O antigo Largo da Duquesa, actual Largo Júlio de Castilho. Ao centro a fonte de São João Baptista, ou chafariz do boneco (uma alegoria à água, segundo parece...). Ao fundo a casa onde faleceu o mestre Júlio de Castilho (1840-1919). A casa, note o benévolo leitor, ostenta uma lápide em memória do grande mestre olisipógrafo.
O boneco desapareceu, já lá não está...
Valha-nos que a casa do velho mestre é património municipal.
Largo da Duquesa, actual Largo Júlio de Castilho, Lumiar, [s.d].
Eduardo Portugal, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..
(Revisto às quatro e um quarto da tarde.)
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Olisipografia: memória de Júlio de Castilho
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E a frase de D. Leonor a rivalizar com a de Samuel Johnson sobre Londres.
ResponderEliminarConhecí o largo e seus arredores no tempo em pareciam uma vila longe de Lisboa, com vida própria.
ResponderEliminarDepois foi-se instalando a degradação, a que não escapou a casa do insígne mestre.
Já há algum tempo que tinha dado por falta da estatueta. Talvez para evitar dar o seu contributo àqueles autarcas que andam a "olhar para o boneco", se tenha mudado mais para cima, para um condomínio privado.
A.v.o.
Lembro-me bem da azinhaga lá ao fundo.
ResponderEliminarAgora aqui deixou-me perdido. Ignorância minha, confesso. Cumpts.
ResponderEliminar... Para um condomínio privado - não digo que seja aquele - acredito.
ResponderEliminarCumpts.
Calçada do picadeiro. Desembocava na Carriche, suponho. Cumpts.
ResponderEliminarExactamente, lembro-me que já era uma alternativa para fugir ao trânsito no início dos anos setenta.
ResponderEliminarParece-me que em tempo mais antigo era esta calçada do Picadeiro a principal ligação ao topo da Calçada do Carriche. A estrada do Desvio só ligava à Carriche mesmo ao fundo, onde sabemos.
ResponderEliminarCumpts.