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quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Dia do que se queira

 A folhinha do calendário diz que é dia de S. João Eudes, mas não é isso que diz no jornal. Diz que é dia da fotogra-

fia.



Rampa da estação do Rossio, Lisboa (E.Portugal, s.d.)

Rampa da Estação do Rossio, Lisboa, [s.d.].

Espólio de Eduardo Portugal, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..


Adenda ao dia...


Travessa da Saúde, Belém (E.Portugal, s.d.)

Travessa da SaúdeLisboa, [s.d.].

Espólio de Eduardo Portugal, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..



O mais notável desta é que o burro está do lado da universidade que depois ali houve...

9 comentários:

  1. O burro do lado da Universidade é naturalmente uma mensagem premonitória. Não pode ser outra coisa.
    Quanto à foto de cima, há poucos dias fiz lá uma que pretende arremedar uma fotografia de 1984, salvo o erro.
    Hei-de fazer a comparação.
    Abraço

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  2. O burro é. Exactamente. A de 84 já publicou? Quando foi? Cumpts.

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  3. 1983. O salvo o erro não foi à toa.
    É esta aqui.
    Abraço

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  4. Attenti al Gatti20/8/09 00:14

    Grande sítio, esse, da rampa de acesso à Estação do Rossio (e à Calçada do Carmo). A começar logo pelo prédio de gavêto, à esquerda da foto, onde se comiam colesterólicas bifanas, bem apaladadas e melhor regadas. Tinha um concorrente em frente, que não lhe fazia frente. Á direita, o terceiro troço da rampa dava acesso directo ao cais da estação e, naquela espécie de patamar que fazia a ligação deste troço com o seguinte, o chão era pavimentado a tacos. Isso mesmo. Tacos. De madeira. E porque estes já se encontravam bastante soltos, quando os carros, geralmente táxis, lhe passavam por cima fazia um ruído peculiar. E tinhamos os "frades de pedra" das Escadinhas do Duque que eram excelentes para o "salto ao eixo". E mais o "estaminé" do simpático alfarrabista que aí existia, etc. etc.
    Qualquer dia volto lá, a vêr o que é que sobreviveu. Se calhar só os "frades".

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  5. Esses vestem ultimamente hábito metálico. Há quem lhes desconheça a nomenclatura e os crisme 'pilaretes'. O défice lexical é terrível.
    O 'colestrólico' suponho que se mantém. O alfrrábio também me parece. Certo, certo, é que se mantém o do cimo da Calçada do Carmo, mas há muito que lá não vou.
    Cumpts.

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  6. Bic Laranja20/8/09 09:54

    O colestrólico dizem-me que não, afinal. Cumpts.

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  7. Más notícias. Em sinal de luto por tão infaustoso acontecimento, o meu mimado colesterol irá hastear a bandeira a meia adriça durante três dias.
    A.v.o.

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