Nunca vi este lugar assim. E no entanto parece-me familiar.
As placas dão direcções de Carnaxide a 3 km, à mão esquerda, e Benfica à mão direita a outros 3 km. A legenda da fotografia não menciona data nem local, nem há sinais à vista que indiquem a próxima povoação adiante, mas cuido que seguindo em frente se vai à Amadora.
Ou a Queluz, que se a conjectura está certa, este cruzamento é na estrada desse nome.
Estrada de Queluz (ou E.N. 117), cruzamento com a Estrada de Alfragide, Portugal, s.d..
Fotografia: Estúdio de Mário de Novaes (1933-1983), in Biblioteca de Arte da F.C.G..
Conheci isto ainda muito parecido com o que aqui se vê. É a E.N. 6-2 que aqui se cruza com a 117.
ResponderEliminarSerá que os dois Volkswagen bateram?
Abraço
Cabos de Ávila, é isso? Um pouco acima do Alegro?
ResponderEliminarBelissima foto!
Meu Caro Bic,
ResponderEliminara partir da estranheza, convido-O a visitar um lugar que também nunca conheceu, embora Lhe possa soar familiarmente:
http://muitacautela.blogspot.com/
E para agradecer a lição informática dada às correntes principais em línguas bárbaras...
Abraço
VW rule?!
ResponderEliminar... pelo menos em primeiro plano. Lá ao fuuuuuuundo não parece (será um Simca? E uma 'van' futurista? - "The truth is out there"...)
Que maravilha de espaço livre!
Até sentimos que se respira melhor!!
As arvorezinhas incipientes serão agora frondosas ou... inexistentes?
Ena..., tanto horizonte....; livre.
Não. A cena foi simulada para o Automóvel Club.
ResponderEliminarCumpts.
É a estrada dos Cabos Ávila, sim. Quase no cabeço onde fica a Siemens. Cumpts.
ResponderEliminarOra essa! Não há nada que agradecer.
ResponderEliminarVamos lá então...
Cumpts.
Veja só como a paisagem se tornou claustrofóbica. E não é por causa do arvoredo...
ResponderEliminarNem os VW são a mesma coisa.
Cumpts.
Eu estive a ver a série "Transportes Terrestres", seguindo o seu link. Calculei que houvesse ali qualquer intenção informativa, mas foi apenas mero alvitre. Então não bateram. :)
ResponderEliminarAbraço
P.S. Parece que querem tapar a vista do vértice geodésico Mama Sul, esse marco na paisagem e antiga ajuda à entrada da barra, ali quase ao lado. Mais uma dos bárbaros do costume, a ser verdade.
Não tinha a certeza que seguira a remissão, mas já devia calcular que sim. També foi essa colecção dos transportes terrestres que me interessou mais.
ResponderEliminarDevia haver uma intenção, sim. Como naquelas em que a mudança de direcção é sinalizada pela mão.
Cumpts.
Esta foto fez-me recuar aos tempos em que eu, juntamente com os meus pais e irmão ía-mos, de carro, dar as nossas voltas saloias aos Domingos à tarde. E passavamos por sítios assim. Faziam-me uma impressão inexplicavel. Tudo muito pintadinho, com aspecto novo. O alcatrão muito preto. Restos de quintas e hortas abandonadas. Ruínas de moínhos de vento. Já não era rural, mas também não era urbano. E aquelas extensões enormes onde não se avistava ninguém, com pequenos lugarejos aquí e alí, até chegar á linha do horizonte, pontuada por aglomerados citadinos. Não era inóspito, mas também não era acolhedor. E o marco geodésico, que me lembrava o foguetão das aventuras do Tim-Tim. Era um mundo estranho, que não se enquadrava em nada do que eu conhecía no campo ou na cidade. Faltava algo, que nunca soube o que era. Talvez a presença humana ou a "patine" do tempo. Não sei. Tantos anos depois, nunca pensei que essa impressão ainda estivesse tão viva e despertasse só com um simples olhar para a foto.
ResponderEliminarA.v.o.
Parece-me que é uma boa sensação. Julgo que a consigo assimilar a viagens de Mafra para Lisboa por Sintra ou pela Carregueira, que à 117 já cheguei tarde.
ResponderEliminarCumpts.
O que não faltam são vértices geodésicos - há um enorme no fundo de Miraflores; deve ver-se na Lua, mais as oliveiras plantadas pelo 10º andar. Marcos destes é que são verdadeiras mamas...
ResponderEliminarE para mim uma chucha.
Cumpts.
A 117 segue pela Carregueira, parece-me...
ResponderEliminarJá reparam que a estrada não tem marcações, nem sinais de trânsito.
ResponderEliminarO problema já vem de longe.
Não havia o tráfego de hoje. Cumpts.
ResponderEliminarÉ mesmo a EN117 É os moinhos que estão à esquerda, são os moinhos da Siemens que estão agora recuperados
ResponderEliminarOs moinhos recuperados é uma boa notícia.
ResponderEliminarObrigado pela visita.
A identificação da estrada e do cruzamento está feita.
ResponderEliminarAcrescento:
Ao fundo, à esquerda, sobre o morro de Carnaxide as torres das antenas da Marconi.
Se a fotografia é dos princípios dos anos 60 (logo, antes das torres do Arqº. Conceição Silva) ainda estamos em Alferragide e não em Alfragide.
Mais abaixo, à direita ainda laboraria a fábrica de cabos eléctricos "Ávila".
Desabafo:
Que a zona seja identificada actualmente como recta dos cabos "Ávila" até entendo; não percebo como chegaram a Cabos D'Ávila ou Cabos d'Ávila. Será para rimar com Costa de Caparica