal.»
ResponderEliminarCumpts.
É certo. A espingarda automática G3 é de 1961. E a Guarda usa nas cerimónias públicas a espingarda Mauser, modelo 1936. Como curiosidade, existiu uma Mauser, conhecida como "Vergueiro", nome que lhe adveio de um português que lhe introduziu algumas alteraçôes destinadas a melhorar o seu funcionamento.
ResponderEliminarA.v.o.
Obrigado!
ResponderEliminarCumpts.