Diz que anda a Guarda Republicana em cuidados pelo hastear da bandeira da monarquia espanhola em Valença. Mas só nos edifícios públicos, os da República. Preocupação legítima, quanto a mim, será o hastear a bandeira espanhola em casas portuguesas, as da res publica.
Estava eu nestas cogitações enquanto pagava ¼ de água de nascente natural com € 1,00; ao depois parei...
Presupuesto...
ResponderEliminar:)
Cumpts.
Caro Bic:
ResponderEliminarToda essa história das bandeiras «castelhanas» em Valença do Minho é muito estranha, e cheira demasiado a esturro, dada a propaganda que vem tendo nos «media» sistémicos.
Digo isto porque conheço muito bem Valença e toda a margem portuguesa do rio Minho, e o ódio ancestral que aquelas gentes têm a Espanha. Aliás, ainda no ano passado, todas as placas nas pontes e acessos à Galiza, a Palavra «Espanha» estava riscada e substituída por «p**a». Isto apesar das edilidades andarem sempre a limpar as ditas placas.
O que me parece é que a história das bandeirolas é elaborada e levada à prática pelos «boys» energúmenos com tendências iberistas. Tanto mais que, como o meu Caro Amigo diz, os ditos cujos trapos só têm sido hasteados em edifícios públicos...
E, em Lisboa, temos os «gambostas» (excelente denominação!) a mandar apressadamente retirar a Bandeira do Reino de Portugal, hasteada por Pessoas de Bem no alto do Parque Eduardo VII...
E não se pode dar uma tareia mestra nestes iberistas discípulos do camelo «jamé»?
Cumprimentos.
Por acaso eu sou um desses "camelos".
ResponderEliminarCumprimentos
Cumpts. :)
ResponderEliminarCaro Ricardo:
ResponderEliminarNão sei se se designa «camelo» por ser iberista ou por viver na Margem Sul. Se é este último caso, tudo bem, um toque de humor quanto à calinada do «ministro» Lino. Se é iberista, respeito a sua opinião mas, na situação em que estamos, perdoe-me mas não o posso considerar Português, mas sim espanhol por opção, a viver em Portugal.
Eu, e muitos, muitos Portugueses, nunca aceitaríamos o jugo espanhol e, caso tal tragédia viesse a acontecer (por traição dos desgovernantes que temos), tudo faríamos para libertar a nossa Pátria. Que não contassem com a mínima aceitação, obediência e, muito menos, colaboração. Como aliás fazemos a tudo o que os actuais criminosos desgovernantes que temos tentam impor contra o interesse de Portugal. Chama-se a isso desobediência civil e direito de resistência, consagrados na Constituição da Rep. Portuguesa... Falo e escrevo quatro línguas com fluência, mas recuso-me a falar ou mesmo a tentar perceber o castelhano. Por uma questão de princípio (e por ser uma língua bastarda, com pouquíssimos vocábulos - cerca de 1/3 dos do Português -, e ainda por cima deselegante).
Não lhe digo isto com inimizade, acredite, muito pelo contrário, mas apenas para esclarecer posições.
Cumprimentos.
Não sei se são iberistas se outra coisa ainda mais sem sentido. Sim que iberistas de todo o modo movê-los-á um ideal e tudo isto parece de gente de poucas ideias. Naturalmente camelos desse género que diz.
ResponderEliminarCumpts.
Deve ser isso, Caro Bic, deve tratar-se de camelos federastas plutocratas (desculpe o neologismo), e não propriamente de iberistas... Ou então de imbecis, pura e simplesmente, o que vem a dar no mesmo...
ResponderEliminarCumprimentos.
Passei, devagar, creia que tive o cuidado de reparar, ao entrar, se trazia algum/a comigo alguma "gambosta" arribada aos sapatos, declaro que não. Ao que venho? É simples: gostei tanto desta, e da outra acima, metáfora que não resiti a utilizar uma vez mais a "minha" Bic Laranja. A escrita fica mais fina...
ResponderEliminarObrigado.
Grato pela visita e pela cortesia do seu comentário.
ResponderEliminarCumpts.
Grande favor fizeram ao governo, os gambostas do pano taurino e das castanholas. O governo passa a despesa para o vizinho e tira uma chatice das costas. Até aposto que se o povo de Valença - não muito iluminado - tivesse hasteado a Bandeira Portuguesa - refiro-me à verdadeira e não à imundície que ainda temos -, aposto que caía o Carmo e a Trindade. Até enviavam uma força de intervenção rápida para apear os pavilhões. Assim, Valença vai ao encontro dos "peseteros" Linos, Saramagos mr Iberdrola e outros ersatz do Miguel de Vasconcelos.
ResponderEliminarGAMBOSTAS! (adoro o termo, Bic).
Eu só não compreendo porque existe tanto português a desejar ser espanhol quando o mais caricato de tudo é haver tanto espanhol que deseja deixar de o ser. Vejam-se os bascos, os catalães e até os galegos. Isto há coisas!
ResponderEliminarDaniel
http://operaparaprincipiantes.blogspot.com
Cuida-se cá que os castelhanos se deslumbrem e não apresentem a conta.
ResponderEliminarCumpts.
Ganância e vistas curtas. Só pelo pataco mais valia ser suíço. Cumpts.
ResponderEliminaruma coisa que não entendo, se em espanha há mais direitos, como saláros melhores, melhores médicos, combustíveis muito mais baratos, médicos e alcaides prestáveis porque raio querem proibir as pessoas de pendurarem a janela a bandeira daqueles que os ajudam, ora que porra, se pendurassem a bandeira daquela velha que vai fazer 100 anos no 5 de outubro é que era mau porque estavam a ser ingratos
ResponderEliminarSe não passamos disto, continuo a preferir a Suíça.
ResponderEliminarCumpts.
Não conheço a Suíça mas ouvi dizer que tem uma previdência funcional e não a merda que portugal tem
ResponderEliminarO actual Rei de Espanha, D. Juan Carlos I é descendente de D. Afonso Henriques centenas de vezes. E é sobrinho neto d'El-Rei D. Carlos I, de que o parlamento daqui não quis deplorar o assassinato.
ResponderEliminarCada um incomoda-se com o que quer e com o que pode.
Grato pelo seu incómodo.
ResponderEliminarCumpts.