Pelo menos não é um dos famigerados "caixotes". É um saudoso "S. Luís" de janelas de abertura ampla e lanternim. Note-se, nos topos da "ilha", os famosos "pimenteiros" de que hoje já só subsiste um único exemplar (que eu saiba) no entroncamento da Av. Rio de Janeiro com a Av.dos Estados Unidos da América. A.v.o.
Carecendo de posterior confirmação, receio bem que o da foto já não exista. O que referí, fica na embocadura da Av. Rio de Janeiro, do lado da Av.dos E.U.A. Tem a foto ainda outro mérito: foi tirada no ângulo apropriado, de modo a verificar-se como se enquadra bem na igreja o notável mólho de arames qualificado como monumento. Coitados do Gago Coutinho e do Sacadura Cabral. Aquela preciosidade jazeu muitos anos nas proximidades da Torre de Belém, adicionada de alguns palmos de água. Por falta de coragem em a lançar ao mar, seu lugar natural devido à simbologia, transplantaram-na para o Lgº Frei Heitor Pinto, com o belo resultado que se vê. É por isso que eu nunca quiz ser famoso. Tenho mêdo de ser homenageado assim. A.v.o.
Se não me engano este eléctrico está a passar junto à Rua Febo Moniz, em frente ao local onde agora se ergue o horrendo mamarracho do Banco de Portugal (mais um dinheirão mal aplicado…). Desta imagem resta apenas o prédio de esquina do lado esquerdo, que – pela última vez que lá passei – também não anuncia nada de bom…
Certíssimo. O ferro forjado das varandas abaixo do fotógrafo está simbolizado numa memorável obra de arte aqui: http://biclaranja.blogs.sapo.pt/216139.html Ou será a nova aqruitectura?!... Cumpts.
Aqui neste preciso lugar apanhava eu o eléctrico que ia para o Arco Cego, quando ia para a Escola Lusitânia Feminina. Eu vivia na Rua Maria Andrade.
ResponderEliminarCumprimentos
Esa parece-me no Bairro das Colónias. Cumpts.
ResponderEliminarPelo menos não é um dos famigerados "caixotes". É um saudoso "S. Luís" de janelas de abertura ampla e lanternim. Note-se, nos topos da "ilha", os famosos "pimenteiros" de que hoje já só subsiste um único exemplar (que eu saiba) no entroncamento da Av. Rio de Janeiro com a Av.dos Estados Unidos da América.
ResponderEliminarA.v.o.
Ei-lo em 2004: http://olhares.aeiou.pt/a_igreja_de_sao_joao_de_brito/foto185664.html
ResponderEliminarCumpts.
Carecendo de posterior confirmação, receio bem que o da foto já não exista. O que referí, fica na embocadura da Av. Rio de Janeiro, do lado da Av.dos E.U.A. Tem a foto ainda outro mérito: foi tirada no ângulo apropriado, de modo a verificar-se como se enquadra bem na igreja o notável mólho de arames qualificado como monumento. Coitados do Gago Coutinho e do Sacadura Cabral. Aquela preciosidade jazeu muitos anos nas proximidades da Torre de Belém, adicionada de alguns palmos de água. Por falta de coragem em a lançar ao mar, seu lugar natural devido à simbologia, transplantaram-na para o Lgº Frei Heitor Pinto, com o belo resultado que se vê. É por isso que eu nunca quiz ser famoso. Tenho mêdo de ser homenageado assim.
ResponderEliminarA.v.o.
Se não me engano este eléctrico está a passar junto à Rua Febo Moniz, em frente ao local onde agora se ergue o horrendo mamarracho do Banco de Portugal (mais um dinheirão mal aplicado…).
ResponderEliminarDesta imagem resta apenas o prédio de esquina do lado esquerdo, que – pela última vez que lá passei – também não anuncia nada de bom…
Abraço
Triste notícia. Sábias palavras.
ResponderEliminarCumpts.
Certíssimo. O ferro forjado das varandas abaixo do fotógrafo está simbolizado numa memorável obra de arte aqui: http://biclaranja.blogs.sapo.pt/216139.html
ResponderEliminarOu será a nova aqruitectura?!...
Cumpts.
Cruzes, credo! Vá-se lá desvendar estas cabeças!...
ResponderEliminarAbraço