Isto ainda foi no tempo em que a Doca de Alcântara era conhecida por Doca do Espanhol e a de Stº Amaro por Doca do Pinho. Áh! E não havia bares. A tasca mais próxima ficava na Rua da Cozinha Económica. A.vo.
Caríssimo "Attenti" (com licença do anfitrião), V.Exa. por acaso tomou conhecimento das interrogações que lhe coloquei há uns dias? 'Perdi' o acesso (aproveito para explicar ao paciente 'Bic' que às vezes não consigo 'abrir' este blogue durante o dia todo...; já aumentaram a capacidade do computador, mas estando tudo 'activo' (falo de dia de trabalho e de computador idem), este simpático e vital espaço de memórias e reflexões é - dizem - 'muito pesado'. Daí às vezes, desesperada e com os nervos já em franjinha, só conseguir 'abrir' muitas horas depois do que desejava... - agora, p.ex., foi 'uma sorte'!!! :))) - só tenho este problema consigo - soit disant - e com o excelso Jansenista...- o 'peso' da erudição e da beleza supera o dos metais preciosos, está bom de ver...) Bom, mas dizia ao querido "Attenti" que não consigo recuar ao 'histórico' para ver se 'respondeu'... (o mesmo sucede com o sábio Carlos Portugal, com imensa pena minha, pelo que, sabendo V.Exas. do meu e-mail, escrevam-me. Garatujo num 'belogue', está por aí. Por gentileza.) Grande xi-coração para todos. E, ao magnânimo 'Bic Laranja', um beijinho muito especial por ser tão querido com esta chata!
O que me aflige, Bic, é que, se tratarem disso, o nó de Alcântara vai emaranhar-se num formidável nó cego. Não consigo imaginar o que será a circulação naquela zona (por onde tenho de passar quase todos os dias) durante os seis, ou oito, ou dez anos de obras… nem, a bem dizer, depois dos dez anos! E não vai ser só a zona dos contentores que vai esconder-nos o rio. Vamos ter, durante essa eternidade, quilómetros de taipais! :-(
Descanse. Arregimentados os cidadãos Helena Roseta e Sousa Tavares (mais os préstimos do Mário Crespo) o negócio dos contentores e das obras ali disparou os custos... eleitorais. Bem vê, o mecenato a partidos só existe por contrapartidas e vice-versa. Cumpts.
Pois, segundo a Liscont, não haverá uma "muralha de aço". Mas a gente olha para o terminal de contentores de StªApolónia e é exactamente isso que vê. Também não cobra o argumento de que os ditos contentores irão ocupar o lugar de edifícios com cérceas mais altas. Faltou acrescentar: «pouco» mais altas e espaçados entre sí. É que mesmo assim, prefiro os edifícios. E também prefiro não ter que suportar os prejuízos para a circulação, para o meio ambiente e para o asfalto, provocados pelos 234 mil camiões anuais que, no mínimo, se juntarão aos já existentes. Já não prefiro que me metam os dedos nos olhos, em lugar de um debate honesto onde, com um máximo de informação fidedigna, se discutam os prós e os contras. A.v.o.
Com um pedido de desculpa a Bic Laranja pela ocupação abusiva (estou a treinar para contentor alcantarense) informo a estimada Margarida que receio bem não ter tomado conhecimento da sua amável comunicação. Com grande mágoa, acrescento. Ao contrário da Margarida, não tenho problemas no acesso a este forum. mas também costumo trafegar a horas menos movimentadas. Se informasse quais são o blogue e o e-mail, mais fácil sería chegarmos à fala. B.p.a.m.
Isto ainda foi no tempo em que a Doca de Alcântara era conhecida por Doca do Espanhol e a de Stº Amaro por Doca do Pinho. Áh! E não havia bares. A tasca mais próxima ficava na Rua da Cozinha Económica.
ResponderEliminarA.vo.
... não faltam aqui uns contentores?!
ResponderEliminarCaríssimo "Attenti" (com licença do anfitrião), V.Exa. por acaso tomou conhecimento das interrogações que lhe coloquei há uns dias?
ResponderEliminar'Perdi' o acesso (aproveito para explicar ao paciente 'Bic' que às vezes não consigo 'abrir' este blogue durante o dia todo...; já aumentaram a capacidade do computador, mas estando tudo 'activo' (falo de dia de trabalho e de computador idem), este simpático e vital espaço de memórias e reflexões é - dizem - 'muito pesado'. Daí às vezes, desesperada e com os nervos já em franjinha, só conseguir 'abrir' muitas horas depois do que desejava... - agora, p.ex., foi 'uma sorte'!!! :))) - só tenho este problema consigo - soit disant - e com o excelso Jansenista...- o 'peso' da erudição e da beleza supera o dos metais preciosos, está bom de ver...)
Bom, mas dizia ao querido "Attenti" que não consigo recuar ao 'histórico' para ver se 'respondeu'...
(o mesmo sucede com o sábio Carlos Portugal, com imensa pena minha, pelo que, sabendo V.Exas. do meu e-mail, escrevam-me. Garatujo num 'belogue', está por aí. Por gentileza.)
Grande xi-coração para todos.
E, ao magnânimo 'Bic Laranja', um beijinho muito especial por ser tão querido com esta chata!
Está a tratar-se disso...
ResponderEliminarCumpts.
Mas havia muita marmita, certamente; que acalmaria o estômago a estivadores eventualmente assanhados.
ResponderEliminarCumpts.
O que me aflige, Bic, é que, se tratarem disso, o nó de Alcântara vai emaranhar-se num formidável nó cego. Não consigo imaginar o que será a circulação naquela zona (por onde tenho de passar quase todos os dias) durante os seis, ou oito, ou dez anos de obras… nem, a bem dizer, depois dos dez anos! E não vai ser só a zona dos contentores que vai esconder-nos o rio. Vamos ter, durante essa eternidade, quilómetros de taipais! :-(
ResponderEliminarObrigado pela estima e pelo alerta! Lastimo mas não sei que fazer, mais do que escrever ao Sapo a pedir ajuda. Vamos aguardar.
ResponderEliminarCumpts.
Descanse. Arregimentados os cidadãos Helena Roseta e Sousa Tavares (mais os préstimos do Mário Crespo) o negócio dos contentores e das obras ali disparou os custos... eleitorais. Bem vê, o mecenato a partidos só existe por contrapartidas e vice-versa.
ResponderEliminarCumpts.
Eh, pá! Fechem já isso! Não deixem entrar a “modernidade”!!!
ResponderEliminarQuer dizer o 'pugresso'? Impossível.
ResponderEliminarCumpts.
Pois, segundo a Liscont, não haverá uma "muralha de aço". Mas a gente olha para o terminal de contentores de StªApolónia e é exactamente isso que vê. Também não cobra o argumento de que os ditos contentores irão ocupar o lugar de edifícios com cérceas mais altas. Faltou acrescentar: «pouco» mais altas e espaçados entre sí. É que mesmo assim, prefiro os edifícios. E também prefiro não ter que suportar os prejuízos para a circulação, para o meio ambiente e para o asfalto, provocados pelos 234 mil camiões anuais que, no mínimo, se juntarão aos já existentes. Já não prefiro que me metam os dedos nos olhos, em lugar de um debate honesto onde, com um máximo de informação fidedigna, se discutam os prós e os contras.
ResponderEliminarA.v.o.
Com um pedido de desculpa a Bic Laranja pela ocupação abusiva (estou a treinar para contentor alcantarense) informo a estimada Margarida que receio bem não ter tomado conhecimento da sua amável comunicação. Com grande mágoa, acrescento. Ao contrário da Margarida, não tenho problemas no acesso a este forum. mas também costumo trafegar a horas menos movimentadas. Se informasse quais são o blogue e o e-mail, mais fácil sería chegarmos à fala.
ResponderEliminarB.p.a.m.
Desde os tempos da Casa do Conto, que a marmita foi trocada pelo tacho.
ResponderEliminarA.v.o.
Estou para ver a lotaria que sai ao dr. Sousa Tavares e à arqª Helena Roseta.
ResponderEliminarCumpts.
Bom, abusando da régia hospedagem - princípio do qual nunca se deveria abusar, mas enfim... - cá vai:
ResponderEliminarhttp://criativemo-nos.blogspot.com/
o mail está no perfil, as usual...
:))