Às vezes a beleza magoa... Não poucas vezes, aliás. São tantas sensações que chegam a sufocar. As saudades que eu sinto de tempos em que nem vivia, não são traduzíveis. Talvez a memória dos pais explique. As histórias ao serão. Mas é que têm odores, sons, cores de postais antigos. Estranhíssimo...
As memórias são um dos maiores previlégios dos seres racionais. A elas devemos uma boa parte da nossa sobrevivência como espécie. Para não falar do resto. A.v.o.
Curioso que ainda esta semana fiz desta imagem o meu “papel de parede”. Com a morte da Milu deu-me para pensar também na morte desta Lisboa... E entre a Milu e a Tatão – Leonor Maia – eu sempre fui muito mais pelo Chiado!… :-)
Abraço
PS - O meu comentário anterior pertence ao excerto do filme. Peço desculpa pela repetição.
Fantástico o site:)
ResponderEliminarMando amasnhã os Algarves. Tive que mandar uns Mirandelas ao outro senhor do Duo Ele e Ela:)
Excelente blog.
ResponderEliminarProcuro fotos da zona da Paiva Couceiro, Morais Soares-Alto S. João. Será que me podia ajudar?
Obrigado
Às vezes a beleza magoa...
ResponderEliminarNão poucas vezes, aliás.
São tantas sensações que chegam a sufocar.
As saudades que eu sinto de tempos em que nem vivia, não são traduzíveis.
Talvez a memória dos pais explique. As histórias ao serão.
Mas é que têm odores, sons, cores de postais antigos. Estranhíssimo...
Não há pressa, obrigado!
ResponderEliminarCaro Mário Cruz; experimente fazer uma pesquisa em
ResponderEliminarhttp://arquivomunicipal.cm-lisboa.pt/sala/online/ui/SearchBasic.aspx?filter=AF . Depois diga-me se ajudou.
Cumpts.
Talvez a memória dos pais passe para nós, sim. Poderá ser biológico também, além de cultural?
ResponderEliminarCumpts.
As memórias são um dos maiores previlégios dos seres racionais. A elas devemos uma boa parte da nossa sobrevivência como espécie. Para não falar do resto.
ResponderEliminarA.v.o.
E admire-se se não for a falta dela a dar cabo da gente!...
ResponderEliminarCumpts.
Belo local e belo filme!... E também eu já fui aqui a Tatão... :-)
ResponderEliminarAbraço
Curioso que ainda esta semana fiz desta imagem o meu “papel de parede”.
ResponderEliminarCom a morte da Milu deu-me para pensar também na morte desta Lisboa...
E entre a Milu e a Tatão – Leonor Maia – eu sempre fui muito mais pelo Chiado!… :-)
Abraço
PS - O meu comentário anterior pertence ao excerto do filme. Peço desculpa pela repetição.
A Lisboa destas fotografias é um regalo. Tudo tem o seu tempo...
ResponderEliminarCumpts.
Estava à procura de palavras quando li o comentário da Margarida. Adopto-as, sinto-as, não tenho melhores.
ResponderEliminarSó não acho estranho, apenas humano.