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domingo, 16 de novembro de 2008

Tatão

Perfumaria da Moda, Rua do Carmo 5-7 (M. Novais, post 1943)

Parfumaria da Moda, Rua do Carmo, 5-7,  [post 1943].

Fotografia: Estúdio de Mário de Novaes (1933-1983), in
Biblioteca de Arte da F.C.G.

12 comentários:

  1. Fantástico o site:)
    Mando amasnhã os Algarves. Tive que mandar uns Mirandelas ao outro senhor do Duo Ele e Ela:)

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  2. Mário Cruz17/11/08 09:23

    Excelente blog.
    Procuro fotos da zona da Paiva Couceiro, Morais Soares-Alto S. João. Será que me podia ajudar?
    Obrigado

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  3. Margarida Pereira17/11/08 09:26

    Às vezes a beleza magoa...
    Não poucas vezes, aliás.
    São tantas sensações que chegam a sufocar.
    As saudades que eu sinto de tempos em que nem vivia, não são traduzíveis.
    Talvez a memória dos pais explique. As histórias ao serão.
    Mas é que têm odores, sons, cores de postais antigos. Estranhíssimo...

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  4. Caro Mário Cruz; experimente fazer uma pesquisa em
    http://arquivomunicipal.cm-lisboa.pt/sala/online/ui/SearchBasic.aspx?filter=AF . Depois diga-me se ajudou.
    Cumpts.

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  5. Talvez a memória dos pais passe para nós, sim. Poderá ser biológico também, além de cultural?
    Cumpts.

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  6. Atentti al gatti17/11/08 23:47

    As memórias são um dos maiores previlégios dos seres racionais. A elas devemos uma boa parte da nossa sobrevivência como espécie. Para não falar do resto.
    A.v.o.

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  7. E admire-se se não for a falta dela a dar cabo da gente!...
    Cumpts.

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  8. Belo local e belo filme!... E também eu já fui aqui a Tatão... :-)

    Abraço

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  9. Curioso que ainda esta semana fiz desta imagem o meu “papel de parede”.
    Com a morte da Milu deu-me para pensar também na morte desta Lisboa...
    E entre a Milu e a Tatão – Leonor Maia – eu sempre fui muito mais pelo Chiado!… :-)

    Abraço


    PS - O meu comentário anterior pertence ao excerto do filme. Peço desculpa pela repetição.

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  10. A Lisboa destas fotografias é um regalo. Tudo tem o seu tempo...
    Cumpts.

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  11. Estava à procura de palavras quando li o comentário da Margarida. Adopto-as, sinto-as, não tenho melhores.
    Só não acho estranho, apenas humano.

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