A partir do dia 12 de Abril de 1951 (quinta-feira) a tarifa para as viagens entre os Restauradores e a Praça do Comércio e vice-versa nos autocarros da carreira nº 4 é reduzida para 5 tostões.
Autocarro 4, Lisboa, 1983.
Fotografia: Phill Trotter.
Parece que afinal, em 89, andei mesmo no laranjinho (não o do Mundial de Espanha)… :-)
ResponderEliminarAinda assim, este - acabado em 86 - deve ter sido o modelo de dois andares em que mais andei. Só os passeios que dei com o meu pai em Lisboa!… :-)
Abraço
A.E.C. Regent Mk.5. Agora já sei a marca e o modelo. Cumpts.
ResponderEliminarTambém andei nestes autocarros de dois andares.Bonitos.
ResponderEliminarAqui só entre nós, conheci o meu marido num destes 4....Não é muito romântico bem sei.
ResponderEliminarAgora, com a pátina do tempo, já é. :)
ResponderEliminarCumpts.
Então ainda é do tempo...
ResponderEliminarTinham mais graça, não tinham?
Cumpts. :)
Nestes autocarros - conhecidos na gíria por Mark 5 - viajei, com o meu pai, naquelas saudosa visitas dominicais que, na minha infância, fazía-mos ao Aeroporto. "In illo tempore" era assim uma espécie de apeadeiro aéreo, onde os aviões passavam tão pertinho de nós, que vía-mos os pilotos e acenavamos para eles.
ResponderEliminarEstes veículos tinham uma silhueta mais moderna que os seus antecessores, os Mark 3, mas o conforto (ou a falta dele) era igual. Ainda por cima tinham porta, o que matou as populares subidas e descidas em andamento. Por azar, juntaram a isso o requinte de malvadez da alteração da escada de acesso ao piso superior, o que veio dificultar a espreitadela às pernas das passageiras que a subiam.
Mais atrás, na foto, pode vêr-se um moderno (na época) Volvo B 10R que parece perseguir o "dinossáurio" em vias de extinção.
A.v.o.
Nos de porta atrás o cobrador tocava duas vezes para o motorista andar. Nestes batia duas vezes com o alicate na chapa do postigo para cabina do condutor. Alguns diziam "pode seguir!"
ResponderEliminarCumpts.
O que deu origem à popular adivinha de outros tempos:
ResponderEliminar- Qual é o pó que faz andar os eléctricos (autocarros, neste caso)?
- É o pó..de seguir!
A expressão foi imortalizada na canção "O Amarelo da Carris" cantada por Carlos do Carmo.
A.v.o.
:) Cumpts.
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