« O primeiro projecto de um monumento no Rossio - em louvor da Constituição - data de 1820, havendo sido lançada a pedra fundamental em 15 de Setembro de 1821; não prosseguiu. O segundo, que ainda deu um famoso «Galheteiro» - que algum tempo ocupou o lugar - teve a primeira pedra em 8 de Julho de 1852; não andou por diante e foi demolido em 1864.»
Norberto de Araújo, Peregrinações em Lisboa.
Haveria de ilustrar o excerto com uma fotografia de por volta de 1860, mostrando o 'galheteiro', do fotógrafo Venceslau Cifka. Convenci-me que a tinha visto no Arquivo Fotográfico da C.M.L.. Afinal não. Acha-se em Marina Tavares Dias, Lisboa Antes e Agora, 1ª ed., Quimera, Lisboa, 2006, p. 9. Necessitaria da autorização da autora para publicá-la aqui, mas nada justifica maçá-la com assunto tão fútil.
Olho o Rossio pela janela do Fórum Motor Clássico.

Não conheço o site da senhora e não sei que direitos ela reserva sobre as imagens que edita. Em abstracto, e desde que claramente indicada a respectiva fonte, não me parece que viole nenhum direito de autor (ou conexo) a cópia de uma imagem que se encontra num sítio público da net. É apenas como se fosse uma citação. Não carece de autorização do autor.
ResponderEliminarA fotografia encontra-se no livro (agora destaquei-o) e presumo que pertença ao próprio arquivo pessoal da autora.
ResponderEliminarSabe o prezado Funes, eu nestas coisas é como regar as orquídeas: em caso de dúvida, é melhor não.
Grato pelo seu comentário.
Cumpts.
E faz muito bem o Sr. Bic (e também assim se prova que é mesmo um Senhor)!
ResponderEliminarAbraço
A verdade é que, mesmo entre juristas, anda por aí muita confusão em matéria de direitos de autor. No fundo, trata-se apenas de salvaguardar dois valores:
ResponderEliminar1- Que a honestidade prevaleça e que ninguém se tente passar por autor de um trabalho alheio;
2- Que ninguém ganhe ilegitimamente dinheiro com o esforço dos outros, vendendo a obra destes.
Ora, o BIC LARANJA, como certeiramente notou a comentadora anterior, é um cavalheiro e identificou logo a autora da fotografia que queria transpor. Do mesmo modo, a sua intenção não era enriquecer um cêntimo à custa de tal autora. Bem pelo contrário, era homenageá-la e divulgar a sua obra. Sem qualquer proveito pessoal expectável.
Portanto, insisto, não podem subsistir dúvidas quanto à legitimidade de publicar aqui a foto em causa.
Reconheço, todavia, que os seus escrúpulos o honram.
Bondade sua. Obrigado!
ResponderEliminarHonra-me, sim, o seu parecer. Muito obrigado!
ResponderEliminarBondade não. Justiça! :-)
ResponderEliminarAbraço
:) Cumpts.
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