É uma pena o local não estar identificado. Nos finais de sessenta do século passado existiu no Hotel D. Afonso Henriques, no Alto do Pina - sim, porque o Alto do Pina, para além da Embaixada aquí falada há poucos dias, também teve um Hotel, com algumas três estrêlas, pelo menos - onde havia uma bomba de gasolina, mais moderna que a da imagem (momentos de glória de um bairro) e cujo encarregado também trajava do mesmo modo, todo engomadinho, com boné e tudo. Devia ser figurino da época. A.v.o.
No tempo em que os taxistas andavam de gravata havia um certo brio no vestir das profissões. Já reparou porventura, hoje em dia, nas fardas dos carteiros? Cumpts.
Gravata e boné escuro, de copa mole. Só após o 25 de Abril deixaram esses adereços. E já que se fala nas fardas dos correios:lembro-me de o carteiro que ía à nossa porta, queijar-se do cieiro que a farda de cotim lhe fazía, além de ser gélida no Inverno. A partir daí, fiquei sempre com a impressão que, por norma, não havia a procupação de adequar os fardamentos às funções a que se destinavam. A.v.o.
E este é melhor? Ou é só mais simpático? :-)
ResponderEliminarEste sabe mudar o óleo ao carro. Tarefa necessária. Cumpts. :)
ResponderEliminarÉ uma pena o local não estar identificado. Nos finais de sessenta do século passado existiu no Hotel D. Afonso Henriques, no Alto do Pina - sim, porque o Alto do Pina, para além da Embaixada aquí falada há poucos dias, também teve um Hotel, com algumas três estrêlas, pelo menos - onde havia uma bomba de gasolina, mais moderna que a da imagem (momentos de glória de um bairro) e cujo encarregado também trajava do mesmo modo, todo engomadinho, com boné e tudo. Devia ser figurino da época.
ResponderEliminarA.v.o.
No tempo em que os taxistas andavam de gravata havia um certo brio no vestir das profissões. Já reparou porventura, hoje em dia, nas fardas dos carteiros?
ResponderEliminarCumpts.
Gravata e boné escuro, de copa mole. Só após o 25 de Abril deixaram esses adereços. E já que se fala nas fardas dos correios:lembro-me de o carteiro que ía à nossa porta, queijar-se do cieiro que a farda de cotim lhe fazía, além de ser gélida no Inverno. A partir daí, fiquei sempre com a impressão que, por norma, não havia a procupação de adequar os fardamentos às funções a que se destinavam.
ResponderEliminarA.v.o.
Talvez não. Mas ainda hoje é a moda que impera. O gosto é que variou.
ResponderEliminarCumpts.
E basta! :-)
ResponderEliminar:) Cumpts.
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