Há pedaço perguntava com certa astúcia o escritor Saramago no programa do Mário Crespo: — Para quê? Para que criou Deus o mundo?
— Para termos aqui o senhor - ouviu-se baixinho o jornalista Mário Crespo.
A liberdade de estar calado não tem nada destas coisas: um escritor livre de dar à estampa as alarvidades que entenda; um deputado não sei das quantas livre de mandar escritores à fava; e um jornalista, livre de estupidamente verbalizar um insulto ao entrevistado-ídolo sem se dar a mínima conta.
Realmente!... Deu-se Deus ao trabalho para isto.
(Imagem em "Vas te Faire Foutre", Notícias da Cidade, 2/9/2007.)
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Da alarvidade de expressão
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Risível. Dantesco. Circense.
ResponderEliminarNesta polémica toda, Bic, só me ocorre dizer que, se as preocupações sociais do Saramago fossem reais, deveria começar por abordar o Corão, que é bem mais «anquilosante», na sua perspectiva «progressista», do que a Bíblia. Mas com o Corão, está quieto! ;-)
ResponderEliminarUma tristeza. Cumpts.
ResponderEliminarPois. Com a moirama 'tá quieto.
ResponderEliminarCumpts.
Quanto à polémica Saramago, só me apetece dizer: já não há pachorra! Porque diabo se faz “tanto barulho por nada”?
ResponderEliminarA cada palavra gasta é mais um livro que se vende. E é esse o único resultado prático de todo estes disparate!
Abraço
PS- Isto não tem nada a ver… mas gosto muito da palavra “pedaço”! :-)
Todo este imenso nada é o dito Saramago.
ResponderEliminarCumpts. :)