Vi hoje o Saldanha novamente engalanado. Com muitas bandeiras. Com publicidade a uma marca de carros.
Essa espécie que governa, que se embucha de cidadãos e arrota democracia, não tem respeito por nada.
Cartazes de propaganda no monumento ao Duque de Saldanha, Lisboa, 1976.
F. Gonçalves, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..
A liberdade não está a passar por aqui..
ResponderEliminarDepende...
ResponderEliminarCumpts.
Bem, a liberdade é um pouco ilusória... mas já houve uma altura em que era uma ilusão pela qual as pessoas estavam dispostas a lutar. Hoje é só uma palavra e perdeu-se o sentido.
ResponderEliminarNão, Cátia, a liberdade não é ilusória. É uma crença, é um ideal. Propaga-se, conquista-se, mas também se perde. Uns lutam por ela, outros não. E até há que não seja crente mas, também estes, se aproveitam dela. A liberdade responsável é bem real e é um sinal de racionalismo e civilização. Ilusório é a venda de banha-da-cobra, usando o seu nome. Uma espécie de publicidade enganosa. E muito prejudicial.
ResponderEliminarS.a.d.
Quem lutou venceu. Quer maior liberdade que poder vender a memória colectiva à Coca-Cola ou à cerveja Sagres? Daqui às lousas sepulcrais dos antepassados é um passo.
ResponderEliminarE haverá melhor epitáfio hoje que publicidade a uma marca de automóveis...?
Cumpts. Cátia.
"Com o Prémio Dardos se reconhecem os valores que cada blogueiro emprega ao transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc. que, em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras."
ResponderEliminarAgradecia que passasse pelo MM para recolher o Prémio que foi atribuído a este Blogue.
Um abraço
É honra muito grande. Obrigado!
ResponderEliminarMeu Caro Bic,
ResponderEliminarazares de o Duque não morar no Bairro Alto...
Abraço
Há por lá (ou perto) uma ruazinha com o nome dele...
ResponderEliminarCumpts.
Que saudades do maravilhoso Monumental!... :-(
ResponderEliminarOlhando - a esta distância temporal - o cartaz ao fundo… “mares de espuma” … Mal se saberia então as tormentas que aí vinham!
Abraço
Mares de espuma era um prenúncio... Só se vê espuma. Sem mar.
ResponderEliminarCumpts.